Sem sombra de dúvidas, uma combinação poderosa que pode mudar o Brasil para melhor. Penso automaticamente em força e influência, unicidade e singularidade e, certamente, inteligência.

Conceito amplamente visível na década de 90, governança é uma daquelas palavrinhas que não esquecemos: profunda e silenciosa, abarca uma quantidade de significados distintos.  

Governança é o retrato da magnitude, em descrição no Portal Educação. Seria portanto: capacidade máxima de gestão e excelência; respeito e garantia das normas e valores de uma sociedade democrática. Práticas de responsabilidade, transparência, coerência, eficiência e eficácia… 

Eis aqui um pouco desse pequeno grande vocábulo; oferece exuberante valor para nossa nação e combustível cívico-social de alta performance para a mudança tão necessária neste nosso Brasil em reconstrução. 

Porém, a governança segue como uma pseudo palavra. O seu conteúdo ainda não é real e verdadeiro. Ainda! Há pouco apreço por parte de nossos líderes. 

Por que será?

Em relação à estratégia, o desafio também é colossal. Não bastasse a falta de uso apropriado para fins comuns, superiores e nobres, tão grande é a necessidade de estratégia em terras tropicais… 

Quando falamos do beligerante termo estratégia, segundo termo dessa combinação vigorosa, adentramos um universo ímpar que avalia a capacidade de valorizar e priorizar os ativos nacionais. 

A palavra estratégia apresenta um viés histórico militar e se traduz num termo complementar prático à palavra governança. 

Conceito antigo. Há mais de dois mil anos, o termo “estratégia” tem resgatado sentimentos, pensamentos, planos e cenários. Amor e ódio. Vitória e derrota. Erros e acertos. Vícios e virtudes. Guerra e paz.

Não há dúvidas de que o uso da estratégia, seja para ser alguém ou para se conseguir algo, tem revolucionado a capacidade emocional, intelectual, profissional e humana de inúmeras gerações e povos. 

A estratégia na China de Lao-Tsé

Sun Tzu: o estrategista

Na China Milenar de Lao-Tsé e Confúcio, o que chamamos período dos Estados Guerreiros, cerca de 500 anos antes de Cristo, o General Sun Tzu condensou em 13 capítulos parte da arte militar. 

Neste livro emblemático, o autor trata da condução das operações e movimentos de um exército vitorioso face à realidade do inimigo. Faz uso da estratégia de guerra e dá vida à palavra estratégia. Neste tratado que sobreviveu 25 séculos, temos uma mescla de estratégia militar e filosofia. Seu conteúdo é primoroso.

Quanto à combinação das duas palavras, militarismo e filosofia, a fórmula certamente alcançou êxito. Não há como ignorar o livro A Arte da Guerra de Sun Tzu, quando se fala em estratégia.

Afinal de contas, desde os remotos tempos das bibliotecas da antiguidade, a tão consumida e manuseada palavra tem se perpetuado como a coordenação de forças para garantir a vitória. 

Ao longo do tempo, estratégia tem alguns significados: Plano, técnica, método, táticas; enredo, ardil, artimanha, armadilha; talento, sagacidade, astúcia, esperteza e engenhosidade. 

Nesse resgate, proponho também estratégia como o conjunto de vetores convergentes na defesa de interesses que são caros à nossa civilização. 

Sim. Certamente, em cenários de conflito, com a presença inimiga e em territórios áridos. 

Governança e Estratégia no Brasil atual

Em pleno século XXI, após reviver os dois conceitos, penso na combinação Governança & Estratégia como uma super agenda política que pode mudar o Brasil para melhor. 

Enquanto inteligência coletada, tratada, validada e aplicada para conduzir com destreza os assuntos nacionais e internacionais de interesse do Brasil e do brasileiro, o uso do composto Governança & Estratégia é de grande importância para nosso progresso.

Podemos citar exemplos do quanto nos faria bem a sua utilização:

  1. Inteligência singular numa operação militar para captura ou neutralização de um alvo inimigo – e assim assegurar a soberania nacional. 
  2. Inteligência pecuniária orientada ao lucro e prosperidade para adentrar mercados nunca antes desbravados, ou vencer em territórios minados pela concorrência. 
  3. Inteligência do ente público enxuto vocacionado à prestação de serviços de qualidade para os que não têm acesso a educação, saúde, segurança e infraestrutura básica. 
  4. Inteligência empresarial para inovar, empreender, promover, produzir, administrar e entregar produtos aos clientes pagantes.
  5. Inteligência na condução e defesa de uma comunidade de fé Cristã que preza pela liberdade religiosa e mesmo assim escolhe combater a intolerância com tolerância. 
  6. Inteligência da família brasileira na educação de crianças e adolescentes num cenário de caos no acesso e qualidade do ensino e ameaça por parte de uma ideologia destruidora. 

Governança Político-Partidária

5/6/2017- Brasí;ia- DF, Brasil- Na próxima terça-feira (6), será retomado no Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) o julgamento da Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) 194358, um dos maiores dos últimos anos. Devido à expectativa de que um grande número de pessoas circulará no prédio do Tribunal durante o julgamento, a segurança no local e nos arredores será consideravelmente reforçada. Foto: STE

Aqui cito outros exemplos de inteligência na criação, registro e governança político-partidária num país continental como o Brasil.  

Das 33 legendas em operação com o registro obtido no TSE, nenhuma das opções disponíveis representa verdadeiramente a parcela mais significativa dos eleitores brasileiros. Ou seja: 85% deles são conservadores que ainda não contam com uma agremiação para chamar de sua.

Sendo assim, o composto Governança & Estratégia seria uma brisa de ar puro nas estruturas apodrecidas da política nacional…

Para finalizar a análise da bem-aventurança e uso das duas célebres palavras em terras tropicais, sempre imersas em temas desafiadores, submersas em conflitos internos e externos e ameaçadas pelos inimigos da lei, da justiça, da ordem e do progresso, o poder de atuação do composto Governança & Estratégia poderá desfrutar de força e influência para mudar cenários, superar obstáculos, derrotar inimigos e assim disputar as condições mais vantajosas para lograr êxito. 

Bem como profetizou Sun Tzu em seu bem-sucedido empreendimento literário.  

***

Neste final de ano, em nítido processo de desaceleração face aos compromissos familiares, reflito que tipo de país teríamos e que tipo de povo seríamos se colocássemos a ênfase correta na aplicação da dupla Governança & Estratégia, tanto no Congresso Nacional quanto no Supremo Tribunal Federal, em prol dos interesses da população brasileira. 

Cabem as seguintes questões reflexivas:

  • Já teríamos aprovado o Pacote Anticrime/Anticorrupção proposto pelo Ministro Sérgio Moro? (nota: e não o desidratado pelo congresso)
  • Já teríamos feito o impeachment do Gilmar Mendes?
  • Já teríamos realizado a reforma tributária? A reforma política?
  • Já teríamos colocado atrás das grades os políticos e juízes desse país, nas cinco regiões, que insistem em modelos defasados, fracassados e corruptos?
  • Já teríamos neutralizados aqueles que impedem o avanço e bem-estar de nosso povo e das nossas famílias? 

Penso que sim. 

Governança & Estratégia. Sem sombra de dúvidas, uma combinação poderosa que pode mudar o Brasil para melhor.


1 Comments

  1. Penso que este tema mereça maiores desdobramentos futuros, tanto para o ambiente politico partidário, como para o empresarial, de negócios e desenvolvimento do país, por exemplo: o recente pacote anti-crime aprovado e vetado em diversos pontos pelo presidente, nele, a atuação legislativa dos conservadores, liberais e políticos de centro e centro direita poderia e deveria ser mais efetiva e assertiva, no entanto a Governança & Estratégia das esquerdas foi muito mais evidente, é preciso aprender com o inimigo sob pena de lutarmos nas regras e no campo deles e não é isto que Sun Tzu, ou Clausewitz, (mais ao meu gosto) nos recomendam, a guerra e a politica são conflitos de manobra, muito mais do que fricção, esta se caracteriza como necessária, mas se constitui no desaguar de todos os movimentos previamente manobrados, nossas tropas estão sendo convocadas ao teatro das operações sem sabermos nada sobre o inimigo, somente a sorte pode nos garantir a vitória, é preciso mais que um Bolsonaro para vencer esta guerra…

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