O Tenente-Coronel Adriano Costa e Silva pondera os limites da proposta anarco-capitalista ao problema da segurança

Em meados dos anos 80 a produtora americana Orion Pictures lançou o filme Robocop – O Policial do Futuro. Para os mais jovens, que talvez não tiveram a oportunidade de se entusiasmar com aquela brilhante produção, tratava-se de uma ficção científica em que um policial morto era trazido de volta à vida e recebia implantes cibernéticos que o transformaram em um super policial.

A parte mais interessante do filme, contudo, talvez não tenha sido a tecnologia futurística que entusiasmou minha geração, mas a ficção social que serviu-lhe de pano de fundo. A trama se passa em Detroit, nos Estados Unidos, num futuro não muito distante. A administração municipal, colapsada pela má gestão e por inúmeros casos de corrupção, diante da incapacidade de garantir a segurança da população, entrega a polícia a uma corporação privada chamada OCP, que passa a definir todas as ações de repressão à criminalidade na cidade.

Os roteiristas souberam representar bem os problemas que um modelo privado de segurança pública, onde interesses corporativos quase sempre escusos se sobrepunham à verdadeira finalidade de um sistema policial. Mas por que abrir a reflexão com um filme que de quase 30 anos? Porque vivemos um momento de amadurecimento intelectual em que o estudo e o debate das várias correntes filosóficas modernas é assunto comum em rodas de jovens e velhos, embasando as discussões de problemas sociais, entre os quais a segurança é dos mais delicados e urgentes.

Contudo, é preciso antes definir seus tipos. A manutenção dos direitos individuais fundamentais à vida, à liberdade e à propriedade se dá pelo que vamos chamar de segurança pública. A preservação de nossas fronteiras e interesses coletivos enquanto nação, vamos nomear defesa. Para esta, instituem-se as Forças Armadas, detentoras de material bélico de alto poder destrutivo e efetivos treinados para o combate sob o comando do mandatário maior do país. Para a primeira, lança-se mão das instituições policiais e judiciárias que, em conjunto, devem ter a capacidade de coibir a criminalidade e garantir a normalidade das relações sociais.

De forma geral, tanto as instituições de defesa quanto as de segurança pública são concebidas para ser empregadas apenas em caso de real necessidade. Esperamos não precisar delas. Na prática, as instituições policiais e judiciais têm emprego intenso, tendo em vista a criminalidade crescente em nosso país, diferente das Forças Armadas que, não havendo uma guerra em curso, são empregadas em ações subsidiárias e de apoio ao desenvolvimento do Brasil. Por isso, devemos calcular seu valor como se calcula o valor de um seguro, mas um seguro muito importante. Como bem disse Rui Barbosa:

“o Exército pode passar cem anos sem ser usado, mas não pode passar um minuto sem estar preparado”.

Em ambos os casos, teríamos a situação desejável de inexistência de guerra e de crimes, o que nos daria a segurança plena. Em teoria, tal situação seria alcançada, pois o poder dissuasório das instituições de defesa e segurança pública seria suficiente para coibir as ações hostis ao país ou às leis. Na prática, no que diz respeito à área de defesa, este objetivo é praticamente atingido. Na segurança pública, porém, estamos longe de atingir o patamar desejável. Resta-nos procurar compreender as razões desta realidade e avaliar algumas soluções defendidas por certas correntes.

Criminalidade como fato permanente

Segundo Durkheim, filósofo e sociólogo francês que viveu até o início do século passado, a criminalidade é um fato social presente em todas as sociedades. Sempre haverá homens dispostos a transgredir e atrair para si a repressão penal. A inocorrência de crimes em qualquer sociedade é uma utopia, uma vez que a ambição associada a distorções de valores morais estaria presente em parcela da população, independentemente de suas origens.

Thomas Hobbes, filósofo e teórico político inglês que viveu no século 17, afirma no clássico Leviatã que o homem, sem uma força coercitiva, representada pelo estado e sua força de segurança pública estabelecidos por contrato social apto a mantê-lo dentro de certos limites, viveria em eterno estado de insegurança, onde prevaleceria a lei do mais forte.

Ambos os teóricos extraem suas conclusões da observação da sociedade em suas épocas e culturas.

Observemos o nosso, então.

Em qualquer sociedade, a despeito de seu grau de desenvolvimento econômico e social, e em qualquer parte do mundo, há criminalidade em maior ou menor índice. Os menores índices ocorrem onde o estado tem o melhor sistema policial e judiciário, aliado aos melhores índices culturais. Parafraseando um bordão moderno, podemos dizer que Durkheim e Hobbes têm razão! É incontestável, pelo exposto até o momento, que a existência de uma força policial ou militar, aliada a um sistema penal ou diplomático eficiente, são fatores primordiais para a garantia da segurança de uma população, seja pública ou de defesa.

O caso Brasil

Os altos índices de criminalidade no Brasil forçam uma reflexão mais aprimorada sobre as causas e possíveis soluções para se atingir o desejado estado de segurança merecido pelo povo. É neste contexto que as mais diversas teorias filosóficas e sociológicas são discutidas no dia a dia. Cumpre aprofundar nosso conhecimento para construir os argumentos necessários para enterrar de vez as teorias autodestrutivas que nos conduziram ao frágil estado que nos encontramos.

Armamento civil

A primeira questão considerada controversa é o armamento civil. Em uma manobra vil de nossos antigos governantes, fomos desarmados paulatinamente sob o argumento falacioso de que as armas induzem à violência. A autodefesa e, consequentemente, o acesso aos meios para seu exercício são condição sine qua non para o pleno exercício dos direitos individuais fundamentais à vida, liberdade e propriedade. O cidadão desarmado é colocado à mercê de seus eventuais agressores, uma vez que nenhuma força policial no mundo é onipresente. População armada é um fator dissuasório contra a criminalidade, mas não apenas isso. É condição necessária para a garantia da democracia e luta pela liberdade, impedindo aventuras tiranas de governos, estados ou corporações.

Debilidade do Judiciário

Vencida esta primeira questão, precisamos compreender as causas da ineficiência estatal em garantir a segurança do cidadão brasileiro e, para tanto, devemos avaliar diversos aspectos. Como dito anteriormente, a diminuição dos índices de criminalidade depende do poder dissuasório das forças policiais e da eficiência punitiva do poder judiciário.

Passamos tantos anos sob domínio ideológico da esquerda que a ciência criminal ensinada nas cátedras do direito no país adotou a escola correlacionista, de forte influência marxista, que define o criminoso como vítima das lutas de classes forçando uma nova visão sobre a aplicação de penalidades, fazendo dessas últimas um procedimento meramente terapêutico e não punitivo ou retributivo. É esta visão distorcida do fenômeno criminal que gera a sensação de impunidade e diminui o poder dissuasório do sistema penal.

Debilidade das forças policiais

Esta mesma visão também atinge o aparato policial que, tolhido pelos direitos humanos (uma distopia em si, uma vez que beneficia o criminoso e desconsidera a vítima) se vê em constante risco pessoal e funcional, perdendo também seu poder dissuasório perante os criminosos. Essa questão ideológica é principal fator de ineficiência do aparato estatal de segurança, uma vez que permeia a população em todas as suas camadas sociais e impõe de forma “democrática” este tipo de atuação estatal.

Soma-se a isso o enfraquecimento dos valores morais da população, o desarmamento civil que garante vítimas dóceis e desamparadas e a incompetência administrativa da maioria dos nossos governantes que, em aventuras populistas ou eleitoreiras, nos levaram à beira da falência financeira do estado. Temos os ingredientes do caos.

Reação liberal e proposta libertária

Ao se questionar a capacidade estatal em prover a segurança da população, um dos problemas levantados é o tamanho do estado e suas obrigações. No caso do Brasil, a Constituição de 88 estabeleceu uma gama variada de obrigações do estado exigindo uma estrutura superdimensionada, de difícil gerenciamento e, portanto, ineficiente.

As teorias liberais condenam o inchaço do estado e defendem a redução das responsabilidades do mesmo de forma a se atingir o “estado mínimo”. Seria a situação ideal, pois apenas aquelas atividades de interesse coletivo seriam responsabilidade estatal, aí incluindo a segurança pública e a defesa. Mas, infelizmente, este permanece um sonho ainda distante, pois exige uma mudança constitucional ampla cujo trâmite legal levaria muitos anos.

Hans-Hermann Hoppe

Este panorama abriu espaço para outras discussões e teorias sustentadas nas mais diversas correntes filosóficas. Dentre elas, considero importante destacar a corrente anarcocapitalista libertária, personificada pelas ideias do filósofo alemão Hans-Hermann Hoppe.

Para os anarcocapitalistas, a própria existência de um estado seria um crime contra a liberdade do homem, ao impor tributação e monopolizar certos serviços. O ideário anarcocapitalista libertário estabelece uma sociedade onde inexiste um ente estatal e que as leis que regem as relações humanas são acordadas entre todos, garantindo a propriedade privada e pautando-se no princípio de não-agressão. Hoppe, de uma maneira muito resumida, propõe que a segurança seja um serviço prestado por concorrentes privados contratados conforme a conveniência e não um monopólio do estado.

Segundo seus argumentos, a segurança pública estatal é ineficiente por não precisar vencer as demandas de um mercado competitivo. Por outro lado, a concorrência entre entes privados que fornecessem o serviço de segurança garantiria serviços cada vez mais eficientes a custos decrescentes. Tudo parece perfeito, se conduzido à luz do Princípio da Não Agressão pregada pelos libertários. No entanto, tal princípio não encontra amparo na realidade humana, na qual paixões e variantes morais distintas e, por vezes, antagônicas determinam as condutas individuais.

É neste ponto que recuso este modelo. Sem restringir o direito de autodefesa materializado pelo direito à posse e ao porte de armas, a organização de grupos armados, devidamente treinados, equipados e armados constitui-se em fator de poder que pode desequilibrar sobremaneira as relações sociais. Já afirmava Maquiavel que as boas armas são melhores que as boas leis. Em outras palavras, quem detém as armas detém o poder.

Voltemos ao início, à Detroit futurista do Robocop. Naquele cenário “Hoppeano”, as forças policiais eram propriedade de uma grande corporação que colocou os interesses econômicos e pessoais de seus executivos acima da finalidade principal da instituição policial, que é garantir a segurança da população. A sedução pelo poder que as armas delegam a seus possuidores é um importante fator a ser considerado.

Qual a garantia que teríamos de fidelidade dessas empresas de segurança, se não houvesse um contrapeso que garantisse a verdadeira liberdade de seus contratantes?

O que impediria um dirigente desta corporação de manipular parte de seu poderio para garantir seus interesses individuais em detrimento de outros contratantes, ou mesmo dos demais dirigentes?

Mais: qual a motivação e vínculo afetivo deste exército mercenário para bem proteger seus contratantes e suas propriedades?

Resposta antiga

Tais aspectos foram tratados por Maquiavel no clássico “O Príncipe”. A formação de tropas formadas exclusivamente por cidadãos do principado/república estabelece um vínculo de comprometimento que eleva a capacidade bélica, envolve o povo com a defesa e segurança promovendo a participação popular de modo mais elevado nos negócios públicos. O amor pela terra e o sentimento de pertencimento ao grupo nacional garantem maior fidelidade de seus soldados.

Indissociabilidade entre estado e segurança nacional

A estrutura militar hierarquizada tem na figura do comandante a representação máxima do prestígio militar. Nesta figura, personificam-se os valores institucionais que garantem o compromisso com o bem-estar de seu povo e com os valores democráticos, de forma muito diferente de uma empresa, cuja finalidade principal é o lucro e seus ganhos de capital.

Comandar uma tropa militar deve ser visto como um sacerdócio, em que se abre mão dos interesses pessoais para conduzir homens dispostos a sacrificar sua vida por seu povo. É a formação militar e moral dos comandantes que garante a fidelidade da instituição aos ideais democráticos e fortalece o vínculo com o estado, independente do governo que o conduz.

As Forças Armadas e as forças policiais são instituições de estado permanentes e a manutenção deste status quo se dá pela formação de seus comandantes nos diversos níveis, aspecto que não pode ser alcançado em forças mercenárias.

fim

6 Comments

  1. Excelente artigo. Ponto de vista muito coerente.
    Sobre empresas de segurança privadas Hoppeanas, não precisaríamos remeter a Robocop. Bastaria citar as milícias cariocas que se estabeleceram sob o pretexto de proteger a população dos traficantes e logo degringolaram para a violencia a fim de garantir seus interesses pessoais.

  2. Creio que há alguns fatores que foram desconsiderados no ensaio e esses fatores são determinantes!
    É fundamental entendermos que a criminalidade é um fenômeno SISTÊMICO, ou seja, para que ela exista é fundamental o fomento do que não presta em posição reprodutória. E isso é garantido através da monogamia. A monogamia permite ao lixo o direito de hereditariedade, e naturalmente garante que essa hereditariedade de má qualidade irá conflitar com os mais “bem nascidos”, serão invejosos, percebedores de suas mãs qualidades diante da exuberância alheia, serão bullyinados exatamente por serem INFERIORES (na natureza o inferior tem uma única função, servir de recurso do inimigo/predador), perceberão isso e irão atacar, afinal se tiveram o direito de nascer, têm o direito de se defender, e isso é atávico, todo ser busca se defender, mesmo que inferior, irá buscar métodos que o permitam vencer e sobreviver (aí entra a questão do sequestro das armas do povo, falaremos mais adiante), irão se associar com os que têm suas mesmas desqualidades e ficarão fortes em grupo (piratas, gangues, milícias, polícias são via de regra os personagens dessas linhagens)! Serão mais unidos SEMPRE, pois sabem que fracos precisam da união (os conceitos comunosocialistas são forjados nessa agenda, assim como a democracia e o conceito fraternidade coletiva), ao passo que os fortes são individualistas e bastantes em si mesmos, logo não se unem, apenas se AJUSTAM a um sistema social, são os defensores da máxima: não faço aos outros o que não quero para mim mesmo!
    Nessa situação, onde o fraco é permitido, a primeira criminalidade que surge é o ESTUPRO, pois o fraco NUNCA é preferência sexual de nenhuma fêmea, elas em sua natureza fundamental são as selecionadoras da espécie através da escolha SEMPRE do alfa como reprodutor. E o ômega, o lixo em grupo se percebe em condição de matar o alfa e estuprar a fêmea, e evidentemente terá que dividir a fêmea entre eles, os fracos agrupados. Em grupo conseguem avançar nessa agenda tomando haréns de assalto, pois macho alfa não se agrupa, ao contrário, odeiam outros machos pois não precisam deles, assim mantêm a distância respeitosa para que não haja conflitos finais, terminais.
    Como mostro a origem do mal é a piedade, a fraternidade que em vez de entregar os lixos aos lobos, os mantêm vivos, e assim forjam a mais abjeta casta que existe, a do lumpem proletariado.
    Só que esse mecanismo evidentemente não tem como ser arquitetado de forma ordinária, é necessário uma agenda original, de outra forma nunca existiria a defesa do lixo, e aí chegamos em uma questão fulcral, a RELIGIÃO!
    Os aglomerados comunidades originais eram feitos por artesãos, cada qual tinha sua especialidade, eram fortes em suas especialidades, e em grupos, com seus haréns formavam uma sociedade indissolúvel! Só que é sabido que mesmo a reprodução feita por um alfa não garante só alfas, até porque nem toda fémea é alfa, e essas fêmeas inferiores não geram alfas via de regra! Assim, os filhotes borras totais mas nascidos em comunidades fortes, acabavam sobrevivendo!
    Nesse ponto, a percepção desse fenômeno criou a proposta de Sun Tzu, de que o exército é formado inclusive pelo borra, em cada um o general busca a finalidade. Assim, muitos lixos eram enviados para a morte como escudos humanos. Eram os soldados que esgotavam o exército inimigo para o avanço da tropa alfa! Só que esse esquema gerou duas situações terminais para a saude da sociedade. A primeira, em um exército supinamente superior ao inimigo, a chance do borra voltar e merecedor de glórias (mulheres, perpetuadoras) era real, e evidentemente um borra que consegue sublevar as adversidades não é enetendido tão borra assim, e as mulheres não alfas filhas e esposas preteridas pelos alfas, foram as fieis esposas dos borras eficazes. A segunda e provavelmente a mais anatematizante questão foi que os alfas escudados pelos borras começaram a perder sua agonia original que os faziam alfas. As sociedades/comunidades fortes acabavam mergulhando no hedonismo e narcisismos exacerbados graças às glórias e ganhos das batalhas.
    Nesse momento começaram a surgir as filosofias, os menos providos de qualidade intrínseca, os desdotados das capacidades artífices, ficaram ociosos e acabaram se tornando os filósofos, os observadores do meio (platão foi um exemplo disso absoluto), e observando os intelectuais em suas agendas educativas dos jovens acabarão criando métodos de aliciamento de massas. Dessa forma surgiram as mais abjetas propostas elucubrativas, de epícuro a pausânias, de sócrates a aristóteles, de pitágoras a aristóxeno.
    O pragmático perdeu espaço para o lúdico, e o alfa acabou ômega, e chegamos finalmente a religião e sua nefasta influência. As fenomenologias naturais sempre forma motivos de elucubrações, e mantidas na esfera pragmática garantiram a adequação dos ciclos, criaram-se os calendários primitivos, garantiram-se as colheitas abundantes e assim a bundância começou a corroer as visceras das sociedades ditas primitivas. Nesse momento começaram as criações de leis em busca do freio ao abjeto exuberante (os tais ômegas alfalizados e os alfas omegados). Mas que leis? Quem tinha a qualidade para criar leis e impô-las a todos? Antes o alfa dizia e o ômega obedecia, e aí se assim não fosse! Nos agrupamentos sociais os alfas estabeleciam de forma tácita o clássico: “não faça aos outros o que não queres que te façam”! Mas em uma sociedade eivada de vícios redibitórios, a coisa não tem como funcionar de forma pragmática, é fundamental a criação de leis tergiversantes, pois já não há a força fundamental de decisão do alfa!
    Os alfas já estavam relativisados, logo era fundamental criar um alfa para servir de freio a todos, e aí surgiu o conceito do lider carismático, não necessariamente alfa, mas sim porta voz do divino, uma espécie de tradutor das “vontades de deus”, o sacerdote.
    É fundamental entendermos que as únicas razões da sustentação do borra é a PREGUIÇA, A COVARDIA E A VAIDADE, com ambas o lixo é blindado, pois ninguém quer trabalhar, todos querem o comodismo, todos querem comer o que os outros plantaram, morar na residência que o outro edificou, e graças a covardia do oponente, que se recusavam a ser mortos em campos de batalha surgiram os escravos, que se recusavam a morrer exatamente por conta da vaidade!
    Como já dizia o Eclesiaste: tudo é vaidade, vaidade de vaidade! E lá vai idade!
    Como mostrei, a origem do crime é muito mais compléxa do que simples análise do que está em posição de comando, até porque para o oprimido, a lei é o crime! Como acreditar em leis criadas por bandidos (esse é o caso EXATO do Brasil), como legitimar meliantes defensores de criminosos, como juizes que legislam em causa própria (vide LOMAM), legisladores que só criam leis que os beneficiam (só tolos acreditam que investiduras garantem leis para todos e não para os investidos), como acreditar que um borra qualquer armado e investido pelo estado criminal fará algo que não seja anomial?
    Continua

  3. Como mostrei não tem mais sentido em falar em crime e castigo quando a própria sociedade é DOENTE!
    Já dizia Krishnamurt: “Não é sinal de saúde ser ajustado a uma sociedade completamente doente!”
    E nossa sociedade é completamente anômica, em gênero, número e grau! E a prova cabal disso é que hoje se entende que buraco de fezes é órgão sexual!
    É evidente que se isso é verdade, gente e excremento estão aquilatados POR LEI! Afinal SEXO É REPRODUÇÃO, INDEPENDENTE DE QUALQUER IDIOSSINCRACIA ANALÍTICA!
    Como mostro, a sociedade está degenerada na origem, hoje um macho supinamente mais qualificado que todos os outros não pode ter um harém, mas o borra cheio de grana herdada ou garantida por agendas criminais e políticas pode mesmo que de forma concubinal! Hoje um rodrigo maia é lider, como é possível um ser flácido, fraco, sem qaulidade intrínseca ser líder? Como é possível “trogados” serem os determinadores dos destinos alheios se são sabidamente venais celerados? E olha que isso a própria sociedade mesmo DOENTE sabe!
    Como é possível que uma sociedade tenha leis para blindar a proteger doentes, que SEMPRE só são doentes ou porque nasceram de doentes ou porque destruíram suas integridades!
    Como é possível que o álcool, a mais desgraçada de todas as drogas, ser estimulado e mais, ser a ferramenta da sedução, afinal é sabido que o do bêbado não tem dono, só que o do bêbado não é para sexuar, mas a da bêbeda sim! Fica patente que mulher ingerir alcool é assinar que vai jogar fora a seleção! E isso é a REGRA nessa sociedade! E nascidos de bêbados bênados são! Hoje se estupra óvulos (inseminação artificial) em nome do “amor”… Amor ao que??? Ao que há de mais fraco, doente e abjeto?
    Como mostro nessa análise, chegamos a um grau de deterioração que já não mais possível imputar a alguns a causa das desgraças sociais, aliás, isso é covardia, a culpa é de todos!
    E nessa situação de anomia geral e sistêmica e fundamental a GUERRA TOTAL, só a guerra absoluta permitirá que algo de bom saia dessa sociedade e se assim não o for, a AI (inteligencia artificial) irá dominar tudo a o próximo ser dominante será uma aberração sintética! Será que ninguém percebne que a proposta de “sexo anal” só é possível em uma sociedade doente, coprolagna? Será que não conseguimos perceber que seres que assim pensam NÃO SÃO SERES HUMANOS?
    Sugiro a tods que leiam sobre porcos e javalis e lobos e cães, em amb os os casos, TODOS têm a mesma genética, mas NÃO SÃO OS MESMOS ANIMAIS! O mesmo está acontecendo com a espécie humana, já não é uma só, e o que está nascendo não é sequer um esboço de humanidade!
    O que alerto aqui é que sempre, ao longo da história conhecida dos seres humanos as guerras são os lastros. E isso mostra que o que coloco é fato, quando se avoluma a quantidade de desfuncionais é fundamental uma faxina na casa, guerras e mais guerras e na atual situação só guerra atômica irá conseguir fazer algum ajuste pertiente, e não por acaso hoje existem armas terminais!
    Caso tenhamos alguma espectativa de melhora sem o extermínio quase que total da humanidade (o primeiro mandamento do Stonehenge da Geórgia, vulgo pedras da Geórgia), entendo que é fundamental o armamanto completo da população. E digo completo por uma razão simples: Um juiz que se locupleta e prevarica em função de sua investidura é mais criminoso que um bandido favelado que só viu a desgraça em toda sua vida, um agente da lei que é corrupto não mata um ou alguns, mata uma população inteira, inclusive com seu exemplo nefasto, um agente público que recebe parte do butim que é roubado do povo (se houver alguma dúvida de que imposto é crime, de assalto a mão armada terei prazer em explanar essa questão) em forma de salário não é menos criminal que qualquer receptador de furto, “empresários” que são três dos mais ricos do Brasil às custas de tráfico de droga mesmo que autorizada não é menos celerado que um traficante de morro que vende droga não autorizada, e a isso incluamos as drogas cheias de lobies das farmáfias! E claro, não podemos excluir do rol de criminosos os que diante do radar reduzem a velocidade para aumentar de forma irresponsável depois de livres do olho eletrônico, não excluamos os bêbados dirigindo, os sem habilitação dirigindo e os profissionais de “saúde” que violam mulheres com o pretexto de que são profissionais. E não tenho como listar mais a quantidade de criminosos na sociedade, pois seria um livro muito grande.
    Mas entendido que o que não falta são criminosos em uma sociedade completamente distópica, fica patente que todos armados será a forma de buscar uma limpeza social sem o uso do extermínio total das guerras atômicas.
    Há o risco dos mais abjetos emplacarem? Eu tenho certeza que não, pois a maioria dos seres humanos têm um mecanismo empático, e esse será a medida das reações, e no mesmo passo temos um fato fundamental, só que garante a sustentação da sociedade são os artesãos, os criadores, os construtores e plantadores, e dessa forma eles de uma forma ou de outra irão ajustar as coisas.
    Para entendermos melhor: um armado só é uma ameaça enquanto a arma funciona, no momento que deixa de funcionar ele dança, e mais sem alimento ele não irá sobreviver mesmo armado, e sem suporte de outros os toscos morrem por incompetência.
    Assim, haverá sem dúvida um caos inicial, mas em um dado momento a balança há de pender para o lado dos capazes, mas para que isso aconteça é fundamental ARMAS de igual poder de fogo nas mãos de todos, e sem tributos, e no caso das mulheres, de graça.
    Passamos do ponto de não retorno há muito tempo, tanto é que hoje buraco de fezes é aquilatado a porta da vida, a vagina, um “omem” sem qualidade alguma hoje é chamado de uma mulher mesmo que trans, e quando a fêmea é atacada emqualquer espécie, essa espécie ACABA. Ou defendemos as mulheres como todo macho sadio TEM que defender, ou em breve seremos apenas vistos em museus como o australopitecus afarensis! E pior, quando buraco de fezes, esgoto corporal vira órgão sexual, sempre o humano será aquilatado a material fecal, pois é isso que nasce do “órgão sexual” anal!
    Peço encarecidamente que não se foquem no lado pessoal nessa análise que faço, pois já estamos todos doentes, visto que aceitamos mesmo que não tacitamente, o que está orquestrado, tenhamos qualidade fundamental de apontar a culpa inclusive em nós mesmos, pois em uma sociedade doente, todos os partícipes dela são doentes, mesmo que não saibam, afinal se todos são doentes não é possível auferir a nossa enfermidade.
    Agradeço a atenção e vosso tempo
    Obrigado

Leave a Comment

O seu endereço de e-mail não será publicado.

This div height required for enabling the sticky sidebar
Ad Clicks : Ad Views : Ad Clicks : Ad Views : Ad Clicks : Ad Views : Ad Clicks : Ad Views : Ad Clicks : Ad Views : Ad Clicks : Ad Views : Ad Clicks : Ad Views : Ad Clicks : Ad Views : Ad Clicks : Ad Views : Ad Clicks : Ad Views : Ad Clicks : Ad Views : Ad Clicks : Ad Views : Ad Clicks : Ad Views : Ad Clicks : Ad Views : Ad Clicks : Ad Views : Ad Clicks : Ad Views : Ad Clicks : Ad Views : Ad Clicks : Ad Views : Ad Clicks : Ad Views : Ad Clicks : Ad Views : Ad Clicks : Ad Views : Ad Clicks : Ad Views : Ad Clicks : Ad Views :