Entenda toda a história, em mais um capítulo da guerra política brasileira

Pandemia – Ignorar itens da própria Constituição já virou prática comum no Brasil A mais recente adotada pela Suprema Corte é a de marchar em direção às leis totalmente contraditórias, a exemplo da validação de medidas restritivas a quem se recusar ser vacinado contra o coronavírus, como aconteceu nesta semana – e pelo placar de 11 x 0. A decisão causou furor na sociedade, embora o STF não implique que, entre as restrições previstas, o cidadão seja forçado a tomar o imunizador.

O dilema que rodeia a Suprema Corte brasileira está ligado diretamente às reações contraditórias dos ministros. Há pouco mais de seis meses, a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Saúde e a Federação Nacional protocolou no STF uma ação para proibir o Governo Federal de tomar medidas que “contrariem as orientações científicas, técnicas e sanitárias das autoridades nacionais” – citando o veto ao uso da cloroquina e derivados

A resposta do STF veio por meio do ministro Celso de Mello que deu prazo de 5 dias para o Ministério da Saúde explicar suas práticas em relação a hidroxicloroquina. Vale lembrar que em abril o prefeito Bruno Covas havia liberado o uso mesmo medicamento no tratamento de covid-19 em São Paulo

Ação contou com apoio do MP

Além de ser provocado por partidos de oposição – no caso, o PT do Rio Grande do Norte, que pediu até abertura de impeachment pelo presidente Jair Bolsonaro ter recomendado a cloroquina – o ataque ao tratamento precoce ganhou reforço de um membro do ministério público. Naquela oportunidade, o subprocurador do Ministério Público Lucas Rocha Furtado apelo ao Tribunal de Contas da União para obrigar o presidente a não fazer propaganda da cloroquina no tratamento de covid-19.

A aprovação concedida pelo STF de aplicar medidas restritivas para quem se recusar a tomar vacinas contra o covid-19 se torna ainda mais absurda quando nos deparamos com a realidade. A única vacina adquirida pelo Brasil – a Coronavac – ainda não foi aprovada. Pior: o laboratório responsável atrasou a entrega do relatório que comprova sua real eficácia.

O comportamento do STF também acende o sinal de alerta rem relação a outras vacinas, como a da própria Pfizer/Biontech. Diversos profissionais de saúde que receberam o medicamento sofreram reações adversas, mesmo sem ter histórico de reações alérgicas,

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