Destaque
O grande destaque da semana é o lançamento da Sétimo Selo: Ministério da Verdade: textos sobre política, linguagem e liberdade, de Geroge Orwell.
Regulação das redes sociais, bloqueios de plataformas, remoção de perfis, disputa de narrativas. O que Orwell imaginou em 1984 não parece mais ficção — parece noticiário.
Mas Orwell não foi apenas romancista. Foi ensaísta. E é nos ensaios que ele revela, sem metáfora, sem ficção, como funciona a máquina da manipulação.
Este livro reúne pela primeira vez em português uma seleção dos textos centrais de Orwell sobre os três temas que dominaram sua vida: política, linguagem e liberdade. São textos sobre propaganda, censura, controle da memória coletiva e a destruição silenciosa do pensamento independente.
Orwell escreveu: “Onde as palavras perdem o sentido, a liberdade também começa a perder o nome.” Esse livro mostra como — e por quê.

Outros lançamentos
Pela Compostela, Catecismo da Educação, do Abade René Bethléem.
Multiplicam-se os diplomas, os títulos, as competências. E, no entanto, cresce o número dos que não sabem para que vivem. A instrução, sozinha, nunca formou um homem completo.
Foi contra esse vazio que o sacerdote francês Abade René Bethléem escreveu, em 1919, este “Catecismo da Educação”. Uma obra que parte de uma convicção simples e incômoda: de que serve uma educação que prepara para tudo, menos para a eternidade?
Escrito à maneira dos antigos catecismos, em perguntas e respostas, o livro percorre as grandes dimensões da formação humana: a educação física, intelectual, moral e sobrenatural. Trata da autoridade dos pais, do papel do professor, da formação da vontade, dos hábitos, do caráter e da consciência cristã. Tudo com clareza doutrinal e um senso prático que atravessa cada página.
Não é um tratado abstrato. É um guia seguro para pais e educadores que desejam formar não apenas alunos aplicados, mas almas inteiras, capazes de ordenar toda a vida ao que nela há de mais alto.
Num tempo que confunde informação com sabedoria, este livro devolve à educação o seu verdadeiro fim.

Pela Ecclesiae, dois lançamentos. O livro chaveiro Imitação da Bem-Aventurada Virgem Maria, de Tomás de Kempis. Do mesmo autor da Imitação de Cristo, esta obra reúne orações, meditações e conselhos dispostos segundo os mistérios do Rosário: gozosos, dolorosos e gloriosos.
No formato de bolso, acompanha você pela cidade, na fila, na viagem, na igreja. Uma companhia que Tomás de Kempis resume em poucas palavras: em todo tempo e em todo lugar, Jesus e Maria.

E também a Bíblia Sagrada, com tradução do Padre Matos Soares, com capa em estilo medieval. São os mesmos ornamentos, cores e detalhes que marcaram os manuscritos que preservaram a Palavra, trazidos para uma edição pensada para durar.

Pela Vide, O que Sócrates diria?, de Peter Kreeft.
Existe um problema com quase todos os manuais de introdução à filosofia: eles são maçantes. Transformam a mais viva das aventuras humanas numa lista de nomes, datas e correntes a decorar. Peter Kreeft, professor de filosofia por mais de sessenta anos, resolveu fazer o oposto.
E teve uma ideia genial: e se Sócrates, o maior professor de filosofia de todos os tempos, voltasse hoje e conversasse com um estudante comum do nosso século?
É isso que este livro é. Kreeft cria a “Universidade de Sócrates”, onde o velho filósofo ateniense e um jovem moderno, inteligente e curioso, sentam-se para conversar sobre as grandes questões de todos os tempos. E não são conversas soltas: percorrem, uma a uma, as áreas fundamentais da filosofia, o que é o conhecimento, o que é real, o que acontece quando morremos, existe Deus, o que é o bem, a moral é absoluta ou relativa, qual o propósito da educação, até chegar aos dilemas mais quentes do presente.
A diferença é o método. Sócrates não faz pregações nem despeja teorias. Ele pergunta. E, ao perguntar, obriga você a pensar junto, a examinar as próprias certezas, a descobrir o que realmente sustenta aquilo em que acredita. Você não lê sobre filosofia: você filosofa.
O resultado é a porta de entrada mais viva e honesta que um iniciante poderia desejar, e um reencontro revigorante para quem já conhece o caminho. Filosofia não como museu de ideias mortas, mas como conversa viva, sempre aberta ao debate, exigindo de cada opinião as razões que a sustentam.

Pela Mori, Assassinato no labirinto, de J.J. Connington
Em Whistlefield, uma tranquila propriedade rural inglesa, um passeio inocente transforma-se em um pesadelo quando dois homens são encontrados mortos dentro de um antigo e intrincado labirinto de sebes.
Presa entre corredores verdes e silenciosos, uma testemunha ouve gritos, passos furtivos e o eco de uma violência invisível — e logo percebe que o assassino pode ainda estar à espreita entre os caminhos tortuosos.
À medida que segredos familiares, rivalidades ocultas e ameaças do passado vêm à tona, o labirinto revela-se mais do que um cenário: é o coração de um enigma mortal onde cada pista pode levar à verdade… ou a outro beco sem saída.

E, pela Texugo, Bill de Bustingforth, de E.A. Wyke Smith.
Em uma terra muito perigosa e cheia de ladrões à espreita, vive um corajoso garoto de 13 anos chamado Bill, que sonha em se tornar um cavaleiro e em tirar seu avô e seus irmãos da pobreza.
Quando o mais terrível e poderoso líder dos ladrões, o meio-ogro Morgrain, ameaça a vida de todos, surge a oportunidade de Bill provar o seu valor ao ir à Terra Feérica, onde as fadas forjaram uma espada e um escudo especiais, que podem ajudar na batalha contra o poderoso inimigo, mas que não são concedidas a qualquer um. Será que Bill de Bustingforth tem a nobreza de coração necessária para cumprir a missão?
Por que escolher este livro?
• Uma história atemporal que encanta crianças e adultos.
• Um livro raro no Brasil e no mundo;
• O primeiro livro de um dos autores que inspirou Tolkien.
