Neste final de ano há muito o que comemorar. Temos um governo liberal conservador, de direita, com uma agenda econômica que vai de vento em popa e que possibilitará a mudança da agenda cultural pelas bases, através da conquista de corações e mentes. 

Vamos aos fatos: o brasileiro médio é conservador mesmo sem saber (e isto é compreensível pelo grau de destruição a que a educação foi submetida no Brasil). Mesmo assim, essa percepção tem mudado a cada dia. O cidadão está saindo da espiral do silêncio e se assumindo conservador.

Lista de presentes

Notamos também o despertar de uma base orgânica de apoio político que não tínhamos no passado recente e que não quer a esquerda de volta nem pintada de ouro. Mas para afastar esse mal é preciso quebrar a hegemonia cultural que vem sendo construída desde a década de 70. E é justamente isto que o governo Bolsonaro está fazendo.  

Analisando friamente o nosso cenário, se a população tiver emprego e dinheiro no bolso, a popularidade do presidente irá decolar e o governo será reeleito. Apenas com a continuidade das agendas econômica e cultural é que a quebra da hegemonia de esquerda será alcançada. 

É por este caminho que estamos seguindo.  

Não, eu não poderia querer outro presente de Natal. 

Retrospectiva 2019

Colocando este primeiro ano em retrospectiva, tivemos uma série de conquistas em pouco tempo de trabalho. Podemos destacar a reforma da Previdência, a Lei da liberdade econômica, as inúmeras concessões e os investimentos na área de infraestrutura, além da queda em todos os índices de criminalidade.

Também observamos o combate incessante ao narcotráfico e a proteção das fronteiras, mais as políticas de desestatização, o incremento do governo digital, o fechamento de acordos de comércio inéditos, assim como a possibilidade de entrar na OCDE. 

Não dá para deixar de fora dessa lista natalina a conclusão do acordo de parceria com os Estados Unidos da base de Alcântara, muito menos o Programa Verde e Amarelo para incentivar o emprego de jovens. O governo federal também se aplicou no combate às fraudes e na luta pelo cumprimento do ajuste fiscal e da manutenção do teto de gastos. 

Como você pode notar, a lista é enorme e ainda há muito o que citar. Todos os pontos destacados acima, aliás, trarão um impacto econômico positivo gigantesco para o Brasil, superando a casa do trilhão nos próximos anos. Em suma, o governo tem trabalhado para deixar mais dinheiro na mão das pessoas, cortando desperdícios em todas as áreas. 

Liberdade para trabalhar

Em especial, festejo a lei da Liberdade Econômica, que devolveu às pessoas o direito de trabalhar, usurpado pelo Estado pelo excesso de regras, tributos e burocracia.  Esta lei, que favorece todas as atividades que não são consideradas de alto risco, veio para revolucionar. Neste momento, as regras já são aplicadas nos estados e municípios, o que tende a acelerar os seus resultados.

Estima-se ainda que a lei da Liberdade Econômica possibilite a criação de aproximadamente três milhões e meio de novos empregos nos próximos dez anos.

O fim do troca-troca

Os primeiros 365 dias do governo Bolsonaro também foram marcados pelo fim da política do “troca-troca”, e do corte das populares farras em diversos setores da máquina pública. Isso, claro, só poderia ter deixado uma parcela expressiva da elite que está no poder com forte síndrome de abstinência.

O Ministro da Justiça e Segurança Sergio Moro, por sua vez, desferiu duros golpes contra o tráfico de drogas e armas, enfraquecendo o narcotráfico internacional que financia parte substantiva da esquerda mundial.  Com recordes mensais de apreensão de maconha e cocaína, Moro conquistou inimigos poderosos e deixou a oposição ao governo enfurecida.

Gostinho especial de Natal

Além das conquistas econômicas e políticas, o governo preparou algumas “receitas” com um gostinho especial, pois contribuíram para a extinção de antigas bandeiras da esquerda, desidratando seus meios de ação e sustento. 

Listo aqui os seguintes itens: mudança no Enem – antes, um filtro esquerdista para a entrada em universidades – de prova doutrinária para prova de conteúdo científico; a criação da carteirinha estudantil digital e gratuita, acabando com o financiamento indireto do PSOL e PCdoB via UNE; a manutenção do fim da contribuição sindical obrigatória; a redução dos impostos para importação de medicamentos para câncer e HIV; a criação do 13º salário do Bolsa Família; a liberação de parte do FGTS e o projeto de dessalinização da água do mar no nordeste. 

Governo de resultados

É preciso admitir que o governo Bolsonaro realizou em 12 meses o que nenhum outro governo conseguiu ou ao menos se propôs a fazer em 30 anos. 

Neste momento, a confiança no governo e no “time dos sonhos” da equipe econômica se mantém elevada. Isto se traduz em números positivos, com a retomada de investimentos privados, além da criação de mais de 840 mil empregos – melhor índice desde 2014. 

Outro ponto positivo em nosso balanço: a desaceleração da atividade econômica, felizmente, ficou para trás, graças ao aumento do consumo das famílias e à retomada dos investimentos privados.

O PIB apresentou crescimento de 0,6% no terceiro trimestre, acima do esperado, o que aumentou as expectativas sobre os resultados do último trimestre de 2019, projetando para o País um crescimento de até 3% já em 2020. Tivemos a menor taxa básica de juros da história (4,5% ao ano) e a dívida pública começou uma trajetória de queda. 

E por falar em Natal, a  previsão é o 25 de dezembro de 2019 ser o melhor dos últimos anos, o que traz uma lufada de alívio e esperança para todos. 

Um prognóstico? No ano que vem, vamos decolar, deixando para trás um destino sombrio e miserável que esteve muito perto da concreção.


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