O feminismo pensa a mulher como um indivíduo portador de um corpo e de interesses mundanos. Como qualquer seita inspirada no liberalismo clássico, retira do indivíduo toda e qualquer motivação cuja origem não esteja no prazer via corpo ou via dinheiro.

Isso significa que, para líderes feministas, fatores como religião, família, ascendência, nacionalidade, valores pessoais… nada disso importa. Entendem que o corpo (feminino, no caso) define aprioristicamente as preferências pessoais dos indivíduos. Sob este conveniente argumento (líderes feministas) reivindicam defender interesses de TODAS as mulheres.

A teoria feminista da opressão do patriarcado reza que as mulheres são oprimidas, desde sempre, dentro de suas próprias casas e por suas próprias famílias, a começar por seus pais e maridos. Dessa forma, a solução para a vida das mulheres seria subverter a hierarquia familiar patriarcal, empoderar-se e dar início à vida livre de imposições sócio-familiares. 

Não dá pra negar que fizeram um bom trabalho: dos anos 1960 pra cá, a vida e as possibilidades das mulheres mudaram bastante. Entre as principais alterações, pode-se mencionar o livre acesso ao mercado de trabalho e às universidades, participação política, liberação sexual, flexibilização de regras de casamento, facilitação de divórcios, etc.

Um observador atento notará que todos estes avanços seguem o padrão de fortalecer a mulher em detrimento da moral, da família e da religião. A pergunta que fica, porém, não diz respeito ao tal empoderamento, mas sim às consequências dele: as mulheres empoderadas são mais felizes que as mulheres não-empoderadas? Em suma, as conquistas feministas foram revertidas em mais felicidade para as mulheres em geral?

Segundo uma série de estudos acadêmicos, a resposta é NÃO.

Um estudo produzido pelo Instituto Nacional de Pesquisas de Saúde dos EUA, é um perfeito contraponto à tal libertação sexual. Quanto mais parceiros sexuais uma mulher tem na vida, maior a chance de ela ter depressão e/ou doenças sexualmente transmissíveis. Por outro lado, quanto menos parceiros sexuais uma mulher tem na vida, maior a chance de ela ter um casamento estável, e maior a chance de declarar-se feliz. Os gráficos falam por si só.

Outro estudo, realizado por acadêmicos da Universidade da Pensilvânia-EUA, informa que as mulheres dos anos 2000 se declaram menos felizes do que se declaravam as mulheres nos anos 1970. Por outro lado, os homens de hoje são mais felizes do que os homens dos anos 1970.

Por fim, um estudo da Universidade de Princeton aponta que um dos fatores para o declínio da felicidade das mulheres com o passar das décadas se deve principalmente ao aumento da quantidade de horas que elas têm que despender com atividades “pouco prazerosas”, ao passo que homens mantiveram a mesma carga horária de atividades pouco prazerosas a se realizar com o passar das décadas. A principal causa do aumento de horas gastas em atividades não-prazerosas no caso das mulheres se deve ao acúmulo do trabalho fora de casa com funções domésticas.

Os três estudos são complementares entre si, e apontam o tamanho do problema gerado pelo feminismo às mulheres, especialmente àquelas que são – ou pretendem ser – mães. Nenhum dos três aponta isto de forma explícita ― porque a vigilância ideológica nas universidades e centros de pesquisa é implacável ― , mas é evidente que, em termos gerais, a felicidade e a plenitude feminina estão inexoravelmente ligadas a uma maternidade plena. 

E as bases sociais para uma maternidade plena são exatamente aquilo que foi ― e vem sendo ― destruído pelo feminismo nas últimas décadas. Para clarificar meu ponto, traçarei uma comparação entre o que era ser mãe nos anos 1960-70, e o que é ser mãe hoje.

Até os anos 1960, o modelo familiar patriarcal predominava em todo o Ocidente. Nele, a mulher era dispensada de todo trabalho extra-doméstico. Isto significa que as mães podiam dedicar-se integralmente à educação e ao cuidado com seus filhos, passando, muitas vezes, todo o dia em sua companhia, com exceção do horário escolar.

O controle dos pais – especialmente das mães – sobre os atos e as companhias de seus filhos era muito maior. Sendo as crianças vigiadas muito mais de perto pelos pais, os índices de abuso de drogas, álcool, e de criminalidade eram muito menores. Não só no Brasil, mas em todos os países do Ocidente.

Além disso, o modelo patriarcal também reprimia o divórcio e a separação de casais com muito ímpeto. Se por um lado isto fazia com que relações que não iam bem tivessem que durar por muito mais tempo do que o ideal, por outro servia como uma garantia de que a mulher teria um parceiro estável para sua vida e, principalmente, um pai para seu(s) filho(s).

Dessa forma, mulheres em modelo familiar patriarcal estavam habilitadas a cuidar de seus filhos de forma plena, sem ter que trabalhar fora de casa e tendo um casamento razoavelmente estável, na maioria das vezes. 

Pois bem, com a Revolução Feminista o modelo patriarcal foi abandonado. Mulheres ganharam o direito de trabalhar, a liberdade moral e a sexual. Muito embora as feministas digam que estes foram grandes progressos, do ponto de vista da maternidade isso foi um enorme retrocesso.

Com a banalização do divórcio e a liberdade sexual sem limites, as relações maritais se tornaram tão efêmeras que muitos casais hoje sequer se dão ao trabalho de casar. As jovens que têm o sonho de ser mãe já partem do pressuposto de que, se tiverem filhos, existe uma grande chance de que tenham que criá-los sozinhas.

E não é só isso.

Além da criação solo dos filhos, muitas mulheres ainda acumulam responsabilidades extra-domésticas, isto é, têm que trabalhar fora para colocar comida na mesa de seus filhos, e cuidar deles quando chegam em casa.

Diante deste risco, muitas mulheres acabam abrindo mão da maternidade em nome de suas carreiras, ou mesmo em nome de uma mínima estabilidade financeira. Em muitos casos, mulheres com altas ambições profissionais não têm sequer o direito de sonhar em ser mães. 

Por outro lado, mulheres cujo plano de vida passa necessariamente pela maternidade sabem que a carreira profissional terá que ser pausada ou interrompida em algum momento. Dessa forma, buscam casamentos seguros e estáveis, que lhes garantam exatamente as mesmas condições para criar filhos que eram garantidas às mulheres de outrora pelo modelo patriarcal de família.

O quadro gerado por esta interessante situação é que mulheres livres do patriarcado não têm (ou têm poucos) filhos, ao passo que mulheres em regime patriarcal os têm. 

Conclusão

A maternidade é fator essencial para a felicidade e plena realização feminina. Quanto mais harmoniosa e estável for a relação de uma mulher com os pais de seus filhos, maior a chance de que esta mesma mulher fique satisfeita com sua família e, consequentemente, consigo própria.

Os homens podem contribuir muito com a felicidade feminina. Se forem bons pais e maridos responsáveis, podem ser o veículo desta mesma felicidade. A guerra dos sexos não pode, portanto, ser a solução para o problema das mulheres.

Até aqui, o modelo não-familiar proposto pelas feministas muito mais prejudicou do que ajudou as mulheres a alcançarem sua felicidade. Ironicamente, o modelo patriarcal de família fez e faz, pelas mães, muito mais do que o movimento feminista.

fim
Revista Esmeril - 2020 - Todos os Direitos Reservados

3 Comments

  1. Apoio total. Bem por causa desta saida da mulher do lar é que a civilizaçao está sendo desmoronada, ACEITEM ELAS OU NAO esta realidade.
    Parabens pela materia caro Luthero!

  2. Sob a ótica ortodóxa, a análise está bem feita, mas sob uma ótica epistemológica está completamente falha, e não porque a concatenação está errada, mas sim porque as premissas usadas são inconsistentes!
    Começo observando que a religião é causa primeva da degeneração, a alegação de religação com o divino implica uma desconexão anterior, e se há desconexão, é sinal que busca de religação só se faz possivel pessoalmente e nunca através de porta voz, que naturalmente será sempre o único religado, visto que a medida de ligação espiritual de um não serve de parâmetro para os outros, da mesma forma que a crença da necessidade de religação só existe na mente do que crê que sua medida do divino é a medida de todos!
    Assim, percebe-se que todo é qualquer conceito ou comportamento derivado da religião (seja essa qual for) é claudicante!
    Nossa sociedade é monogâmica, e a razão é simples: É a ÚNICA maneira de se amansar valetes, e conseguir adestrá-los.
    Machos sem fêmea e sem espectativa de tê-las é ameaça SEMPRE, é agressivo, é combatente e nem em sonho aceita premissa pederasta de amizade entre machos! Machos disputando fêmeas têm uma única coisa em mente, MATAR TODOS PARA TER TODAS!
    Percebe-se que em um modelo social assim, o social é descartado (pelo menos na esfera que entendemos social), prevalece a EFICACIA! E evidentemente os desenvolvimentosse tornam pontuais, afinal o macho alfa nem em sonho será estúpido o suficiente para partilhar seu know-how! Ou seja, meia duzia de gênios fortes serão os reprodutores e partilharão suas linhagens com as linhagens igualmente fortes e inteligentes dos outros machos.
    Essa sociedade que nasce dessa proposta nem em sonho aceita o conceito estado dominante, uma sociedade dessas sabe de antemão que só a autarquia e polimatismo dão o tom da evolução! O estado, se existir, será apenas uma proposta organizacional de escambo dos grupos e mutirões em prol do bem comum de todos os grupos formados invariavelmente por um macho alfa, suas fêmeas e respectivas proles, e nessa dinãmica se garante machos menores em disputa constante, forjando neles o que conseguem de melhor, pois sabem que para ter fêmeas terão que ir aos píncaros evolutivos, ou terminarão mortos ou em disputa covarde de cinco contra um em suas agonias genitais!

    Entendido isso, fica patente que TODA a infelicidade feminina é oriunda da falta de macho real, e abundância de machos meia boca! Afinal, hoje nenhum homem precisa ser alfa para ter mulher, e a maior prova disso é homem gordo tendo mulher! Observo que todo gordo é processo degenerativo, o gordo sempre é muito mais fraco e inferior a ele mesmo magro e forte, logo, o gordo é degeneração na veia!
    Um gordo é incapaz de ser eficaz como um bebe!! Só para entenderem: um bebê ao nascer é testado em seu refléxo primário, a capacidade de pega (todo antropóide tem nas mãos prenseis sua chance de vida aferradas aos pelos das mães), se um bebê RECEM NASCIDO, saudável, pendurado segurando nossos dedos consegue segurar seu peso quase que “eternamente”, como é possível que nós em nosso entendimento não percebamos o quão degenerado é um gordo que é INCAPAZ de segurar seu próprio peso pela força das mãos! Só com essa premissa FUNDAMENTAL se desmonta qualquer retórica de que gordo é saudavel, é legal, e merece direitos acima dos outros (um gordo ocupa o espaço de três e só paga pelo de um, um gordo ocupa um elevandor por quatro e trabalho menos que um magro, o gordo é um peso morto que por lei é fortalecido, uma espécie de morto vivo consumindo e parasitando a sociedade). Só com essa premissa mostro o quão perigoso, nefasto, degenerado, pestilento são os dois arrobentos dominantes do congresso! E aí, eu até perguntaria: qual a qualidade de personagens que elevam gordos a líderes?
    Peguei o exemplo do gordo para exemplificar que nossa sociedade é um amontoado de patologias e psicopatologias, uma prova cabal de que o caminho social que seguimos é DELETÉRIO!

    Continua

  3. Voltando a infelicidade feminina.
    Em uma sociedade onde o borra ômega tem acesso a mulheres é evidente que a consequencia será a mulherada jogando água fora da bacia! Qual a mulher que não quer ser mãe do filhote prodígio? E se sabe que o “maridão” que ela “escolheu” por conta da conta bancária ou concordância social, familiar, só sobra a ela buscar em outras paragens o macho que a fará se sentir fêmea de verdade, e esse, TODAS sabem, são raros e de forma alguma são padrões de comportamento! Até porque como já dizia Krishnamurt, ser ajustado e sociedade doente é doente!
    Como mostro, só nesse intróito, percebemos que a sexualidade feminina e feminismo não podem ser analisados com isenção em uma sociedade na contra mão!
    Qual a mulher mais “errada”, a que prefere até combates de velcro ou ódio contra “omens” (em sociedade onde existe viagra o que existem são omens e não homens), ou a que aceita ter um degenerado, gordo, usuário de viagra, como pai de sua prole? Em minha opinião, evidentemente a mais equivocada é a que aceita ser “montada” pelo ômega, pois ela irá INVARIAVELMENTE gerar um lixo, afinal filho de lixo, lixo é! Os fecalopatas de hoje e ontem são as crias de mulheres que aceitam macho de qualidade inferior só para ficarem de certinhas, com status de reprodutoras e terem aceitação social! Só que não existe nenhuma vantagem em ter a aceitação de uma sociedade doente!!!

    Entendido essa questão, que toda fêmea só aceita o macho alfa, e faze-las aceitar o inferior só fará a infelicidade dela TOTAL, percebemos que todas as análises até agora formadas pala esplanar o fenômeno do feminismo é falha, é baseada em preceitos errados, algo sofismático!
    Estamos no limiar do abjeto, hoje um ser do sexo masculino entende que abrir mão de sua responsabilidade sobre si mesmo e pedir para outro ser do sexo masculino (se for do feminino só muda o grau de aviltação, mas a caca é a mesma) para enfiar o dedo no ânus dele para checar se a próstata está legal é normal! Isso é doentio!
    Ânus não é lugar para se enfiar dedo NUNCA, até porque isso simula um defecar reverso e tal proposta é septsêmica!
    Só uma sociedade completamente doente e machos que já perderam o vigor de macho aceitam tal aberração!
    Hoje um macho de péssima qualidade que não consegue sustentar uma ereção é entendido normal porque existe viagra… Que tipo de fêmea acha que um macho que sequer fica em ponto de bala só de olhá-la é algo salutar?
    Hoje ouço personagens conhecidos meus dizerem que não gostam de camisinha porque enquanto coloca o “long john”, o garoto cai, fica demi bombé! É mais do que claro que virilidade é algo do passado, hoje sequer um homem sente vergonha de não ser viril como deveria ser! No mundo animal, TODO MACHO é capaz de montar quantas aparecerem e quantas vezes forem necessárias! E o único que precisa de um tempo para rearmar o mastro é o “evoluidão”, o feito a imagem e semelhança de deus…

    Como mostro, é deveras frágil tentarmos analisar a feminilidade e o feminismo sob qualquer ótica social, pois em uma sociedade onde viagra existe, é sinal que macho de verdade não existe!
    Não tem a menor sentido cobrar das mulheres uma posição de fêmea quando já não existem machos!!
    Se queremos que as mulheres se façam fêmeas, temos que antes nos fazermos machos, ou então o resultado será o que é, até buraco de fezes de omens emulam e substituem vaginas, as portas da vida!
    Acho desagradável a dinâmica comportamental de mulheres “feminazis”, mas acho também desagradável a dinâmica comportamental das mulheres que aceitam ser montadas por qualquer lixo, aceitam ingerir alcool (se o do bêbado não tem dono, e não é para sexo, imaginemos a da bêbada que foi feita para sexo) ficando “facinha” e se deitando com um “pustula lover” de fim de noite! Até porque meu olfato é poderoso, e sei bem que papo de “lavou tá limpo” só fica bonito na retórica, pois todo macho marca o território com seu fedor, e ouvir mulher dizer que me ama com o fedor dos outros encruados no corpo é supinamente desagradável, ela está me dizendo, antes de tudo com seu cheiro, que ela não sabe escolher macho, e fêmea que não sabe escolher macho não presta. Afinal a natureza sábia nos impos reptos pontuais: aos machos, a potencia, agonia e agressividade fundamental para matar todos e ter todas, e a fêmeas, a capacidade de só se permitir tocar pelo macho alfa, a SELETIVIDADE!
    E em minha opinião, abrir mão da seleção é condenar a espécie a extinção!
    E quando os machos aceitam dividir mulheres com ômegas, gordos, doentes, fracos, é sinal que já não são machos, e se não são machos, é evidente que não mais podem cobrar de mulheres um comportamento de fêmea!
    Que elas estão erradas, eu não discuto, mas que nós estamos MUITO mais errados, eu não tenho dúvidas!
    Quando a espécie chegou ao ponto de aquilatar esgoto corporal com órgão sexual, é sinal que a espécie em questão JÁ ACABOU! Nessa situação a reprodução vira um jogo de azar, e sabemos bem que sempre quem ganha é a banca! E a banca não é humana! Se eu fosse mulher, com absoluta certeza eu seria lésbica, pois em mundo onde macho aceita dividir fêmeas é sinal que de macho eles não tem nada e entre fuçar com falo falho ou partilhar a porta da vida com outras portas da vida, sem dúvida fico com essa opção! Até porque todos nascemos de portas da vida, VAGINAS, e naturalmente gostar dela é natural, pois ela é quem nos abençoa quando nascemos. Só somos o que somos DENTRO do corpo feminino, amar f~emeas até para fêmeas é natural, mas gostar de falo, sabendo-se que ninguém nasce de valete só é pertinente a quem tem vagina, até por hormonalidades. Ou seja, não é possível se colocar o lesbianismo, que é uma troca de carinhos sem violações com a pederastia que emulação de sexo e sexo É VIOLAÇÃO! É fundamental que entendamos nesses metros finais de nossa escatológica odisseia que SEXO É REPRODUÇÃO , e colocá-lo como prazer lazer, comunhão, cumplicidade só nos levou ao ocaso, só nos levou a um grau de patologia tão severa que hoje até um macho de qualidade inferior ao ômega (crias de ômegas são exponenciações da degeneração), o ixo pleno, é aquilatado a uma “mulher”, mesmo que trans, ou seja lá que diabo tal vômito signifique, e o esgotro corporal dele vale o mesmo que a porta da vida!
    Será que é tão difícil entender que se ânus é órgão sexual, e sexo é reprodução, quem defende essa “proposta” está chamdno a todos de excremento?? E se nós, machos, aceitamos isso impassíveis, não é sinal claro de que já não somos machos… e tampouco homens?
    Não culpemos as mulheres, mesmo que erradas estejam, nós como “machos”, “líderes”, é que temos que ser cobrados, afinal, mulheres só estão desgraçadas, porque os machos já são desgraçados!

    Não existe nenhum sentido em entender meta feminina a maternidade quando o(s) reprodutor(es) já não presta!
    E em sociedade onde viagra é aceito, dedada retal é estimulada em prol da saúde, e estuprador não é sumariamente executado com o máximo de tortura e violência e em praça pública, é sinal que já não existe mais macho! Qual o sentido de uma mulher querer partilhar e parir gene lixo, ter sua vagina aquilata a buraco de fezes?

    Mais uma vez peço aos leitores que leia meus argumentos despidos de preconceitos e nunca sob uma ótica pessoal, é fundamental a observância do “lado de fora”, pois só olhando o que somos de fora, conseguimos entender que todas as crenças megalomaníacas do ser humano é sustentada exclusivamente por presunções e arroubos pavões!

    Agradeço a atenção e tempo

    Obrigado.

Leave a Comment

O seu endereço de e-mail não será publicado.

This div height required for enabling the sticky sidebar
Ad Clicks : Ad Views : Ad Clicks : Ad Views : Ad Clicks : Ad Views : Ad Clicks : Ad Views : Ad Clicks : Ad Views : Ad Clicks : Ad Views : Ad Clicks : Ad Views : Ad Clicks : Ad Views : Ad Clicks : Ad Views : Ad Clicks : Ad Views : Ad Clicks : Ad Views : Ad Clicks : Ad Views : Ad Clicks : Ad Views : Ad Clicks : Ad Views : Ad Clicks : Ad Views : Ad Clicks : Ad Views : Ad Clicks : Ad Views : Ad Clicks : Ad Views : Ad Clicks : Ad Views : Ad Clicks : Ad Views : Ad Clicks : Ad Views : Ad Clicks : Ad Views : Ad Clicks : Ad Views :