(fe.mi.nis.mo) s.m. [F.: Do fr. féminisme.]

Feminismo é um substantivo abstrato cujo referente é um erro de raciocínio: a premissa segundo a qual os deveres e modos masculinos são mais dignos que os femininos. O feminismo, portanto, seria um método de reinvindicar às mulheres deveres e modos masculinos com o propósito final de equiparar a dignidade dos sexos.

Trata-se de um erro de raciocínio porque os deveres e modos maculinos não são mais dignos que os femininos, uma vez que esses dizem respeito à condução da vida privada, à formação do caráter das crianças e à estabilidade doméstica一sem os quais a vida em comum desmorona.

Contudo, a certa altura do tempo, as pessoas passaram a acreditar que política era a coisa mais importante do mundo, e não um mal necessário para regrar o convívio humano. Foi neste momento que algumas mulheres endossaram a suposição de que o governo da família era menos digno que passar horas num parlamento estéril insistindo em convencer o próximo sobre a superioridade de um argumento; e que delegar a educação dos filhos a terceiros seria a forma mais segura de garantir que eles fossem bem educados.

A mistura entre governo público e governo privado, ou vida política e vida econômica, caracteriza o ideal socialista. Neste ideal, cada indivíduo tem valor enquanto membro de um Estado único, mas não enquanto integrante de uma célula autônoma一agrupamento chamado “família”.

Este modo de governo, portanto, dissolve a família no Estado, aniquilando as funções femininas associadas à condução da vida privada. Em compensação, oferece às mulheres a maravilhosa saída de rebaixar-se a tarefas costumeiramente atribuídas aos homens – ou que as mulheres sempre tiveram a sagacidade de evitar.

Embora o método seja um fato recente, estritamente ligado ao moderno ideal político igualitário (ou socialista) e à consequente dissolução do poder privado (ou poder da família, logo, governo feminino), muitas militantes, confundindo o método à sua premissa, acreditam que outras fases do passeio humano pelo tempo foram estéreis em mulheres que governaram povoados, reinos ou impérios.

Daí que o feminismo exija às suas arautas picotar a história e reorganizá-la aleatoriamente, de modo a apagar Cleópatra, Aspásia, Hipátia, Heloísa, dinastias germânicas, os modernos Tudor, Medici, Stuart e, em especial, cada fio de cabelo das Habsburgo. Uma saída alternativa é afirmar que o fato de muitas princesas terem governado reinos e impérios implicava que as demais mulheres não governavam, àquela altura, suas próprias casas.

Para algumas mulheres, o feminismo foi o método pelo qual passaram a usufruir de algum poder 一 embora, na prática, tenha sido o rumo no qual perderam completamente o único governo que tem sido, ao longo dos séculos, capaz de proteger seus filhos da tirania: o do reino privado e doméstico.

Por esta razão, muitas mulheres que recusam abrir mão de seu poder milenar apelidaram as militantes socialistas de “feminazis”, em clara referência ao coletivismo supremacista da Alemanha nazista.

fim
Revista Esmeril - 2020 - Todos os Direitos Reservados

5 Comments

  1. Muito boa análise, um tanto temporal, causal, espacial…
    Colocarei uma ótica diferente da que foi proposta, mas que endossa a que foi proposta!
    Vou fazer uma digressão de “zilhares” de anos para me fazer entender.
    Não direi que somos frutos de darwinismos e nem de criacionismos, mas direi que somos resultado de aventuras sexuais de antanho!
    No mundo animal, 90% das fêmeas de generos sexuados (mais de 90% de todos os seres vivos são FÊMEAS, sem existência ou necessidade de machos, só no filo cordata existe o dimorfismo sexual preponderante) são as escolhedoras e só aceitam o alfa. Há algumas exceções pontuais, por exemplo, o melanocetus (um peixe abissal) por falta de exemplares abundantes e em um mundo supinamente inóspito, os machos diminuiram até a qualidade de “verrugas”, ou seja, como achar uma fêmea por paragens “talassobáticas” é algo improfícuo, eles preferiram se aferrar (literalmente) a únia fêmea que encontrariam em todas suas vidas! E não é incomum (dentro do conceito escasso, é claro) uma fêmea de melanocetus ter alguns machos em seu “harém”. As fêmeas absurdamente maiores que o macho (o tal verruga) aceitam machos cravados nela como reservatórios seminais, esses acabam com o tempo a ter uma circulação sanguínea junto a da fêmea, como mostro o conceito verruga não é exagerado! Ficam como pequeno apendices ferrados no couro da fêmea, e elas têm a seu dispor uma salada seminal que será utilizada de acordo com as necessidades pontuais geradas pelo ambiente.

    O entendimento de que mulheres são contraparte do homem não se sustenta, o macho é um mero método de partilha genética, todo animal nasce fêmea a só vira macho com a injeção de hormônio masculino lá pelas tantas. Geneticamente a fêmea é completa, ao passo que o macho é parcial (pelo menos 12,5% menor, partindo só do conceito de que cada perna do X é uma hipotenusa e a do Y é um mero cateto, se formos para a matemática disso teremos menos que os 12,5%), logo ela não recisa do macho, em teoria dos conjuntos ela contem o macho eele apenas está contido, não contem nada além de sua mediocridade!

    Agora vamos ao que quero mostrar.

    Em tempos antanhos toda protomulher tinha cio, e esse determinava a tolerância dela com a sexualidade, sem cio sem sexo e ponto final. Algo semelhante aos felinos, que as fêmeas relutam de forma absoluta a penetração, pois o falo dos felinos têm espiculas que assim como um carrapicho laceram as paredes vaginais. A razão é simples, o semen do felino é ralo, fraco (por isso leão dá oitenta!!) e só consegue sobreviver se o sangue da fêmea dá o suporte para ele, de outra forma não nasce nada de gala fraca!
    Só que elas entenderam (acho que essa é sacação da metáfora do fruto proibido e a Eva), que os machos sempre estavam dispostos a se matarem sem pestanejar pelo o que elas tinham entre as pernas, e essa sacação mudou completamente o rumo da história humana! Elas pensaram: Pô, se esses caras estão dispostos a perder a vida em combates esganiçados só pelo o que tenho entre as pernas, o que será que não posso fazer esses caras fazerem se usar do método de adestração de recompensa (exatamente como adestramos animais hoje em dia)?
    Observo que os hominídeos eram nômades, ciscavam onde encontravam alimento e segurança. E quando não mais tinha algo a se colher, partiam para outra. Como animais mais fracos, ficar de bobeira em qualquer lugar era gerar a ocasião do predador.
    Nesse momento, a sacadoro percebeu que poderia garantir a criação da prole com a ajuda do macho! Ela pensou: ele não quer o que tenho entre as pernas, vai ter, mas vai trazer os proventos para o ninho e garantir a segurança, afinal cair na pancadaria é o modus operandi dele! Com isso, ela criou a agricultura (o que fez a civilisação foi a agricultura), pois os caroços e sementes que caiam antes pelos caminhos, agora quedavam próximo ao ninho, afinal a fêmea com seu servil garanhão podia se dar ao luxo de ficar de resguardo, em vez de ter que parir e se mandar rápido por conta das atrações que o cheiro do sangue provocava. Nessa hora os protohumanos começaram a construir edificações mais sólidas, e até procurar cavernas (a interação íntima com a fêmea gerou uma catalização na curiosidade pelo oculto, afinal o que a fêmea tem dentro dela é capaz de gerar vida, e isso é arquetipicamente o que a caverna representa com seu escuro impenetrável, indescortinável), mas só que o preço foi muito alto!
    As lacerações no tecido vaginal do sexo fora do cio gerou toda sorte de patologias nas genitalias femininas, a o resultado foi mortandade galopante das protomulheres e até dos protohomens. Naquele tempo mulheres não ficavam “molhadinhas”, eram sequinhas fora do cio! E esse fato explica o fato do código genético do ser humano ter apenas seis evas! Com a mortandade galopante de mulheres com toda sorte de ziquizira genital algumas sobreviveram por uma razão simples: o corrimento delas abundante reduziu o dano, ou seja, a própria resposta orgânica á agressão, o corrimento, acabou virando com o passar das gerações no que hoje chamamos lubrificação vaginal, que é diferente da lubrificação do cio, a lubrificação do cio é espessa, colante, e ácida (exatamente para que os patógenos do falo não tivessem chance no corpo feminino no mesmo ritmo que matava os espermatozóides meia boca), ao passo que a lubrificação “artificial”, o tal corrimento que virou algo salutar, é aguada, apenas um lubrificante mais nada.
    Só que nessa caca geral, algumas coisas aconteceram concomitantes, uma delas foi o cultivo, os machos viram que as sementes eram a causa das plantas, logo começaram a plantar. Outra foi que tiveram que enterrar seus mortos, pois de outra forma atrairiam os predadores, afinal não podiam abandonar o sítio que eles cultivaram (sim, nessa hora surgiu forte o conceito PROPRIEDADE), e mais, perceberam que os filhotes só nasciam depois que eles montavam as mulheres, logo, assim como as sementes da plantas que eles cuidavam, os filhotes eram também deles e isso significava exército próprio! Daí, surgio o conceito fidelidade, pois nenhum macho sadio aceita criar filhote de outro (aceitar criar filho de outro é um dos indícios da desvirilização dos machos mais escandaloso), e aí, foi cobrado da fêmea a fidelidade, ao passo que o macho NUNCA trazia para casa a cria de outra, cada mulher sabe bem que cria é sua!
    Logo nunca teve e nunca terá sentido de cobrança de fidelidade de macho até que a sociedade se faça enferma o suficiente para a propriedade, responsabilidade e produção ser mais estatal do que pessoal!

    Daí, chegamos onde queria chegar, a sexualidade humana foi tergiversada em uma época que havia muitos poucos machos, eram fortíssimos e eficazes e podiam ter seu harém com relativa tranquilidade. Já no momento que a mortandade feminina chegou ao apice, quase todas as fêmeas foram mortas pelas venerealidades (uma prova cabal que o corpo feminino não é feito para variar de macho ou ter diversas aventuras sexuais, é extremamente complicada a assepcia da genitália feminina ao passo que o macho limpa fácil). Nesse momento a escassez de fêmeas fez com que acontecesse uma aberração fisiológica, os machos começaram a se matar de forma inconsequente, o atrito social chegou a um patamar irrefreável, e a espécie ficou em sério perigo de extinção. Aí, creio eu, ou houve uma interferência alien (os tais elohin), ou um acordar da partenogenese das mulheres, elas se reproduziram individualmente, em várias delas mesmas, e com isso, conseguiram equilibrar o jogo, os machos que ficaram absurdamente fortes por conta do combate constante, criaram as armas mais insanas e dominaram o jogo, e assim, a intelig~encia e seu viéz construtor tomou conta, pois os únicos machos que conseguiram sobreviver a combates constantes foram os que potencialização seus ataques com o uso de armas! Resumindo, a atitude daquelas primeiras mulheres catalizaram a evolução artífice.
    Entendido isso, fica claro que a sexualidade hoje doentia do ser humano é decorrente de saltos evolutivos focados nas maquinações femininas em busca do suporte mais consistente de suas crias. Ela se tornou doentia por conta da RELIGIÃO, a desgraça que aquilata a todos em um mesmo patamar, exatamente o conceito comunista, a proposta utópica de uma impossibilidade social, a democracia, que invariavelmente tem em sua derrocada o encontro das aguas turvas do comunismo e socialismo!
    A religião precisava de massa, de mão de obra obediente, que aceitasse erigir o que os outros idealizaram e não o que os próprios idealizaram!
    Só que isso só acontece quando as tais mãos de obra já são tão supinamente medíocres, que aceitam edificar o dos outros em vez do deles!
    É evidente que temos algo de desseletivo que está oculto! É a sexualidade já com a lubrificação antes corrimento!

    Continua

  2. A mulher percebeu que dominar pelo sexo é muito fácil, aceitou ser parte do harem do alfa, mas com as facilidades das circunstãncias gerou muitas crias e nem todas qualificadas! Mas como toda mãe é ciosa, muitas tiveram que sexuar com seus filhotes, pois fêmeas sadias não aceitavam eles e eles tampouco morriam por ataques, logo os apelos sexuais dos rebentos ficava focado naquela única que acomodada pelas vantagens do macho provedor que aceitava por razões de afeto e até culpa (aquele lance de ter que interagir com os entes queridos mortos gera uma morbidez com resultados bastante obscuros) o sexo com os filhotes gerando borras totais! E esses borras geraram borras mais borras, gerando uma flexibilização do entendimento de seleção (percebem que hoje o conceito canhestro de seleção é fruto desse caos original), tanto por parte da fêmeas já completamente fracas pelas vantagens das armas e agricultura, como por parte dos machos que pararam de trocar sopapo por conta de abundãncia de f~emeas que não tinham como ser cobertas por apenas os alfas! E como o sexo já havia ganho o carater lazer, o degringolar foi consequencia óbvia!

    O que busco ilustrar com esse texto é que se cruzarmos, triangularmos as origens da sexualidade humana encontraremos evid~encias de um processo degenerativo extremamente bem arquitetado!
    Hoje chegamos ao absurdo de fazer nascer até aquilo que o óvulo (o último baluarte da seleção feminina) recusa!
    Hoje chegamos ao ponto de inseminarmos artificialmente um óvulo para permitir o proibido biologicamente, e o resultado disso é terminal! Hoje temos os transumanos, entidades mutantes de péssima qualidade, alavancados a “especiais” por um sociedade completamente doente e degenerada! Como já citei anteriormente aqui na Esmeril, o javali e o porco têm a mesma genética, são geneticamente o mesmo animal, da mesma forma que o lobo e o cão, ambos têm mesma genética. Mas para até um retardado mental é evidente que tanto o porco não é um javali e não tem as qualidades desse, como o cão está muito aquem de um lobo, ou seja, graças a interferência pontual do ser humano (foi por isso que coloquei a possibilidade concreta de que nossa espécie foi mutada por outros seres, elohin ou não).
    Hoje, graças aos descalabros dentro do espectro sexual, estamos à beira da extinção sem chance de reverter o quadro, chegamos ao ponto de termos como única opção a evolução individual, do ser por si mesmo!
    É fundamental entendermos que existem dois tipos de evolução para seres sexuados. Uma delas é o partilhamento genético, e a outra é a evolução intrínseca, o que quer dizer que nos bastamos em nós mesmos, e buscamos através da expansão da percepção (não confundir com expansão da consciência) a expansão da consciência.
    É fundamental entendermos que a percepção é o método evolutivo, só somos mais eficazes caso expandamos a percepção, e isso implica em entender que as nossas medidas só servem para nós, só nossa medida é medida de alguma coisa em nossa esfera pessoal. Para facilitar o entendimento vale citar uma criança, que pequena só enxerga até o segunda prateleira de uma estante, o mundo dela está limitado nisso, quando cresce, enxerga mais alto e assim expande a consciência, pois com a percepção mais ampla, expandida, a consci~encia se expande.
    Um miope só enxergará na medida de sua acuidade visual, e nada que estiver fora dessa acuidade será considerado!
    A amplitude do universo é diretamente proporcional às ferramentas perceptivas! Uma abelha enxerga até infravermelho e ultravioleta, não é possível para nós que não enxergamos esses espectros abarcarmos o entendimento de uma abelha, o mesmo se aplica ao cão, um cão ouve mais de dez vezes a ciclagem que o ser humano ouve, não é possível para um humano entender os entendimentos do cão! Um gato tem células auditivas no fundo da retina, ou seja, gatos ouvem a imagem, sinestesia providencial, que o coloca em um patamar diferente de entendimento!
    A crença estúpida de que somos o topo de cadeia evolutiva só existe em nossa própria percepção, pois cada ser se entende SEMPRE como o topo da cadeia evolutiva, e isso tem que ser entendido dessa forma em idiossicrasias sexuais, ou seja, eu, como macho, não tenho nenhuma ferramenta para conseguir entender uma mulher, tenho como projetar em função de sermos da mesma espécie, mas apenas isso. O mesmo se aplica no inverso, em parte, pois o gene feminino é completo, ou seja, ela contêm o macho, logo pode buscar em seus ientendimentos mais recôndidos como é a dinãmica do macho!
    Não é possível cobrar de qualquer um os direitos e deveroes de qualquer outro, pois todos somos apenas nós mesmos, e a busca dessa igualdade, dessa democratização galopante é que nos levou à ruina em que nos encontramos!
    Não é possível cobrar a inteligência de um estupido, da mesma forma que não é possível cobrar a estupidez do racional!
    Aceitar as idiossicrasias do outro é garantir a preservação de nossas idiossincrasias, só entendendo as diferenças, conseguimos entender que não se mistura o imissível. Buscar emular a sexualidade alheia sempre é sinal de séria patologia, seja o macho tentando ser fêmea, seja a f~emea tentando ter a dinâmica comportamental do macho.
    Mas quando o macho deixa de ser macho, abre mão do combate, não mata estupradores, aceita dedada retal, precisa de viagra, se ajoelha para divindades, é sinal que ele não é mais macho, é outra coisa, e aí, chegamos ao ponto das feminazis, elas não buscam emular o comportamento de macho, pois esses já não existem e se existissem, as feminazis seriam o que sempre foram, fêmeas! O que elas emulam é uma aberração até na esfera do masculino!
    Outro dia, na holanda (letra minuscula mesmo) diante dos estupros dos migradores de ébano, os “machos” holandeses resolveram protestar fazendo passeata de mini-saias! Ou seja, os lixos em vez de partirem para a matança total dos ebanescos, inclusive matando policias, juizes e políticos que ousassem proteger os imigrantes, preferiram colocar mini saias para serem enrabados ou até para dizerem que eram tão “apetitosos” como as holandesas, ou pior, que estavam se fazendo chamarizes para poupar as holandezas do estupro oferecendo eles os corpos estupráveis!
    Fica muito difícil eu condenar uma mulher que escarra na “masculinidade” quando essa está mais maricona do que a mais insana história distópica! Como macho que sou, antes de atacar feminazis, eu prefiro espatifar o crânio de um estuprador, de um viagreiro (estupro também, pois usa de métodos outros para ter acesso sexual), de um corrupto, de um juiz que diz que buraco de fezes de fecalopata é órgão sexual e que fecalopata é raça, e por aí vai!
    E aposto com qualquer um: no momento que homens começarem a fazer o que têm que fazer (espatifar crânio de QUALQUER ameaça à feminilidade, à mulher), em muito pouco tempo as ditas feminazis desabrocharão nas mais fabulosas mulheres, mas para que isso ocorra, é fundamental que haja macho, até porque sem macho, a fêmea pode se bastar nela mesma, afinal geneticamente, partenogeneticamente, e por paridade ovular, toda mulher pode se auto gerar, mesmo que não saiba!
    Perdoemos as feminazis e arregacemos os “machocados”, os perfumados (não acreditar no próprio fedor, feromona para elas, demonstra imundície corporal, e falta de vitalidade viril, quando o corpo fede é sinal que estamos podres e não tem sentido esconder o fedor debaixo de tapete, se estamos podres, só nos resta a limpeza geral e não desodorizações), os balofos chefes de estado ou não, os “trogados” e seus estupros de todos legislando e julgando em causas próprias, etc.
    Aposto que depois disso, elas ficarão orgulhosas de serem mulher, mas enquanto a coisa está como está (se buraco de fezes vale vagina, é melhor negar as vaginalidades ou acabarão por defecar com as vaginas – a causa do nascimento de fecalopatas), quem pode dizer que elas negarem a feminilidade é errado?
    Errados somos nós homens, o resto é consequencia!

    Agradeço a atenção e espaço

    Obrigado

Leave a Comment

O seu endereço de e-mail não será publicado.

This div height required for enabling the sticky sidebar
Ad Clicks : Ad Views : Ad Clicks : Ad Views : Ad Clicks : Ad Views : Ad Clicks : Ad Views : Ad Clicks : Ad Views : Ad Clicks : Ad Views : Ad Clicks : Ad Views : Ad Clicks : Ad Views : Ad Clicks : Ad Views : Ad Clicks : Ad Views : Ad Clicks : Ad Views : Ad Clicks : Ad Views : Ad Clicks : Ad Views : Ad Clicks : Ad Views : Ad Clicks : Ad Views : Ad Clicks : Ad Views : Ad Clicks : Ad Views : Ad Clicks : Ad Views : Ad Clicks : Ad Views : Ad Clicks : Ad Views : Ad Clicks : Ad Views : Ad Clicks : Ad Views : Ad Clicks : Ad Views :