Medicamento também pode chegar ao Brasil. Do outro lado, chineses garantem eficácia de sua vacina

Começou. Sem mesmo ainda receber o sinal verde da FDA (Food and Drug Administration – a versão norte-americana na Anvisa), o laboratório farmacêutico Pfizer já colocou todos seus recursos em ação para disponibilizar doses de sua vacina – a  BNT162b2 – desenvolvida para imunizar seres humanos do COVID-19.

De acordo com a companhia, a intenção é disponibilizar já a partir de dezembro 100 milhões de doses e mais de 1 bilhão em 2021. Conforme anunciado pelo presidente Donald Trump, o medicamento experimental contou com 95% de eficiência no combate ao novo coronavirus e deverá ser ministrado incialmente a profissionais de saúde e idosos, caso receba o aval da agência reguladora.

Logística de guerra

Produzida em caráter de urgência pela Pfizer em colaboração com a alemã BioNtech, a operação de logística da vacina contará com cerca de US$ 2 bilhões em investimentos para a distribuição em centros no Wisconsin, Michigan (curiosamente, dois estados centrais na ainda não decidida eleição americana), Puurs (Bélgica) e Karlsruje (Alemanha). A expectativa é de que sejam transportados diariamente quase 8 milhões de dólares com apoios de companhias como FedEx e DHL.

Nesta semana, a Pfizer confirmou ter se reunido com agentes da Anvisa para uma possível parceria com o Brasil, assim que a droga for regulamentada nos Estados Unidos.

Negócio da China

Em paralelo, a Sinovac – empresa da China contratada sob termos sigilosos pelo Governo de João Doria – teria obtido 97% de sucesso na imunização contra o COVID-19 com a aplicação da vacina Coronavac. A informação foi divulgada em um artigo na revista especializada Lancet da semana de 18 de novembro. Esta foi a primeira publicação referente às fases 1 e 2 da produção do medicamento, testado em 744 voluntários.

No Brasil, a Coronavac tem sido desenvolvida em parceria com o laboratório chinês Sinovac no Instituto Butantã. Recentemente, um dos voluntários que recebeu doses da vacina faleceu e os testes foram suspensos pela Anvisa, que retomou as pesquisas em seguida. No laudo da perícia apontou presença de opioides, álcool e sedativos no sangue da vítima de 32 anos de idade.

fim
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