Professor de Estudos clássicos do Instituto Cultural Hugo de São Vitor recapitula o ensino do grego ontem e hoje

Clístenes Hafner Fernandes pronuncia em latim com a mesma naturalidade com que pronuncia em alemão, francês ou italiano. Educado em música e hábil cantor lírico, o professor do Instituto cultural Hugo de São Vítor não tem pressa de elaborar reflexões demoradas quando o assunto é esclarecer o sentido da educação clássica ao longo da história do ocidente.

Latim e grego são alguns dos cursos oferecidos pelo Instituto, OS QUAIS integram, contudo, o programa mais amplo de Estudos Liberais, disponíveis em vídeo-aulas e encontros presenciais.

Por que as pessoas estudam grego clássico? O que diferencia o método natural dos demais métodos utilizados por aí? Como discernir boas traduções dos clássicos da antiguidade? Qual a diferença entre estudar idiomas e compreender discursos em línguas diversas, vivas ou mortas — portanto, eternas? Eis algumas das questões que o estudioso e professor procurou responder.

Confira agora, na íntegra, a entrevista desse mês. E acredite: mais de dois mil anos após a morte de Sócrates, ainda há quem viva para entendê-lo.

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