Desde que confrontou a lenga-lenga internacional sobre o “desmatamento convulsivo do pulmão do mundo”, devolvendo às algas seu estatuto oficial de esponjas do gás-carbônico e produtoras de oxigênio excedente, o atual presidente do Brasil atraiu um mar de ofensivas.

Descontentes em ver sua tese alga-marinho-fóbica desmentida, os candidatos unidos à pilhagem da riqueza enterrada no solo amazônico correram para mobilizar seus instrumentos: idiotas de toda espécie sedentos em desestabilizar o atual governo.

Interesses específicos unem globalistas e progressistas brasileiros: os primeiros precisam enfraquecer soberanias nacionais, visando controle máximo sobre a riqueza circulante nas sociedades de economia aberta. Os segundos, recuperar a mamata perdida, estritamente associada ao patrimonialismouso do Estado para desviar a riqueza privada dos indivíduos aos seus bolsos, fingindo agir em interesse dos mais pobres.

Dizem que o imposto serve para diminuir a “injustiça social”. Desviam os impostos recolhidos para enriquecer. O Estado é o instrumento prático. A miséria popular, a imagem retórica para justificar a ânsia pelo instrumento prático.

A reunião com os governadores da Amazônia legal foi um gesto inequívoco da atitude soberanista prometida pelo atual governo. Na ocasião, revelou-se um problema correlato ao olho-gordo sobre a floresta tropical sulamericana: instrumentalização das tradições indígenas para entravar a infraestrutura de circulação de mercadorias. O escoamento ineficiente encarece o produto, baixando competitividade no mercado internacional.

Hoje vemos com quantos métodos se inviabiliza a prosperidade de um povo. Dando uns trocados para a ala miserável, ignorante e vira-lata da política local (sim, estou me referindo aos partidos socialistas); controle de narrativa via grande-imprensa aparelhada; influência indireta sobre o uso prático do território.

Tingir a consciência do povo com o mapa do subsolo amazônico foi matar os três métodos com uma canelada só. Se a grandeza da nação se vincula à riqueza de sua memória, sendo a memória feita de imagens, na recente história política brasileira, este mapa se torna uma imagem para guardar.

Fonte: Serviço Geológico do Brasil – CPRM

O relatório do qual o extraímos pode ser integralmente conferido aqui.


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