Saiba como os preços variam no fluxo da oferta e da demanda

I. Manipulação de preços

Os mercados de capitais, commodities (agrícolas, minérios, petróleo, proteína etc.) e bens de consumo variam de preços diariamente. Em resumo, a variação de preço resulta do princípio básico da oferta e demanda, podendo ser potencializados por eventualidades que fogem de controle.

Quando a produção de algum bem não acompanha em proporção a demanda, por exemplo, os preços se elevam. O inverso é verdadeiro. Quando as ações de uma empresa listada em bolsa sobem de preço, a pressão de compradores superou a de vendedores. O inverso também é verdadeiro.

No entanto, há um fator chave que pode potencializar as variações de preços nos mercados. Não estamos falando de variação climática, catástrofes naturais, ou de guerras, mas da manipulação da informação nos mercados globais, tema do artigo deste mês.

A desinformação, espionagem e propaganda não são atos exclusivos dos gabinetes da antiga KGB. São igualmente usadas para manipular preços nos mercados globais. O uso dessas ferramentas se resume a poder de barganha e aumento de lucros.

Em Países mais democráticos, as ações costumam ser lançadas pela figura do lobista. Já em países autoritários, o próprio Estado faz papel de lobista. Os globalistas saem a frente: criam convenções internacionais, utilizam as organizações globais, contratam cientistas inescrupulosos, patrocinam ONGS e figuras ridículas como a pirralha Greta e demais idiotas do mainstream para forjar “verdades” com apelo emocional. 

Assim, a disputa de preço não se reduz à competição de mercado, mas se torna refém de verdadeiras guerras de narrativas envolvendo interesses de governos, agências de notícias e o setor produtivo. 

Quem não se lembra da criação da OPEP e, consequentemente, das crises do petróleo em 1973 e 1979? Ou da retaliação dos Sauditas ao Irã por disputa de poder regional, ocasionando baixa nos preços do petróleo? Foi essa queda em 2014 que abalou de vez a economia venezuelana. Ameaças de embargo à carne brasileira na Europa são comuns. Usam as questões sanitárias para forçar a redução de preços. Em síntese, a estratégia de manipular preços é comum nas empreitadas geopolíticas. Atualmente, vemos a questão ambiental como um importante protagonista destas táticas para manipular preços. Essas ferramentas de manipulação ficaram mais sofisticadas, como veremos.

Quem nunca se sentiu culpado por usar desodorante e destruir a camada de ozônio? Ou de andar de carro, comer carne, tomar banho, dar a descarga, ou… usar canudinho? Depois de 1987, numa dessas convenções internacionais com apoio de Margaret Thatcher, o mundo acordou e descobriu que o gás CFC a um custo de US$1,70/kg passou a ser um inconveniente para o planeta, pois estava destruindo a camada de ozônio. A solução foi substituir este gás barato pelo R-134 ao custo de US$20,00/kg.

Resolvido um problema (que carece de provas científicas), a cada término do período de recebimento de royalties pela patente, criam-se novos argumentos para se adotar gases mais “eficientes” e assim aumentar os preços. Outras narrativas do ambientalismo como aquecimento global antrópico, destruição dos ecossistemas pelas fazendas de camarão, lavoura, gado e mineração, são recorrentes na mídia e, pior, nos currículos escolares. 

Dito isto, como devemos agir? Bom, devemos esperar o idiota útil esquerdista ou ambientalista pôr a culpa no “neocolonialismo capitalista opressor”. Mas é nosso papel desconfiarmos de tudo, principalmente do lixo produzido pelo mainstream. Em nossa vida política, devemos cobrar dos governantes que não se submetam a qualquer acordo ou resolução que aumente o nosso custo de vida e rebaixe a nossa soberania. No plano privado, proteger os investimentos (seja qual for o tipo) desses ruídos e não acreditar que tweets ou notícias rasas (muitas vezes pagas por grandes players do mercado) irão mudar suas previsões de rentabilidade.

II. Manipulação da medicina

A medicina ocidental é identificada a profissionais que intervêm nas doenças dos pacientes por meio de fármacos. Mas nem sempre foi assim. A medicina alopática foi pensada e moldada para preencher os espaços antes ocupados pela homeopatia e quiropraxia no início do século XX. Some a ganância dos homens de negócio às descobertas e expansões do uso do petróleo e teremos o atual modelo de medicina.

A descoberta da síntese da ureia e os avanços na química orgânica fizeram do petróleo muito mais que um simples combustível e lubrificante. Com isto, o magnata do petróleo Rockfeller, junto com Carnegie, mobilizaram suas fundações (isentas de impostos) para criar o monopólio da indústria médica através do controle das faculdades de medicina. O objetivo era alavancar seus investimentos na indústria farmacêutica. 

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Por meio do relatório Flexner, elaborou-se um levantamento curricular nas principais universidades de medicina nos EUA e Canadá.  Assim, praticamente do dia para noite, essas universidades passaram a receber subsídios das fundações Rockfeller e Carnegie em troca da intervenção na base curricular e nos conselhos de gestão.

A partir daquele momento, os médicos deixaram de aprender técnicas que hoje chamamos de “alternativas” para serem exclusivamente treinados na vinculação de sintomas a drogas farmacêuticas. Isso reduziu o trabalho do médico ao receituário de medicamentos. 

As consequências dessa estratégia (motivada pela busca de resultados financeiros) foram, por um lado, importantes avanços na farmacologia e mais rapidez no tratamento de doenças. Por outro, uma visão de curas de enfermidades restrita e sem a preocupação com nutrição ou hábitos saudáveis, como tomar doses diárias de sol, fazer exercícios de alto e baixo impacto, e até mesmo estimular a imunidade com choques térmicos de sauna com ducha gelada, ou banhos de água quente e fria.

Final da história: uma pessoa que se dedique alguns minutos por dia a estudar nutrição provavelmente vai saber mais que um médico formado, pois na faculdade de medicina esta disciplina já não é relevante.

III. Água saborizada e metabolismo 

A dica culinária de hoje será variações de águas saborizadas, que não só refrescam um pouco neste verão, como têm propriedades funcionais para o bom funcionamento do organismo

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Limão-cravo e alecrim

Função: o limão é rico em vitamina C, que auxilia no fortalecimento do sistema imunológico e possui ação antioxidante. Além disso, ajuda a equilibrar o pH do organismo e tem ação digestiva. O alecrim, assim como o limão, também possui ação digestiva.

Laranja, maçã e gengibre

Função: a laranja é rica em vitamina C, que auxilia no fortalecimento do sistema imunológico. O gengibre é considerado um alimento termogênico, ou seja, ajuda na manutenção do metabolismo ativo.

Ingredientes

  • 3 rodelas grandes de laranja bahia
  • 3 fatias de maçã
  • 3 rodelas de gengibre
  • 300 ml de água com gás
  • 4 cubos de gelo

Maracujá e manjericão

Função: o maracujá é rico em vitaminas A, C e antioxidantes, que auxiliam no fortalecimento do sistema imunológico e na prevenção do envelhecimento celular precoce. O manjericão possui propriedades anti-inflamatórias.

Ingredientes

  • 1 maracujá
  • 1 ramo de manjericão
  • 4 cubos de gelo
  • 300 ml de água com gás

Modo de preparo

Dispor os cubos de gelo em um pote de vidro ou copo largo, dispor a polpa do maracujá, água com gás, espetar um ramo de manjericão e pronto.

fim
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