Uma homenagem indireta a Damares Alves

É verdade que os espartanos tinham o lamentável costume de sacrificar bebês que nasciam deformados ou deficientes. É verdade que tribos indígenas brasileiras fazem a mesma coisa embaixo de nosso nariz. Só muda o método. Uns os jogavam ao abismo. Outros os enterram vivos nos limites da aldeia. 

Quando se diz que o cristianismo supera qualquer “conjunto de crenças” em termos civilizacionais, é esse tipo de delírio que se tem em mente. Espartanos e outros povos julgaram a vida por suas formas particulares. O cristianismo preserva a vida em si mesma, a despeito da forma em que ela surja no mundo. 

A eugenia, contudo, prática apreciada pelos nazistas, não foi inventada por eles. Ela exprime o desígnio humano de controlar que forma da vida é digna de ser preservada e permanece praticada ao nosso redor.

O socialismo francês tem um modo peculiar de exprimi-la. O nome é “amniocentese”, ou “biópsia de vilo corial”. Trata-se de um exame opcional para diagnosticar, durante o pré-natal, se o bebê em gestação possui alguma “anomalia cromossômica”.

Dizem, é claro, que o objetivo é “ajudar os pais se preparar.” Na prática, o exame pode ser usado para solicitação de aborto por “anomalia”. Afinal, quem é obrigado a conceber um bebê não ideal e ter sua vida profissional destruída pela dedicação absurda que um deficiente exige da mãe? Este é o raciocínio.

O exame chegou ao Brasil em 2013. Tive notícia dele na França (socialista e eugenista) em 2010. Fiquei naturalmente ofendida com a proposta da obstetra. “Pra quê? Que diferença faz saber com quantos cromossomos nascerá o meu bebê, se ele é o meu bebê?”

Contou-me a história de que ajudava as mães se prepararem… “Quem em sã consciência pode estar “preparado” para lidar com a vida e suas mazelas em algum momento da vida e de suas mazelas? De novo: que diferença faz?”

Não insistiu. Mas não pude esquecer. Tampouco da frase orgulhosa que soltou durante o ultrassom morfológico: “c’est un bébé parfait, tous les membres sont bien formés” (é um bebê perfeito com todos os membros bem formados).

Que espécie de bebê poderia ser imperfeito para sua mãe imperfeita, para quem um bebê é sempre perfeito?

A eugenia é falaciosa. Se fôssemos extirpar todas as pessoas marcadas por deformidades da alma (a surdez espiritual crônica que inviabiliza compreender o próximo, por exemplo), não teríamos abismos o suficiente. A imperfeição física e espiritual é a sina dos seres-humanos. Nossa sina comum.

Beethoven era surdo e imaginou a nona sinfonia. Milhões de seres-humanos com ouvidos funcionais são, paradoxalmente, espiritualmente incapazes de compreendê-la. Não é uma forma física regular que nos torna humanos; é o ser a expressão de uma. 

A deformação violenta do corpo físico de Cristo após o suplício não o tornou repugnante a Maria. A dignidade feminina máxima é o próprio amor manifesto na Pietá, e não na submissão cotidiana cega a procedimentos médicos desalmados. 

No dia em que as mulheres souberem olhar feio às suas obstetras a cada exame cromossômico que lhe sugerirem, talvez a gente tenha alguma chance de escapar ao inferno escuro onde a obtusa mentalidade coletivista nos afundou.

fim
Revista Esmeril - 2020 - Todos os Direitos Reservados

5 Comments

  1. A proposta pode ser entendida por aí, e pode passar longe desse entendimento sem perder o foco! O conceito eugenista é tergiversado (a própria palavra “eugenismo” é ambígua) desde que a religião estabeleceu que a quantidade é melhor que a qualidade!

    Se observar, na natureza só o que existe é o eugenismo, mas não sob a alcunha citada!
    A planificação da espécie, e em última análise, a planificação de todas as espécies (inclusive humana) é um processo eugênico, onde as vicissitudes são o método seletivo.

    Por exemplo, vc percebe claramente o quão nefasto é o comunismo, e esse método é o oposto da eugenia, se garante todos vivos, até porque escravo de toda sorte é desejável, até como ração, ao passo que a eugenia segue a monarquia, que estabelece que cada qual tem suas idiossicrasias e capacidades distintas, inclusive a possibilidade de não ter qualidade e não merecer viver mais do que o tempo necessário para provar que não presta!

    Em todo o mundo natural o sexo é praticado com um único objetivo, a apuração da espécie com o intercambio genético. Já na sociedade humana, graças a intervenções pontuais do passado (“…e os elorin encantados com a beleza das mulheres dos homens as tomaram para si”) todos os dimorfismos sexuais são exacerbados, o corpo feminino é uma apoteose erótica, o membro masculino é sem osso (todo pênis antropoide e macaco tem osso), de forma que possa penetrar ludicamente vaginas sem um risco mais severo de dano no útero, somos despidos de pelos, uma forma evidente de aumentar a sensibilidade tátil imediata e menor sensibilidade “estereotátil” (quero dizer que os pelos servem de vibriças, tais quais as do gato e até antenas de insetos, percebem tatilmente tudo, inclusive as variações no deslocamento de ar), ou seja, nossos corpos foram forjados para o toque nu! Os pelos só existem em zonas erógenas para reter (preservar) feromonas e não onde todo antropoide tem pelo como proteção!
    Percebe-se que o ser humano foi cunhado para a fornicação!!!
    Mas, qual o sentido de uma espécie ser fornicadora? Quais as vantagens, quais as desvantagens?
    Devemos começar essa análise pelo o que fazemos com outras espécies. Só inseminamos as fêmeas de qualquer espécie que criamos com os genes que nos interessam, e não nos que interessam essa espécie! Escolhemos o gene do touro que tem boa cobertura é não o do bravio, dominante, indomável, e o mais fundamental, o mais forte e musculoso!
    O único caso onde se preserva os genes de potencia é o caso do cavalo, mas mesmo assim são SEMPRE, invariavelmente genes de animais MANSOS! Quando escolhemos gerar bestas feras, usamos até de mutilações pontuais, como cortar as orelhas do cão para que ele não possa se proteger dos ruídos, ou a cauda, para que não tenha como colocar o rabo entre as pernas (defesa do genital, da matriz perpetuadora da espécie). E nesse caso, o animal, cão, vira uma besta fera, e não porque o é, mas sim porque se tornou acuado naturalmente, ou seja, o animal sem as defesas primárias sabe que só lhe resta as armas primarias, e dessa forma a violência se torna a única linguagem!
    Em nenhum caso na história uma espécie foi mutada para o seu bem comum, e no caso da espécie humana, essas mutações feitas ao longo de sua existência servem para a degeneração total da espécie humana! Tanto é fato que hoje, até um buraco vertedor de fezes é estimulante como um órgão sexual! E convenhamos, NADA pode ser mais doentio do que aquilatar os apelos, tatil, olfativo, gustativo, térmico, visual de uma vagina aos atributos de um esgoto corporal!
    É mais do que evidente que a humanidade vem sendo degenerada ao longo de suas gerações e que essas naturalmente são muito mais antigas do que obras platônicas alegam ser com suas atlântidas!
    Só para entendermos o grau de loucura catedrática que domina a arqueologia vamos observar os “homens das cavernas”: alegam que os humanos moraram em cavernas, como se fossem retardados incapazes de criar suas habitações, ao passo que TODOS os animais sabem fazer suas habitações, ou seja, o “topo” da cadeia evolutiva tinha que disputar covas com ursos e outros inquilinos em vez de simplesmente fazer suas habitações!! Só um completo retardado mental diria tamanha insanidade! É evidente que o ser humano faz suas habitações desde sempre, assim como todos os animais o fazem!
    Fica patente que as cavernas tinham sempre um carater sincrético, ou seja, representava o útero, a vagina, o desconhecido germinador, o poder telúrico! Logo, todos os combates narrados em cavernas nunca tiveram lugar comum, nunca foram corriqueiros (tanto é fato que ficaram grafados lapidarmente pela eternidade), eram fenômenos de ordem religiosa, onde se celebrava a fertilidade e o mistério das mutações (qualquer ser feito de mistura genética é MUTAÇÃO).
    Até ratos (formigas, termitas, abelhas, aranhas, TODOS fazem habitações) fazem suas casas, mas o topo de cadeia evolutiva não, esse tinha que disputar cavernas (sempre raras) com animais maiores e mais equipados…

    Coloquei essa questão da impossíbilidade do conceito “homens das cavernas” para ilustrar que toda a história do ser humano é um completo desfile de idiotias, criadas com o único objetivo de estupidificar o ser humano, o que por sinal teve êxito total!

    Daí, volto à eugenia. O ser humano é mutado desde sempre, e dessa forma sempre esteve na placa de petri de deuses, sejam monodeuses, sejam polideuses!
    A sexualidade humana é tão doentia que preconiza a bolinação, as “preliminares”, e por que isso?
    Simples: é através da cumplicidade genérica que se garante a dinâmica do construtivismo ineficiente para a espécie e eficiente para os dominantes dessa espécie!
    Em sexo ficamos em vulnerabilidade total, ficamos sempre a mercê do inimigo enquanto envolvidos nas questões do coito! É evidente que esse sexo lúdico só surgiu depois do domínio total dos animais pelas armas, antes teria garantido a extinção do ser humano.
    E esse sexo lúdico tem como única meta a dissolução da espécie humana, e isso se observa ao longo de toda a civilização documentada, ao ponto de hoje termos as mais imundas praticas vistas como sexo (o ser humano é tão lixo, mas tão lixo, que dissocia o sexo da reprodução embora seja indissociável), e pior, amor!! Que tipo de amor existe em um degenerado, é algo a se cultivar ou a se exterminar?

    Como mostro, em apenas uma mostra da dinâmica sexual e comportamental da espécie humana evidencio que o eugenismo, se em voga, muito provavelmente estariamos a parsecs de distancia evolutiva do ponto de não retorno, o “sexo anal”!
    Sem seleção, sem desafio, sem ataques, sem destruição, TODA e qualquer espécie tende a se borralizar, tende à degeneração!
    As índias e espartanas sabiam/sabem que em um mundo natural só tem serventia e só é capaz de vencer o mais aparelhado, o mais capacitado, o mais inteligente. Para uma espartana se permitir sexuar com algo menos que o melhor era abominável! Só o mais forte garantia a ela até o status de geradora de boa linhagem! Já o lixo garantiria a ela até um ateniense, cheio de epicurismo, cheio de afeição por jovens mancebos (percebe-se claramante uma falseação da história com alegações de afeições maricas entre espartanos, é evidente que só os hedonistas entendem que sexo é prazer em vez de reprodução!). Um índio fraco não serve para nada dentro da aldeia! É fundamental que só haja fortes. Permitir ao tosco o direito de partilha de recursos, muitas vezes escassos, é algo que beira o sucídio.
    Como exemplo cito o caso do navio a deriva em alto mar. Tem víveres para dez dias para todos os 1000 passageiros e tripulantes e sabe-se que antes de cinquenta dias não haverá terra de forma alguma, e desses só 100 são determinantes para o funcionamento do navio. O que se faz? Se garante por dez dias a vida dos 1000 ou se elimina os que nada fazem para o desenrolar do evento? É evidente que é fumdamental o aborto dos inúteis, e a seleção evidentemente é feita em cima das capacidades de cada um. Os mais fracos, gordos (obesidade é uma grave patologia do espírito egomaníaco, comem mais do que precisam e fazem menos do que devem), velhos, doentes, todos terão que ser e serão eliminados! E só dessa maneira se garante que haverá víveres para os sobreviventes até o avistamento de terra!
    É como um cabo de guerra, enquanto se garante os incapazes vivos, se garante que os recursos gerados pelos capazes não serão usados para a capacitação, mas sim para a sustentação dos incapazes!
    E a prova cabal são os fecalopatas, seres da mais abjeta concepção, que hoje estupram mulheres inclusive em seus direitos legais, e pior, biológicos, hoje um traveca, capado ou não, é aquilatado a uma mulher!! Ou seja, um “omem” lixo ao extremo, sequer consegue ser o que é, é alavancado e BLINDADO POR LEIS ANTI-EUGENISTAS!
    Não se permite que as criações sejam formadas por borras, porque maldita razão permitiríamos que nossa própria espécie assim o fosse?
    Os mais renitentes e recalcitrantes dirão que um fecalopata (turing) foi o criador do conceito moderno de linguagem computacional, e a eles responderei que o modelo computacional escolhido e seguido pelo ser humano é a garantia de sua extinção, é algo canhestro que só funciona quando existe um amontoado de desfuncionais, em um mundo de eficazes esse modelo não funciona. Para entender vale observar a dinâmica dos algoritimos, instruções fechadas que em interações extrapolam completamente as premissas iniciais dos algoritmos. Sofisma na veia!!!
    Toda espécie é sujeita a planificação das espécies e evoluem, nós, os “topos” da cadeia evolutiva (sic) não estamos e involuimos, ao ponto de estamor no inferno que estamos hoje, onde existe uma discrepança intelectual entre os mais capazes e os menos capazes de mais que o triplo do quoeficiente médio intelectual!
    O último Leonardo da Vinci já tem mais de 500 anos, o último Tesla já tem quase 100 anos, os grandes artistas são obras do passado! O que deveria ser o comum é algo raro!!!
    Bethoven, que começou a tocar ainda com ótima audição, é entendido fenomenal porque a espécie humana já é desfuncional a muito tempo! Tanto é que os gênios são raros, sendo que se houvesse a eugenia alfesca, os gênios seriam os comuns, e não existiria os desfuncionais que precisam de smartphone para serem smarts!!

    Continua

  2. Se “somos” os mais inteligentes do planeta, não seria o óbvio que fossemos todos igualmente inteligentes, entendendo que a fraternidade é tão ampla que até macho ômega tem direito a cópula e perpetuação de seu gene?
    Não seria prova de degeneração o nascimento do gênio ser algo impar?
    Não seria prova de incompetência todos dependerem dos avanços que só meia duzia conseguem compreender e alavancar?
    Hoje, debilmentalices como “mecânica quantica” é algo elevado a intelectualidade, hoje todos entregam suas integridades para médicos, polícias, professores, estado, sem se aperceberem que os únicos que realmente irão aos píncaros do incognoscível para se garantirem são eles próprios!
    Chegamos ao ponto de aceitarmos políticas públicas que nos tiram as únicas formas de nos protegermos de qualquer ataque, as armas, sejam as medidas de nossa segurança!
    Isso é tão debilmental! Mas todos já estão tão severamente danados que não percebem isso de forma objetiva, entendem como temática sociológica! A coisa é tão supinamente doentia que chagamos ao ponto de nos entender como mirmecóide, algo como formigas, onde cada personagem já é cunhado para ser o que é!
    Isso é tão demente que a demente e distópica retórica do “admirável mundo novo” de aldous huxley virou um “cult”!
    Só uma sociedade doente consegue entender que seres como humanos podem ser entendidos como formigas! Sequer temos uma sexualides ao menos similar, e entendendo que sexo é determinante de tudo, fica evidente que se nem a sexualidade é similar, achar que somos semelhantes é demente!
    Sexo é gostoso por uma razão banal, se não fosse, todas as espécies sexuadas acabariam! Não tem sentido partilhar/doar consciência em vez de aprimorarmos essa consciência em nós mesmos!
    E mais, é gostoso e alucinante para machos para que esses entrem em combate, de forma que só o vencedor irá perpetuar seu gene. E é cio para a fêmea para que ela em momento propício fique também descontrolada para se permitir poluir (de polução) por algo que vai tornar a vida dela muito mais complicada! Todo esse esforço para gerar um menor, um menos que o máximo é simplesmente estúpido!
    Vou citar um exemplo emblemático, as renas/caribus.
    Os caribus são machos agoniados na época do cio, não é raro o combate terminar em morte, inclusive de ambos contendores! O macho alfa baixa o sarrafo em todos, monta todas, e graças ao impulso sexual se condena a morte! A razão é simples, enquanto o macho alfa está focada nas vaginalidades abundantes e ciosas, focado inclusive em não deixar um lixo qualquer emporcalhar suas fêmeas com o fedor deles, só tem foco para as fêmeas, e não come, não se cuida (o corpo já calejado de combate tem muitas feridas), e no inverno será ele o primeiro e servir de recurso dos lobos, ursos, pois não terá reserva alimentar para passar o inverno, e como em regiões árticas não abunda recursos a sorte dele está selada na primeira montada! Nem preciso dizer que o alfa só é alfa em uma única temporada!
    Esse é um caso singular, outros animais de climas mais favoráveis conseguem manter seus reinados por muito tempo.
    O que quero mostrar com isso é que se uma fêema de caribu aceitasse sexuar com um borra (só por amor, afeição, cumplicidade, e todo um leque de argumentos criados pelo sexo libertário/comunhão), ela geraria uma cria que NUNCA seria alfa, e dessa forma não se perpetuaria, se fosse fêmea, seria a ômega, e os filhotes gerados seriam as sobremesas dos lobos famélicos comedores do macho alfa debilitado!
    A eugenia é a única forma de garantirmos a evolução na situação em que nos encontramos!
    Se eu estivesse errado, autistas hoje não seriam entendidos “especiais”, aspergis, savants! Quando chegamos ao ponto de chamar um desfuncional de especial é sinal que nossa medida de especialidade despencou! Um ser que posto no mundo não irá vingar, não deve ser posto no mundo! A própria natureza garante isso! Quando uma f~emea não tem qualidade sequer de parir sua própria cria só, não tem serventia na natureza, sequer os machos a procuram, buscam as mais eficazes.

    Não tem sentido desconsiderarmos os fatos para legitimarmos a insanidade como lógica.
    Não tem sentido partirmos de premissas religiosas para analizarmos fatos irredutíveis como os fatos biológicos!
    O único sentido do sexo desseletivo é o DESESPERO DA ESPÉCIE, já completamente degenerada, já sem chance de perpetuar algo que preste, se aventura na tentativa e erro buscando sublevar a tanatologia fundamental!
    O único sentido da desseleção em vez do eugenismo é a falta de opção, quando os exemplares da espécie já são tão supinamente degenerados que vale arriscar gerar um mutante (o centésimo macaco) em busca da cambalhota da roda do destino! Mas de forma alguma aos degenerados é dado o direito de achar que o que estão gerando é algo salutar, ao contrário, sabem que o fim já está acontecendo e por conta disso, vale até sexo desseletivo, de forma que pode ser que um, ou alguns, possam nascer mutantes o suficiente para gerar uma nova proposta.
    Quando se desconfigura e anatematiza a eugenia, é sinal que a espécie em questão já acabou, e que se busca uma nova proposta, apenas isso.
    Peço a todos que entendam que não faço comentários calçados em minha opinião pessoal ou preferência, busco manter o foco epistemológico de todas as minhas colocações, de forma que o que aqui exponho é um compendio de informações reais e documentadas que servem de arcabouço para a fundamentação de minhas análises. Não faço ataques pessoais, não faço julgamento pessoal, o que faço é mostrar por A+B que os métodos aplicados têm diversos pontos falhos, pontos esses pertinentes a uma espécie que já acabou e ainda não sabe!

    Agradeço o espaço cedido e tempo
    Obrigado.

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