Como a vida política das sociedades já não existe sem as redes sociais, é visto como inadmissível toda forma, velada ou explícita, de censurar o uso que dela se faz. Mas vemos diariamente tanto a tentativa de controle das redes, como a punição sem fundamento de pessoas que se serviram delas para amaldiçoar os traços imperdoáveis e intragáveis de nossa tradição política. Por esta razão, todo este número é uma variada reflexão sobre a censura.

Vida e Legado conduz os leitores a recordar Catão, o Velho, igualmente conhecido como Catão, o Censor. O vínculo entre o sentido jurídico do termo “censor” e o moderno é explorado, em seguida, na seção As Palavras que usamos.

Fernanda Barth revela como Dias Toffoli liderou uma verdadeira caça às bruxas em Problemas Nacionais, enquanto o cientista político Paulo Moura esclarece porque a Nova censura é privada em Política e Sociedade.

O folhetim símbolo da malcriação (e liberdade) da esquerda durante o regime militar é a estrela em Perfil, seguido de uma entrevista com Luciano Ayan, a personalidade associada à CPI das Fake News e nova cara da centro-esquerda, em Ativismo em Pauta.

Governança e estratégia explica o vínculo direto entre censura e disputa pelo poder, enquanto CrossRoads lista obras de arte inexplicavelmente censuradas em plena “república democrática”.

Território do Riso apota o que têm feito os humoristas quanto à censura praticada por magistrados contra a sociedade civil brasileira. Ordem do dia, por sua vez, ilustra a tese de Paulo Moura ao definir a dita “cultura do cancelamento.”

Turismo & História leva você à vida do outro lado do muro, listando os munumentos associados à perda de liberdade nos regimes totalitários de que somos herdeiros.

Para provar que algumas coisas são plenamente dignas de censura, Viver Bem evoca o nexo médico entre transtornos mentais e alimentação, na esperança de persuadir você, leitor, a rever hábitos danosos.

Por último, Conversar é pensar junto retoma, nas linhas e entrelinhas, todos os assuntos disparados nas seções anteriores, deixando a você a inspiração necessária para tirar suas conclusões.

2 Comments

  1. Como diria o refrão de “Censura”, um dos clássicos da Plebe Rude: “A censura, a censura, única entidade que ninguém censura”. E arrematando com: “abaixo a postura, viva a ditadura”, da mesma música.

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