Canal conservador foi vítima de suspensão sumária do YouTube

Em 27 de junho de 2019 – portanto, meses antes das eleições norte-americanas e da pandemia – O Ministério Público Federal brasileiro abriu procedimento preparatório para apurar suposta prática de censura por parte do YouTube. Aparentemente, as investigações provaram ser pouco ou nada eficazes.

Desde então, não apenas a plataforma de vídeos mas também os gigantes Facebook e Twitter deram sequência às práticas de “justiceiros da social media”, tendo como alvos somente personagens conservadores.

O ápice dessa caça às bruxas virtual talvez tenha ocorrido quando esses mesmos canais suspenderam as contas das redes sociais do presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump. Infelizmente, a medida punitiva não ficou naquele fatídico 20 de janeiro.

A mais nova vítima é o Canal Terça Livre, dirigido por Allan dos Santos, um dos maiores do mundo com temática conservadora na Internet. Após ter sofrido seguidos strikes no canal principal, ontem (3/2) foi a vez do canal reserva ser suspenso – tudo isso acompanhado de comemorações do Sleeping Giants Brasil, especialista em cancelamentos seletivos.

Enquanto não se estabelecem em uma nova plataforma, o Terça Livre tenta manter o excelente trabalho informativo, usando o Instagram e o site oficial, entre outros veículos ainda não tão visados.

“Não há saída. Eles deletaram e não tem como reverter. Ficamos sem lenço, nem documento”, comenta o jornalista do TL, Ricardo Roveran. “Por enquanto, estamos usando o site e o Instagram para nosso trabalho. Não há ainda novidades sobre o retorno do canal como era antes, por motivos de estrutura”, explica.

Mais cedo, Roveran tentou expressar o momento de obscurantismo pregado pelas Big Techs com um assertivo post no Twitter.

“Em nome da democracia já comemoraram a censura ao Terça Livre e a cadeira de rodas na qual foi parar o Oswaldo Eustáquio”

Ricardo Roveran, Terça Livre
fim
Revista Esmeril - 2021 - Todos os Direitos Reservados

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