Educação Financeira

No Brasil, a escola não ensina como se manter criativo ou desenvolver a inteligência emocional, tampouco o básico da culinária, alimentação e saúde; muito menos como ter foco, gerenciar o próprio tempo e como crédito, empréstimos, juros compostos e uma vida financeira equilibrada funcionam.

A escola é um lixo. A educação no Brasil serve a fins econômicos de alunos que frequentam aulas em troca de autorização para exercer uma profissão remunerada. Ou pior: a classe estudantil serve para sustentar um bando de picaretas que são instrumentos de disseminação da propaganda política. Sim, é isto mesmo que pensou: doutrinação ideológica para tornar coletivas as imbecilidades que servem às mais diversas vias de conquista do poder.

Diante destes problemas, parece haver uma luz no fim do túnel. A partir de 2020, as escolas brasileiras devem estar totalmente adaptadas às novas normas da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Uma delas diz respeito à Educação Financeira, descrita como habilidade obrigatória a ser incluída na grade escolar. Como o endividamento e a inadimplência estão presentes na vida de muitos brasileiros, o MEC pensa que inserir a educação financeira na base curricular pode ajudar o brasileiro a lidar melhor com o dinheiro. 

O maior desafio, contudo, é mudar certos preceitos inculcados na psicologia do povo. O desprezo pelo conhecimento e a falta de ambição estão entre eles.

Em nosso meio social, quando alguém se destaca pelo intelecto é logo acusado de arrogante e opressor. Não é à toa que um analfabeto orgulhoso de sua ignorância e uma anta com dislexia já ocuparam cargos máximos de chefia no país.

A falta de ambição se ancora na ideia de estabilidade financeira, segurança no emprego, carreirismo no setor público ou mesmo a esperança de se pendurar no INSS. Esta mentalidade cria gente viciada, gera poucos empregos, arruína o espírito empreendedor, culminando numa mentalidade parasitária.

Nem os milionários vivem em total segurança. Suas fortunas podem despencar em minutos por algumas tuitadas… Essa insegurança explica porque metacapitalistas tramam criar um governo global baseado em oligopólios e no controle social.

Assim, se há um ponto crucial a ser incorporado nesta educação financeira, trata-se da aceitação das instabilidades causadas por ciclos econômicos em uma sociedade de mercado. Admitir riscos e ter ambição é fundamental a quem deseja conquistar liberdade financeira.

Uma Ceia de Natal para quem quer emagrecer

Fim de ano chegando, férias coletivas, reunião familiar e, consequentemente, as tradicionais comilanças de natal e ano novo. Também observamos nesta época as academias lotadas de gente motivada em cumprir seu “projeto verão” para dar uma enxugada no culote e na barriga, para caber nas sunguinhas, fio dental e é claro, poder se empanturrar de comida e bebida com menos culpa. 

Falando em gordura corporal, é preciso ressaltar que obesidade é um estado do corpo anormal que ajuda a desenvolver uma série de doenças como diabetes, inflamações internas, problemas vasculares, síndrome metabólica, problemas na vesícula e fígado. Comer em excesso sobrecarrega praticamente todo organismo e não faz bem ― a não ser que você seja um roliço rebelde ou uma feminazi de cabelo roxo. Aí está liberado, “meu corpo minhas regras”; “ditadura da beleza”, etc. Não discuta com esquerdista. Pode ser contagioso. 

O que explica o aumento de obesidade mundial, principalmente a partir da segunda metade do século XX, é o lobby da indústria alimentícia, que encampou uma série de produtos com o argumento de que seriam mais saudáveis.

Quem não se lembra das maravilhosas propagandas de margarina? Trocaram a velha e boa banha animal pelas oleaginosas. Baratearam produtos que levavam açúcar de cana por xarope de milho, produto imensamente prejudicial por ser rico em frutose e ter maior teor de açúcar. Demonizaram o ovo, que é um dos melhores e mais completos alimentos que existem. Vale lembrar que, além desses alimentos hipercalóricos, o sedentarismo também contribui para o problema da obesidade. 

Quem é gordo ou já foi deve ter visto ou experimentado milhares de regimes milagrosos, pílulas mágicas ou até mesmo engolido o modismo da cirurgia bariátrica. Convenhamos: se regime adiantasse, não existiriam tantos, né?

Além da indisciplina, uma das causas de insucesso das dietas restritivas é levarem os pacientes a passar fome e sofrimento. Ao terminar o regime, o paciente desesperado acaba comendo em dobro e engordando tudo de novo, sendo vítima do efeito sanfona.

Se regime não funciona, o que fazer? Mudança de hábitos alimentares a longo prazo. As dietas com baixo consumo de carboidratos (principalmente aqueles que elevam muito o índice glicêmico) são um exemplo.

Essas dietas, conhecidas como low carb, invertem a nossa conhecida pirâmide de alimentos. Na base, temos as proteínas animais, vegetais, frutas secas e ricas em gordura e laticínios. Sim, caro leitor, o bacon é liberado, mas com moderação. 

piramide de alimentos low carb

Não é fácil mudar hábitos, mas vale a pena incorporar aos poucos, ao longo de alguns anos, receitas que não utilizam alimentos que elevam o índice glicêmico, principalmente os processados e refinados. Sua vida dará um salto de qualidade significativo e você envelhecerá muito melhor, sem precisar ter uma farmácia dentro da gaveta.

Então, como estamos nas comemorações natalinas, nossa dica de culinária desta edição contempla aqueles que querem terminar este ano e iniciar o próximo com mais saúde. Para isto, sugerimos uma ceia natalina low carb

Ceia de natal low carb

Entrada: salada de folhas e salpicão

A salada de folhas pode ser composta de alface americana, alface roxa, rúcula, agrião e radichio. O molho de iogurte cai bem como tempero. Acrescente ao iogurte natural meio dente de alho picado grosseiramente (não amasse, senão fica muito forte), 2 colheres de sopa de azeite de oliva, 1 colher de café de sal e vinagre.

Para o salpicão, acrescente 1 peito de frango cozido desfiado (cozinhe por 30 minutos com sal, folhas de louro, pimenta do reino e 1 colher de sopa de vinagre), 4 talos e folhas de salsão (também conhecido como aipo), meia cebola picada, 1 pimentão amarelo, 1 pimentão vermelho ou verde à Julienne (fatiados em tiras), 2 cenouras raladas, 2 maças verdes descascadas cortadas em cubos, 50g de uvas passas (nem venham com graça que uva passa é um poderoso alimento antienvelhecimento), cheiro verde, 200g de maionese caseira (receita se encontra na edição passada), azeite de oliva, sal e vinagre para o tempero.

O preparo é simples. Acrescente a maionese, azeite sal e vinagre num recipiente e depois vá colocando e misturando bem o restante dos ingredientes. 

Dica: já que desfiar frango é um pé no saco, depois de cozido corte em pedaços grossos e bata em uma batedeira com a pá de misturar. Em poucos minutos, você terá um frango desfiado perfeito. 

Guarnições: Arroz integral à grega, batata doce assada e farofa de castanhas

Arroz integral à grega leva 2 xícaras de arroz integral, 2 cenouras cortadas em cubinhos, 8 vagens picadas, 1 pimentão verde picado, 1 pimentão vermelho picado, 50g de uvas passas, cheiro verde, 1 cebola cortada em cubos, 2 dentes de alho, 100g de manteiga, sal e pimenta do reino

Cozinhe o arroz com água e sal, reserve. O arroz deve ser cozido até “estourar”, para tirar aquele gosto de ração de cachorro ponha um cubo de gengibre. Refogue com a manteiga na ordem: cebola, alho, cenoura, vagem pimentões, pimenta do reio moída e o sal. Quando tudo estiver al dente acrescente o arroz as uvas passas e o cheiro verde. 

A batata doce com casca deve ser lavada e cortada em cubos grandes. Acrescente sal, pimenta do reino, ervas finas (manjericão, orégano, tomilho, alecrim e sálvia), manteiga derretida. Misture tudo e leve ao forno alto para assar até dourar.

Já a farofa com castanhas leva 500g de farinha de mandioca crua, 4 dentes de alho picadinhos, 1 cebola picada, 200g de mix de castanhas (nozes, castanha de caju, castanha do Pará, amêndoa), 100g de manteiga, sal e pimenta do reino.

Derreta a manteiga e refogue a cebola e o alho. Acrescente a farinha e depois as castanhas, pimenta do reino e por fim corrija o sal.

Prato principal: filé mignon suíno assado

O filé mignon suíno ainda é um corte nobre dos suínos relativamente barato, mas muito saboroso. Geralmente vem num saco congelado com duas peças de 25 a 30 cm. 

Tempere as peças um dia antes com alho, azeite de oliva, sal, pimenta do reino e, para quem gosta, um pouco de cominho. Não fure o filé, isso fará com que desidrate e fique igual uma sola de sapato velho na hora de assar.

Após ele ter descansado no tempero, utilize uma frigideira grande com antiaderente para selar as peças. Deixe a frigideira em fogo alto bem quente. Ponha um pouco de banha ou a própria gordura do filé. Coloque as peças e vá virando até selar e dourar por completo, inclusive as pontas. Depois ponha para assar em forno alto por no máximo 30 minutos ou até atingir a temperatura interna de 60°.


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