O perigo da ‘extrema direita’, ou: não alimente os predadores

No último dia 4 de agosto, a agência de notícias Reuters (a maior do mundo) publicou a seguinte matéria, comentando o apoio do chanceler da Áustria a um projeto de lei:

Líder austríaco apoia a ideia da extrema-direita de consagrar o uso de dinheiro em espécie na Constituição

A reportagem menciona o fato de os austríacos tradicionalmente preferirem comprar e vender com dinheiro vivo, a ponto de muitos restaurantes no país nem aceitarem pagamentos com cartão. Ora, se essa é a cultura local, por que um costume tão banal é considerado “coisa de extrema-direita”? Qual a necessidade de garantir esse direito na Constituição, se não houvesse a percepção clara de uma ameaça?

No dia 8/8, o investidor e comentarista brasileiro Leandro Ruschel escreveu o seguinte artigo em sua conta no Twitter:

MOEDAS DIGITAIS EMITIDAS POR BANCOS CENTRAIS: UM PESADELO TOTALITÁRIO

(…) Caso essas moedas sejam adotadas, na prática ninguém será mais dono do seu dinheiro, mas terá uma autorização de uso desses valores. Por exemplo, a Drex, moeda digital brasileira, já traz no seu código a possibilidade de congelamento imediato e até mesmo cancelamento da conta.

Por conta da ameaça que a moeda digital oferece, vários estados americanos estão em processo de proibir o seu uso. Até mesmo o presidente do FED, Jerome Powell, já se posicionou contra a sua implementação: “Nós não queremos um mundo em que o governo enxerga, em tempo real, cada transação que qualquer pessoa faça utilizando moeda digital”.

A essa altura dos acontecimentos, espero que esteja claro para você que nós, o povo, estamos (há décadas) sendo conduzidos a um governo totalitário e centralizado em escala global, com uma desigualdade gigantesca e horror distópico além da imaginação.

Talvez você já tenha percebido que toda a política atual não passa de um teatro: embora não saibamos exatamente quem está dando as cartas, sabemos que diversas entidades corporativas (industriais, farmacêuticas, de mídia, jurídicas e financeiras) e alguns bilionários e suas Fundações “filantrópicas” capturaram efetivamente os governos e os organismos internacionais, tornando-os meros executores de seus planos e agendas.

A última pandemia serviu para a maior transferência de renda da história da humanidade: o “fique em casa” teve por finalidade destruir os pequenos negócios e favorecer as grandes corporações. Pior ainda: as esquerdas em geral foram USADAS como instrumento crucial dessa gigantesca fraude econômico-sanitária, que perseguiu e silenciou milhares de cientistas e profissionais de saúde de altíssimo nível.

Nesse cenário de caos fabricado, o que nós, cidadãos comuns, podemos fazer? Sugiro abaixo 10 ações relativamente simples, mas com potencial de causar grande impacto se adotadas em larga escala:

1. Use dinheiro físico o máximo que puder.

2. Evite comprar na Amazon: dê preferência ao comércio local e a pequenas lojas online.

3. Em lojas e supermercados, não utilize caixas automáticos de pagamento. Converse com os funcionários, seja gentil e procure divulgar estes princípios.

4. Prefira comprar roupas, acessórios e o que mais puder de segunda mão.

5. Fuja das grandes redes de fast-food: privilegie os restaurantes locais.

6. Não invista seu dinheiro nas grandes corporações (Bolsa de valores). Se você trabalha para uma delas, considere a possibilidade de usar seus talentos e paixões para começar um negócio próprio.

7. Tecnologia: ao invés dos serviços da Microsoft, aprenda a utilizar o sistema Linux e a suíte Libre Office. Estude sobre privacidade digital e sobre inovações que favorecem a descentralização e a soberania.

8. Saúde: procure médicos e profissionais que privilegiem uma visão holística do ser humano. Há excelentes profissionais disponíveis.

9. Desconfie totalmente dos grandes jornais, TVs e dos “checadores de fatos”. Procure fontes alternativas de informação, sem se prender exclusivamente a uma.

10. Finalmente, leia bons livros: História, Biografias, os grandes clássicos. Alimente sua alma/seu espírito, e cuide de sua família. Isso é o que mais importa, afinal.

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