100ª edição desta coluna.
Até ia escrever uma segunda parte da coluna sobre o aborto, mas me sinto obrigado a desabafar sobre as festas juninas aqui da cidade.
Chê, não me passam uma sensação boa. Aliás, antes fosse só isso, pois me passam uma sensação horrível.
Claro que o problema pode muito bem ser eu, mas ainda acho que não seria só eu. É uma experiência de total falta de identidade.
O recente P.L. do Aborto está sendo debatido e é impressionante a dificuldade de encontrar debate civil ou análise desapaixonada sobre o assunto - independentemente da posição de cada um.
Não sei se eu consigo, mas ao menos nesta coluna eu tento fazer isso...
¡¿Sério que há gente no Brasil indignada com a política francesa?! Pois é verdade. ¿Como pode? Confesso que isso me pegou de surpresa.
Até vejo razões para alguma revolta por aqui, mas não seria contra o ato de Macron. Nesta semana, tento explicar o que houve na França e qual seria a verdadeira relação disso com a política brasileira.
Há algo de verdadeiro na afirmação de que eu seja extremista. Imagino que algo semelhante passe com várias outras pessoas.
Resolvi explicar esta semana por que somos extremistas.
Minha mente não pára. É insuportável.
Registro aqui alguns exemplos: subsidiariedade; impostos sobre entes federativos; departamentos; e um Brasil com 33 estados.
Não sei se é por que a tragédia ocorre por aqui, mas tenho me impressionado com a mobilização. Ninguém mandou. Ninguém ordenou. Ninguém forçou ninguém a nada. Isso tudo é simplesmente gente agindo por entender ser o certo a fazer.
Até gente que se entenderia caso estivesse preocupada consigo mesma está ajudando. É a tal da "grama do vizinho" mais CINZA...
Difícil escrever num momento e contexto sociais tão dolorosos quanto o que estamos passando aqui no Rio Grande do Sul. É o segundo ano consecutivo, mas agora numa dimensão ainda maior que qualquer outra anterior.
Falo um pouco do estado, das chuvas, e da nossa era. Talvez tenhamos nos esquecido de certas coisas com o tempo que devemos relembrar.
Se o futebol é um microcosmo da realidade brasileira, o momento não é dos mais auspiciosos.
Se, como diz o ditado, "onde há fumaça, há fogo", no momento parece termos mais queimadas que aquelas amazônicas com as quais ninguém mais atualmente se preocupa.
A quantidade de fumaça é asfixiante, e não há sinal de que a situação venha a melhorar num futuro próximo...
Deus não existe. Por isso que não há qualquer contradição entre religião e ciência ou entre fé e razão. São complementares. Tentei explicar isso a um ateu militante numa rede social, mas falhei. Resolvi tentar de novo, mas aqui.