O escritor de ficção científica era bioquímico de formação
O bioquímico que se notabilizou na literatura de ficção científica foi, ao lado de Robert A. Heinlein e Arthur C. Clarke, um dos expoentes deste gênero no mundo anglófono. Asimov, como o próprio nome denuncia, não era estadunidense ou britânico; o escritor nasceu na Rússia.
Asimov morreu no dia 6 de abril de 1992, na cidade de Nova York. Aos três anos ele imigrou para os Estados Unidos. Depois de passar a infância no bairro do Brooklin, na mesma cidade onde, aos 72 anos, encontraria a morte, Asimov ingressou na Universidade de Columbia. Com o título de PhD em Química o escritor de ficção científica foi, durante muito tempo, professor na Universidade de Boston.
Anos antes de iniciar a sua carreira acadêmica, no entanto, Asimov já havia sido despertado para a Literatura. Suas primeiras histórias foram publicadas ainda na adolescência. Obras de sua autoria como Eu, robô (1950), a trilogia Fundação (1951-1953) e a série Robôs (1954-1985) influenciaram gerações de entusiastas da ficção científica. Mas Asimov também publicou livros sobre outros gêneros literários, como trabalhos sobre Shakespeare, a Bíblia e Literatura geral. Em vida, cerca de 300 obras de sua autoria vieram a lume.
Com informações do portal History UOL e da página dos admiradores do escritor.

“A violência é o último refúgio do incompetente”.
— Isaac Asimov
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