30.2 C
São Paulo
segunda-feira, 20 setembro, 2021

PROBLEMAS NACIONAIS 丨#BolsoMoro: a dupla que resgatou a segurança

Revista Mensal

Fernanda Barth disseca as influências do marxismo cultural na impunidade e a derrocada da esquerda no Brasil pós-PT

Testemunhamos, há não muito tempo, na história brasileira que a esquerda age basicamente como vampiros – sedenta por elementos negativos como ignorância, pobreza e insegurança para se estabelecer, onipotente e opulenta.

De forma vil e calculista, ela cria problemas políticos e sociais para tentar vender soluções mirabolantes – dividir as classes para governar. Ao mesmo tempo, a esquerda pega embalo nas antigas fórmulas do populismo e paternalismo, sem falar no sempre eficaz assistencialismo (do tipo sem porta de saída) para entregar ao seu potencial eleitorado um tipo de líder quase religioso, improdutivo, com a missão de apenas usurpar as riquezas por onde passa.

A metamorfose para a conquista de uma base renovada

O golpe de mestre dos chamados neocomunistas foi descobrir o processo de metamorfose ambulante do proletariado brasileiro – antes fiel às antigas teorias Marxistas. Eles perceberam que, ao progredir financeiramente, seus antes fiéis súditos se tornavam mais conservadores e fechados ao comunismo. Sendo assim, foi preciso se reinventar. Buscar uma nova base para se firmar e reconquistar terreno.

Seguindo à risca a cartilha do italiano Antonio Gramsci, os neocomunistas decidiram se entranhar em todas as instituições para contaminar a sociedade e buscar o seu novo lumpemproletariado. Com a “cama pronta”, a esquerda arregimentou as minorias, politizou todos os movimentos e tomou conta de suas direções.

O próximo e definitivo passo seria dominar corações e mentes – mirar e ocupar os meios de produção, cultura, conhecimento, artes, universidades e escolas. E o que viria a seguir? Simples. Outra missão cumprida pela esquerda brasileira. A construção da hegemonia, responsável por sustentar o poderoso Lulopetismo.

A Lava Jato desnuda o Rei Lula

Em retrospecto, a escalada da esquerda no sistema judiciário foi simplesmente devastadora. Desde o STF até os Ministérios Públicos estaduais detectamos gerações de juristas que defendem a chamada bandidolatria, além de práticas como vitimismo e garantismo penal. Por consequência, essas ações fizeram da impunidade e da corrupção itens institucionalizados no país.  

Tudo parecia perfeito nessa marcha constante e poderosa. Só que…eles não contavam com o fator sorte. Pela ordem: a CPI dos Correios, o Mensalão e a grande estrela – a Operação Lava Jato. Os fatores combinados dessas investigações serviram para mostrar que o Rei Lula estava nu. Após o impeachment de Dilma, o que se revelou foi um sistema político apodrecido, um mecanismo parasitário que drenava recursos para se manter no poder. Pior, esse projeto era continental, evolvendo o escabroso e elusivo Foro de São Paulo.

 #BolsoMoro: a nova segurança brasileira

O day after da derrocada lulopetista foi a eleição de um presidente anti-estabilishment, Jair Messias Bolsonaro, com a promessa de escalar ministros técnicos e acabar com o tétrico toma-lá-da-cá. Nessa onda positiva, reapareceria uma das principais figuras responsáveis pelo processo que desnudou os crimes de Lula: o hoje ex-juiz de primeira instância, Sergio Fernando Moro, escolhido por Bolsonaro para ocupar a pasta mista da Segurança Pública e Justiça.

Não demorou minutos (quem sabe, segundos), para os já alvos prediletos da esquerda – tanto presidente, como ministro – se transformassem em figuras odiadas pelos esquerdistas e por todos aqueles que se locupletaram em décadas de safadeza com dinheiro público.

É uma questão de lógica entender os ataques constantes, sete dias por semana, 24 horas por dia.

As tentativas de intrigá-los, de separá-los, de acabar com o projeto de “cura” do país se transformou em uma espécie de luta pela sobrevivência deste sistema podre, que agoniza em abstinência.

Os conchavos do centrão com a esquerda; os vazamentos nunca comprovados do The Intercept em cumplicidade com parte moribunda da imprensa que só vive de dinheiro público… Todos eles clamam a todo momento pelo afastamento da dupla BolsoMoro e pelo retorno do antigo modus operandi.

Quando elevo Jair Bolsonaro e Sergio Moro a figuras quase heróicas não desvalorizo o restante do governo – de forma alguma. Mas é preciso bradar que o combate ao tráfico de armas e drogas, a retomada do controle de nossas fronteiras, o uso da inteligência para combater a lavagem de dinheiro e evasão de divisas, além da separação dos líderes das facções dentro dos presídios são fatores que merecem o louvor para uma das maiores guinadas da história do Brasil.

***

Posfácio

No Brasil do PT morriam assassinados cerca de 70 mil brasileiros por ano – o equivalente ao balanço de guerra do Vietnã. No Brasil de Bolsonaro e Moro, o dinheiro do tráfico começa a faltar para a manutenção de diversos projetos de poder, dentro e fora do país. Além disso, estamos mais distantes de nos tornarmos um narcoestado, como a vizinha Venezuela.

Melhoramos, sim. Mas não podemos baixar a guarda. O grito da oposição faminta é sinal de que o Brasil começa a entrar nos trilhos – a começar pela segurança.

fim
Revista Esmeril - 2020 - Todos os Direitos Reservados
- Advertisement -spot_img

3 COMENTÁRIOS

  1. Excelente matéria. O jornalismo que infelizmente o Brasil está carente. Hoje presenciamos uma imprensa mentirosa, agressiva e sensaciomalista.

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Mais do Autor

PROBLEMAS NACIONAIS丨O que queremos de Natal? Um futuro como presente

Neste final de ano há muito o que comemorar. Temos um governo liberal conservador, de direita, com uma agenda...
- Advertisement -spot_img

Artigos Relacionados

- Advertisement -spot_img