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terça-feira, 28 junho, 2022

LEIA NESTA EDIÇÃO丨32

Revista Mensal
Bruna Torlay
Bruna Torlay
Estudiosa de filosofia e escritora, frequenta menos o noticiário que as obras de Platão.

Ao longo do mês de maio, os colunistas aqui presentes tiveram de lidar com o árduo tema da espionagem. Se isso tem a ver com a desconfiança justificada de um certo povo num certo sistema de votação incerto, defendido com unhas e dentes pelo tribunal que o administra, justamente num ano com eleições majoritárias prestes a acontecer? Claro que não. Afinal, o voto é secreto e não seria honesto espioná-lo, nem mesmo refazer a conta em caso de alguma desconfiança insólita.

Falando em táticas comunistas, Vida e Legado homenageia o historiador que desvendou os passos secretos de financistas pelos mundos totalitários, enquanto Esmeril entrevista Vladimir Petrilák, que relata em detalhes a herança maldita da espionagem comunista no Brasil. 

Laudelino Lima encara um dos piores Problemas Nacionais, contando a breve história do voto eletrônico no país em que falar mal dele, só se for em segredo, sem deixar rastro e preferencialmente à luz de velas. 

Para fazer justiça à história recente do Brasil, o Perfil é de José Anselmo, o eficaz e controverso agente duplo que trabalhou contra as ordens de Moscou nos trópicos.

Rafael Fontana concede-nos uma entrevista, em Política e Sociedade, sobre a obra Chinobyl, repositório de segredos roubados à China Comunista.

Se os relatos até aqui estiverem parecendo ficção, faça uma pausa para conferir algum dos filmes indicados em Sétima Arte, e descubra a inspiração por trás do clássico agente 007 conferindo os detalhes sórdidos da célebre operação carne moída em Governança e Estratégia

Será que um dos interlocutores de Conversar é pensar junto convencerá o outro a dar uma chance aos filmes de espionagem, ainda que tal mundo viva à margem do direito, sendo difícil distinguir, na forma, um espião de um mafioso?

Com uma Dose de Fé, você vai descobrir que até os espiões têm lá seu padroeiro, e verificar o uso da espionagem como tática de jogo Na Marca da Cal.

Não poderíamos deixar o terreno investigado sem remontar às raízes do estado de vigilância permanente do mundo atual, conforme se lerá em Patrimônio e Memória, tampouco sem sonhar com alguma das paisagens paradisíacas exploradas pela franquia 007, como os Alpes suíços respirados em Turismo e História.

A Ordem do dia dos segredos de estado é saber se Hitler fugiu para a América do Sul, e por falar em conspirações prediletas, Ativismo em pauta pergunta: será mesmo que os espiões no Vaticano agem em interesse desse estado, ou estão mais para agentes subversivos?

Descobrir com microscópios telas ocultas sob outras é mesmo um modo de provar que A Beleza Importa

Por último, um Ensaio delineando James Bond do começo ao fim, destacando curiosidades no meio do caminho, e um Conto que comprova a possibilidade da virtude no espião que ama virtuosamente – a pátria e mais ainda o retratinho da sonhada noiva.

Palco compila uma breve e efetiva trilha sonora para fechar a edição, enquanto o 5G nos amplia o conforto para ler ouvindo música, e a facilidade com que qualquer oficial bem municiado nos espiona, se quiser, exatamente agora. 

Não se pode ter tudo, não é mesmo? Razão por que nos vemos na próxima edição. Boa leitura e boa sorte.

Esmeril Editora e Cultura. Todos os direitos reservados. 2022
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