Detalhes foram divulgados pelo ministro da infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas

Há cerca de um ano, bem na largada do Ministério da Infraestrutura, uma tentativa de eliminar o emplacamento de veículos com a nova licença do Mercosul provou ser totalmente inviável – por questões puramente burocráticas. O anúncio da medida, ocorrido em março de 2019, pretendia barrar em definitivo as instalações, já iniciadas no ano interior no Rio Grande do Sul, com preços estimados em até R$ 250 por unidade.

Meses depois, em junho de 2019, o Conselho Nacional de Trânsito estipulou a data-limite para a troca das placas, determinando para 31 de janeiro de 2020. O mais importante do comunicado foi o seguinte: a mudança não seria mais obrigatória para o consumidor.

O que muda em relação à placa criada na era Dilma

Na live semanal comandada pelo presidente Jair Bolsonaro nesta semana (23/01), o ministro Tarcísio Gomes de Freitas ratificou alterações em relação ao projeto original e anunciou os benefícios que os proprietários de veículos teriam no Governo Bolsonaro com o modelo atualizado da placa.

“A placa antiga do Mercosul não existe mais. A que nasceu lá trás, em 2014, (na gestão Dilma), acabou. Ela tinha uma série de elementos: chip, desenhos…ficava muito mais caro, porque eram patenteados. No caso dos desenhos, tínhamos que pagar royalties. Teríamos que pagar direitos para quem criou o desenho, sem falar o monopólio do estampador, de quem fabricava a placa.  Nós acabamos com isso tudo. Deixamos uma placa mais simples, que terá rastreabilidade.

Cada placa terá um QR code. Cada cidadão terá um aplicativo com informações com modelo e informações do veículo que ficarão no sistema. Além disso, o carro que já está emplacado, não precisará ser modificado. Somente os carros novos terão a nova placa do Mercosul. O cidadão não precisará se preocupar com isso”.

fim
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