Saiba o que o CEO da Tesla e SpaceX fez para superar o novo defensor das vacinas

Facebook ou Testla? Amazon ou Microsoft? Para a maior parte dos seres vivos do planeta Terra, 2020 deverá ser relembrado como “infernal”. Imunes ao vírus do caos econômico, um seleto grupo de empreendedores deve dar adeus ao ano com boas razões para celebrar. É o caso de Elon Musk, da Tesla, que agora é o 2º homem mais rico do mundo, superando, em menos de 10 dias, alguns dos nomes mais aclamados pelos progressistas: Mark Zuckerberg (Facebook) e Bill Gates (Microsoft).

Este último, não vamos esquecer, tem sido o novo porta-voz das Big Pharmas e garoto-propaganda da vacinação contra o COVID-19.

Graças à recente alta significativa nas ações do fabricante de veículos elétricos californiano, a fortuna de Musk, segundo levantamentos feitos por Forbes e Bloomberg, atingiu a marca de US$ 105.4 bilhões na semana passada, saltando para US$ 128 bilhões nesta terça-feira (24/11). No começo de 2020, Musk era “somente” o 35º da lista dos ricaços.

Para chegar à primeira colocação, Elon Musk e sua Tesla terão agora de passar pela Amazon de Jeff Bezos, que ainda sustenta a liderança com folga (US$ 182 bilhões).

De herói a vilão progressista

Além de crescer exponencialmente na produção de carros de luxo movidos à energia elétrica, Musk deu muitos passos além neste ano – muito por conta dos avanços da nave Dragon, construída pela SpaceX – a primeira companhia a levar astronautas (Doug Hurley e Bob Behnke) de forma privada ao espaço. Seu progresso, entretanto, não comoveu o lado mais progressista dos Estados Unidos.

Elon Musk – assim como a maior parte dos empresários baseados no chamado Vale do Silício – sempre cultivaram a admiração da esquerda norte-americana. Só que todo esse “encanto” começaria a morrer justamente durante a pandemia, quando Musk passou a fugir da cartilha.

Censores das redes sociais não aturaram consecutivos posts do CEO da Tesla, criticando lockdowns impiedosos, medidas draconianas de controle social, além de sua decisão de recomeçar a produção em suas fábricas, então desautorizadas pelo governo da Califórnia.

O fim do “namoro” com os democratas, certamente, atingiu seu clímax em 17 de maio, quando um post de Musk no Twitter clamava: “Tome a pílula vermelha” – imediatamente respondido por Ivanka Trump. “Tomada” – comentou, a Primeira-dama.

fim
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