Esta semana termino falando sobre a cadeirada do Datena no Marçal. Impossível evitar...
Antes, contudo, apresento idéias que serão desenvolvidas nas próximas semanas: sobre o Pablo Marçal e a Direita brasileira; sobre a crise política e suas raízes; e sobre o que tais temas teriam em comum.
Esta semana convido o leitor a viajar por um sonho meu. Sonho, mesmo; não, uma idéia maluca. É que eu praticamente nunca me recordo dos sonhos. Na madrugada de segunda, foi diferente. Sonhei com futebol, conversas, e rolhas. ¿Qual será o sentido disso tudo?
“Era o melhor dos tempos, era o pior dos tempos... – em suma, tal período era tão dessemelhante ao presente que algumas de suas autoridades mais barulhentas insistiram o fosse acolhido, para o bem ou para o mal, apenas no grau superlativo de comparação." (DICKENS, Charles. ‘Um Conto de Duas Cidades’)
Esta semana falo de uma época assim. Por nenhum motivo especial que simplesmente enaltecer a memória de um grande brasileiro: o humorista Juca Chaves.
Recebemos recentemente na revista uma notícia nada alvissareira que demanda uma pausa para auto-reflexão.
Volto na próxima semana, se Deus quiser, com mais Sanquixotene de La Pança.
Morreu a tia Diva. A coluna demorou para sair hoje por isso. Essas despedidas são difíceis. Agora, quem é a tia Diva? Irmã da mãe ou do pai? Nada disso. Para verdes como família é tema complexo, a tia Diva não tinha relação sangüínea com a gente; porém, ainda assim é tia minha. Ainda assim, ela também foi mãe e avó.
Voltando ao tema da semana passada, o fato é que há muito “achismo” quanto ao que seria uma “modalidade essencialmente olímpica”. Por outro, é inegável haver certo senso comum no julgamento das pessoas. Nesta semana, falo de modalidades que podem ser consideradas controversas no programa olímpico.
Pegando gancho na coluna da Bruna Torlay, resolvi me aprofundar na questão sobre "esportes olímpicos". Não é tão simples quanto eu pensava.
É um tema controverso e polêmico, mas também cheio de nuances. Resolvi fazer uma coluna explicando o problema.
Até a semana que vem, deixo o mérito da discussão a cargo do leitor. Comenta à vontade.
Nesta semana, falo dos Jogos Olímpicos. A Abertura foi polêmica. O mascote já era um sinal. Só o que se viu é o quanto os ideais dos revolucionários de 1789 estão impregnados na cultura francesa. A Revolução foi anti-nobreza e anti-clerical. O desfile mostrou uma França assim – o que não deveria ser nenhuma surpresa. A surpresa é que nem Moscou 1980 e Pequim 2008 foram assim. Já Paris 2024 foi.
Trump levou um tiro. Biden abandonou a campanha. As eleições americanas estão um pandemônio. Esta semana, trato do pleito presidencial. Sobre a Câmara, o Senado, as eleições nos estados, e algumas idiossincrasias eleitorais americanas tratarei tais temas noutra oportunidade.
Trump recebeu um tiro. Há quem diga haver um paralelo entre as políticas americanas e brasileiras. Se há, desta vez, o Brasil está na frente. Foi o equivalente gringo há facada de Bolsonaro em 2018.
Até faz algum sentido isso, mas o problema é que as histórias políticas dos países são diferentes. Explico aqui o atentado dentro do contexto histórico americano.