Saiba qual foi a justificativa dada por um dos líderes do grupo radical

Você pode não conhecer o norte-americano John Earle Sullivan pelo nome. Mas isso não é algo de outro mundo, não se preocupe. No momento, o dado mais relevante sobre o membro do Black Live Matters é que ele esteve entre os invasores do Capitólio, em Washington D.C, no último dia 6, enquanto os congressistas discutiam se certificariam os votos do colégio eleitoral para Joe Biden.

Não seria espanto saber de qualquer ação violenta relacionada a Sullivan. Afinal, em julho do ano passado, ele chegou a ser preso em um protesto conjunto com os radicais auto denominados Antifas. Naquele incidente, John Earle Sullivan comandou simpatizantes a destruir veículos, bloquear rodovias, além do próprio ameaçar bater em uma mulher.

O mistério que nos resta esclarecer agora é apenas um: o que um ativista da extrema-esquerda fazia entre uma maioria conservadora na semana passada?

Sullivan justifica a invasão

Em entrevistas concedidas à mídia, o ativista do BLM deu sua desculpa oficial:

“Para mim, e para as pessoas ao meu redor, é importante ver esse lado das coisas, ver a verdade. Não me importo, como de que lado você está”.

Apesar da confissão e dos registros de sua presença e participação na invasão da base onde fica o Congresso dos EUA, Sullivan sequer foi processado. Seu único obstáculo foi ter sido detido na última quinta-feira pela Polícia Metropolitana da capital federal.

Ao contrário de John Earle Sullivan, outros que estiveram no manifesto de Washington não tiveram a mesma sorte. Pior. A veterana da Força Aérea e apoiadora de Donald Trump, Alishi Babbitt, acabou morta, baleada dentro do Capitólio.

Já o próprio presidente dos Estados Unidos foi banido do Twitter, acusado de violar normas da rede social e de incitar violência.

fim
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