Fernanda Barth disseca as influências do marxismo cultural na impunidade e a derrocada da esquerda no Brasil pós-PT

Testemunhamos, há não muito tempo, na história brasileira que a esquerda age basicamente como vampiros – sedenta por elementos negativos como ignorância, pobreza e insegurança para se estabelecer, onipotente e opulenta.

De forma vil e calculista, ela cria problemas políticos e sociais para tentar vender soluções mirabolantes – dividir as classes para governar. Ao mesmo tempo, a esquerda pega embalo nas antigas fórmulas do populismo e paternalismo, sem falar no sempre eficaz assistencialismo (do tipo sem porta de saída) para entregar ao seu potencial eleitorado um tipo de líder quase religioso, improdutivo, com a missão de apenas usurpar as riquezas por onde passa.

A metamorfose para a conquista de uma base renovada

O golpe de mestre dos chamados neocomunistas foi descobrir o processo de metamorfose ambulante do proletariado brasileiro – antes fiel às antigas teorias Marxistas. Eles perceberam que, ao progredir financeiramente, seus antes fiéis súditos se tornavam mais conservadores e fechados ao comunismo. Sendo assim, foi preciso se reinventar. Buscar uma nova base para se firmar e reconquistar terreno.

Seguindo à risca a cartilha do italiano Antonio Gramsci, os neocomunistas decidiram se entranhar em todas as instituições para contaminar a sociedade e buscar o seu novo lumpemproletariado. Com a “cama pronta”, a esquerda arregimentou as minorias, politizou todos os movimentos e tomou conta de suas direções.

O próximo e definitivo passo seria dominar corações e mentes – mirar e ocupar os meios de produção, cultura, conhecimento, artes, universidades e escolas. E o que viria a seguir? Simples. Outra missão cumprida pela esquerda brasileira. A construção da hegemonia, responsável por sustentar o poderoso Lulopetismo.

A Lava Jato desnuda o Rei Lula

Em retrospecto, a escalada da esquerda no sistema judiciário foi simplesmente devastadora. Desde o STF até os Ministérios Públicos estaduais detectamos gerações de juristas que defendem a chamada bandidolatria, além de práticas como vitimismo e garantismo penal. Por consequência, essas ações fizeram da impunidade e da corrupção itens institucionalizados no país.  

Tudo parecia perfeito nessa marcha constante e poderosa. Só que…eles não contavam com o fator sorte. Pela ordem: a CPI dos Correios, o Mensalão e a grande estrela – a Operação Lava Jato. Os fatores combinados dessas investigações serviram para mostrar que o Rei Lula estava nu. Após o impeachment de Dilma, o que se revelou foi um sistema político apodrecido, um mecanismo parasitário que drenava recursos para se manter no poder. Pior, esse projeto era continental, evolvendo o escabroso e elusivo Foro de São Paulo.

 #BolsoMoro: a nova segurança brasileira

O day after da derrocada lulopetista foi a eleição de um presidente anti-estabilishment, Jair Messias Bolsonaro, com a promessa de escalar ministros técnicos e acabar com o tétrico toma-lá-da-cá. Nessa onda positiva, reapareceria uma das principais figuras responsáveis pelo processo que desnudou os crimes de Lula: o hoje ex-juiz de primeira instância, Sergio Fernando Moro, escolhido por Bolsonaro para ocupar a pasta mista da Segurança Pública e Justiça.

Não demorou minutos (quem sabe, segundos), para os já alvos prediletos da esquerda – tanto presidente, como ministro – se transformassem em figuras odiadas pelos esquerdistas e por todos aqueles que se locupletaram em décadas de safadeza com dinheiro público.

É uma questão de lógica entender os ataques constantes, sete dias por semana, 24 horas por dia.

As tentativas de intrigá-los, de separá-los, de acabar com o projeto de “cura” do país se transformou em uma espécie de luta pela sobrevivência deste sistema podre, que agoniza em abstinência.

Os conchavos do centrão com a esquerda; os vazamentos nunca comprovados do The Intercept em cumplicidade com parte moribunda da imprensa que só vive de dinheiro público… Todos eles clamam a todo momento pelo afastamento da dupla BolsoMoro e pelo retorno do antigo modus operandi.

Quando elevo Jair Bolsonaro e Sergio Moro a figuras quase heróicas não desvalorizo o restante do governo – de forma alguma. Mas é preciso bradar que o combate ao tráfico de armas e drogas, a retomada do controle de nossas fronteiras, o uso da inteligência para combater a lavagem de dinheiro e evasão de divisas, além da separação dos líderes das facções dentro dos presídios são fatores que merecem o louvor para uma das maiores guinadas da história do Brasil.

***

Posfácio

No Brasil do PT morriam assassinados cerca de 70 mil brasileiros por ano – o equivalente ao balanço de guerra do Vietnã. No Brasil de Bolsonaro e Moro, o dinheiro do tráfico começa a faltar para a manutenção de diversos projetos de poder, dentro e fora do país. Além disso, estamos mais distantes de nos tornarmos um narcoestado, como a vizinha Venezuela.

Melhoramos, sim. Mas não podemos baixar a guarda. O grito da oposição faminta é sinal de que o Brasil começa a entrar nos trilhos – a começar pela segurança.

fim
Revista Esmeril - 2020 - Todos os Direitos Reservados

3 Comments

  1. Excelente matéria. O jornalismo que infelizmente o Brasil está carente. Hoje presenciamos uma imprensa mentirosa, agressiva e sensaciomalista.

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