As imagens do escudo antimíssil em ação impressionaram o mundo e impuseram temor aos inimigos do bravo povo

A bravura do povo de Israel está registrada na mais antiga literatura do mundo. No Ocidente, a intrepidez e a fé do “povo escolhido” têm um impacto didático incalculável. Dos judeus os ocidentais receberam Jesus Christo e um conjunto inestimável de exemplos de fé: quando o “povo escolhido” mantinha-se sob estrita obediência aos preceitos de Deus — cujo nome, YHWH, é impronunciável –, ele obtinha vitória no campo de batalha, sobrepujava os inimigos; quando, porém, era desobediente, a derrota era batata. Esta lição de catequese fora profundamente assimilada pelos ocidentais. Na Era Medieval, os reis e os senhores dos feudos praticavam a guerra, prestavam culto e ordenavam a vida comunitária em função desta realidade aprendida pela religião dos antigos profetas.

O sucesso militar de Israel — implicado numa realidade religiosa — serviu, portanto, como exemplo para as táticas bélicas do Ocidente durante toda a História. Atualmente, empregando técnicas de luta, como o Krav Magá, e alta tecnologia, o exército israelense impressiona o mundo com a eficiência dos seus serviços prestados à pequena nação. Ontem, quinta-feira, 13 de maio, o bloqueio dos ataques aéreos dos palestinos evidenciou novamente a insuperável eficiência militar de Israel. Uma chuva de fogo que cairia sobre o território israelense fora bloqueada por um aparato tecnológico impressionante: o Domo de Ferro. As autoridades do país garantem que o sistema de defesa é capaz de bloquear até 90% dos mísseis direcionados contra o território israelense.

A sofisticada tecnologia sintetiza três diferentes sistemas de defesa. O Domo de Ferro é o mais conhecido e está em operação desde 2011. Os sistemas de defesa de Israel empregam mísseis interceptores para detonar os foguetes inimigos no exato momento em que suas trajetórias são identificadas. A ação tem início quando os radares identificam a aproximação do objeto e, através de um sofisticado sistema de algoritmos, calculam a velocidade e a trajetória do míssil ou foguete inimigo. É então que o míssil interceptor é lançado: o projétil inimigo é destruído ainda no ar, antes que possa alcançar o solo e matar civis. Atualmente, Israel conta com 10 baterias Air Dome, cada qual com três lançadores para 20 mísseis interceptores.

Existe ainda outro sistema de defesa aérea específico para foguetes de médio e longo alcance, e mísseis de cruzeiros. É o chamado Estilingue de Davi. Instaladas nas proximidades das principais cidades do país, cada bateria tem capacidade para resguardar uma área estimada em 150 km2. Segundo informações do The Times, a entidade terrorista conhecida pelo nome de Hamas, num esforço desesperado, tentou vencer o Domo de Ferro lançando um número astronômico de foguetes. No entanto, a maioria fora bloqueada. O constante investimento em tecnologia aumentou significativamente o poder de rastreamento e cálculo das trajetórias dos mísseis inimigos, maximizando assim o poder das interceptações.

Com informações do portal TecMundo, do periódico The Times e do Jornal da Record.

“Não dormita o guarda de Israel”.

Salmo 121. 4

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