Destaque
Pela Ecclesiae, A vida da Santíssima Virgem Maria, de Anna Catarina Emmerich.
O livro reúne as visões de Anna Catarina Emmerich (1774–1824), mística agostiniana alemã beatificada por São João Paulo II em 2004, sobre a vida de Nossa Senhora — desde os antepassados de Joaquim e Ana até a Assunção de Maria ao Céu.
Registradas pelo poeta Clemens Brentano e publicadas postumamente em 1852, as visões descrevem com extraordinária riqueza de detalhe os ancestrais da Virgem, a sua Imaculada Conceição, nascimento e infância, a apresentação no Templo, o noivado com São José, a Anunciação, a Visitação, o Natal em Belém, a adoração dos Reis Magos, a fuga para o Egito e o regresso a Nazaré — além de cenas inéditas da vida oculta da Sagrada Família e da morte e glorificação de Maria em Éfeso.
O texto ocupa um lugar único na literatura mística cristã: não é teologia especulativa nem hagiografia convencional, mas narrativa visionária de surpreendente riqueza e concretude.

Outros lançamentos
Pela Mori, Ilusões populares e a loucura das multidões, de Charles Mackay.
Publicado em 1841, o livro continua sendo a melhor explicação pra uma coisa que a gente vê todo dia: como pessoas inteligentes, juntas, fazem as maiores burrices da história.
O autor, um jornalista escocês, catalogou séculos de delírios coletivos: bolhas financeiras, caças às bruxas, profecias do fim do mundo, modas absurdas, pseudociências que mataram gente, e mostrou que o mecanismo é sempre o mesmo. só muda o que vira obsessão da vez.
Ao expor a facilidade com que a psique humana abdica do pensamento crítico quando imersa na massa, Mackay constrói um retrato perturbador da loucura coletiva, mostrando que o verdadeiro perigo não reside apenas nos sistemas ou líderes que alimentam tais ilusões, mas na disposição humana de se deixar arrastar por elas.

Pela Axia, Cântico, de Ayn Rand.
Nascida na Rússia e emigrada para os Estados Unidos aos 21 anos, a autora escreveu esta obra como um alarme: quando a razão individual é suprimida, quando o pensamento pessoal vira crime, quando a sociedade transforma pessoas em engrenagens, o único escape é a rebelião intelectual.
Cântico é para quem acredita que a mente é sagrada. Para quem recusa pensar de acordo com a multidão. Para quem não aceita abrir mão da própria vontade.
