Olavo de Carvalho foi um dos primeiros intelectuais brasileiros a afirmar que esquerda revolucionária se apoderou da mídia, da indústria cultural e das universidades em pleno regime militar porque os generais focaram-se na guerra física (guerrilhas e ataques terroristas) e não deram importância à batalha cultural. 

Após o fim do governo militar, o domínio esquerdista só aumentou. O maior índice disso em nível de cultura popular são, possivelmente, as novelas da Rede Globo:  nos anos 1980 e 1990, a Globo transmitia mensagens patrióticas, respeitava famílias cristãs, evitava o erotismo, e produzia enredos tão bons que, verdadeiramente, hipnotizavam a população. 

Quem assiste a uma novela da Globo hoje, qualquer que seja, verá variados tipos de militância esquerdista, escárnio a valores cristãos elementares, desrespeito a famílias, cenas proto-pornográficas exibidas às 20h45, e histórias absolutamente desinteressantes. A consequência lógica desta atitude da emissora é a fuga de telespectadores do canal e o esvaziamento de suas novelas, outrora ícones da identidade e do cotidiano dos brasileiros. 

O domínio esquerdista na Globo é uma metonímia para toda a grande mídia brasileira, com as honrosas exceções de SBT, Rede TV e Rede Record. Nesses primeiros meses de governo, portanto, ao invés de destacar importantes avanços realizados pelo governo Bolsonaro, a grande mídia buscou gerar instabilidade a todo momento.

O governo invisível

Feitos importantes como a concessão de portos, ferrovias e aeroportos, no âmbito da infraestrutura; a volta do respeito internacional com os apoios de Trump e Netanyahu, o acordo com a U.E. e a estabilidade da parceria comercial com a China, no âmbito das relações exteriores; a diminuição 6,00% a.a. para aproximadamente 3,00% a.a no nível de juros pagos pelo governo no âmbito da dívida pública; a reforma da previdência, em vias de ser aprovada e garantir a solvência econômica de nosso país por mais algumas décadas; nada disso teve destaque.

Por outro lado, os áudios hackeados ilegalmente de Sérgio Moro e as falhas de comunicação interna nas primeiras semanas de governo tiveram grande e desproporcional repercussão. 

Cidadãos que só podem se informar pelos veículos da mídia tradicional provavelmente pensam que nada de bom acontece no país durante a gestão Bolsonaro. Isto não é culpa deles, já que a estratégia da imprensa anti-Bolsonaro é justamente criar factoides para desestabilizar o governo, forçar seu desgaste e levar a uma eventual queda.

A estratégia dos políticos da esquerda complementa esta primeira, e age no sentido de impedir a reforma da previdência para forçar o presidente a “pedalar” a dívida, para então poder levantar contra ele um processo similar ao que foi levantado contra Dilma Rousseff por ocasião do impeachment.

A resposta do povo

Esta imprensa que atacou Bolsonaro de forma ininterrupta no início de seu mandato não contava, porém, com o respaldo político dado a Bolsonaro por seus eleitores, que foram às ruas de todo o Brasil duas vezes no primeiro semestre para apoiar seu presidente. Não contava também com a capacidade do governo de articular a reforma da previdência, que muito em breve entrará em vigor, trazendo ao Brasil capacidade de investimento, e ao presidente Bolsonaro, a oportunidade de mostrar a que veio.

O sucesso da reforma da previdência e o apoio a Bolsonaro nas ruas, feito de forma espontânea e massiva, mostraram à esquerda que a tática utilizada até aqui não será suficiente para desestabilizar o presidente. Muito pelo contrário, ele sai fortalecido quando consegue entregar os resultados de seu trabalho à população, apesar do desdém da mídia e de renomados cientistas políticos.

Campanhas difamatórias e acusações infundadas – mesmo que repetidas diversas vezes pelos mesmos setores da mídia – não foram, e possivelmente não serão suficientes para abalar o prestígio e a popularidade do presidente. Especialmente após a reforma da previdência, estrategistas políticos sensatos já entenderam que não haverá como derrotar Bolsonaro dentro das regras do jogo político antes de 2022. 

Atirar ou chorar

Diante desse quadro, as possibilidades à disposição da esquerda brasileira são duas: atirar, ou chorar. Um novo atentado contra Bolsonaro é improvável, pois o presidente seria elevado à condição de mártir, e a esquerda, relegada à condição de assassina. A outra alternativa, chorar, consiste em usar todos os recursos à disposição para convencer-nos que Bolsonaro é nazista, fascista, racista, machista (e todo o resto que já conhecemos) e seus apoiadores, por tabela, também. Eles, da esquerda, não têm mais o poder político de jure, mas ainda dominam, com sobras, mídia, arte, intelectualidade e universidades brasileiras. 

Para ajudar, o presidente favorito deles está preso, e sua sucessora é uma inepta; o coronel cearense fica cada dia mais louco, e o cientista político paulistano não ganha eleição nem em sua própria cidade. Mesmo que quisessem, portanto,  esquerdistas brasileiros sequer teriam um nome decente para indicar ao lugar de Bolsonaro.

Resta é chorar, gritar, espernear… criar expedientes para chamar a atenção e ganhar adeptos por meio da chantagem emocional. Então prepare-se. A exemplo do que acontece com Trump nos EUA, esquerdistas brasileiros buscarão um motivo por dia para escandalizar o presidente Bolsonaro e sua equipe, visando gerar desestabilização. A tendência é que se tornem cada vez mais virulentos, e seus ataques, cada vez mais baixos.

Recursos escassos e apelação à vista

Glenn Greenwald foi só a ponta do iceberg, pois seu ataque esteve inserido num contexto em que a esquerda ainda acreditava que conseguiria impedir, por meios institucionais e legais, Bolsonaro de implementar uma agenda conservadora no país, e por isso se preocupou em manter um nível mínimo de civilidade. Não tendo mais nada a perder, nem limites em sua imoralidade, agora eles vão apelar.

Até 2022 o povo brasileiro terá, portanto, a missão de apoiar o presidente em sua cruzada pela restauração moral de nosso país e, principalmente, não se deixar levar pela guerra cultural esquerdista, a única coisa que lhes restou, e da qual não abrirão mão até conseguirem de volta o poder político, ou até perderem suas armas.

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