Do diário aberto de Felipe Pedri : 4 a 27 de Fevereiro de 2020

Imaginem um filme alemão dizendo que o Nazismo não existiu sendo alçado a concorrente ao Oscar. E mais, com nazis dizendo que o “povo alemão tem que torcer pelo país na premiação”. Isto está acontecendo nesse momento no Brasil.

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A liberdade de expressão nas redes sociais está severamente ameaçada pelas raposas em pele de cordeiro repetindo palavras que, na verdade, são a sua auto-projeção no espelho. Portanto, quando você escutar alguém falar em “autoritarismo”, você está diante de um autoritário.

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Trago verdades contra pós-verdades: Não há perseguição a gays e travestis no Brasil.

Há uma perseguição de criminosos contra as pessoas.

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Trago verdades contra pós-verdades: O sistema de cotas é racista.

Não se combate falta de oportunidades para os mais pobres com cotas relacionadas a cor da pele. É uma infâmia aceitarmos tribunais raciais em universidades onde se mede tamanho do nariz, tipo de orelha e afins.

Em nome do “progresso”, a esquerda nos empurra para o século XVll.

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Com a narrativa principal destruída pelo surpreendente Hans River, a isentoleft entrou em colapso cognitivo. Quase todos se refugiaram no torpe vitimismo psolista. O conluio entre parte da mídia e a mentira repetida só nos prova que o Brasil vive uma batalha pela sanidade mental.

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Aos poucos, os ditos “isentos” vão se mostrando os maiores radicais políticos do país. Foram tantos os subterfúgios de guerra política que qualquer iniciante no assunto observava a manobra tosca do “não tenho lado”.

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Trago verdades contra pós-verdades: A cultura brasileira foi raptada por um método que a estava substituindo por outra cultura artificial. Brecar esse processo não é reacionarismo, mas o bom, velho e clássico conservadorismo.

É o Brasil profundo e orgânico de volta.

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Nós cruzamos o limite da decência quando 47 milhões de pessoas tiveram um surto psicótico e votaram no Petista Haddad no segundo turno de 2018.

A única coisa que se pode tirar da histeria política seletiva da esquerda é o volume de pessoas doentes que o país abriga em seu território. Temos que falar seriamente sobre o que fazer com esse pessoal. Talvez um bolsa-histeria e um grande programa de construção de manicômios.

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O “Progressismo” brasileiro inaugurou uma nova forma de praticar o “humanismo”: passar um trator por cima de policiais militares.

O caso da retroescavadeira assassina dos Ferreira Gomes evidência que a inversão dos fatos pela imprensa brasileira toma contornos dramáticos. Estão tentando transformar o cérebro dos brasileiros em uma espécie de geleca para crianças.

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Pela primeira vez em 30 anos, a democracia brasileira respira SEM A COMPRA do Congresso Nacional pelo Executivo. O Presidente Jair Bolsonaro já está na história somente por esse feito.

Por 30 anos vivemos sob o império do radicalismo político hegemônico da pauta única, que produziu corrupção em série, jornalismo chapa branca e destruição da cultura. São estes atores que falam em “democracia” tendo a enjaulado por décadas. Quem tem medo da participação popular?

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Depois que parte da imprensa brasileira resolveu ser uma ferramenta de resgate dos tempos sombrios que unem hegemonia gramscista e estamento burocrático, o povo começou a tratá-la tal como os piores frequentadores da lata do lixo da historia.

É uma evidente e salutar reação.

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Tentar criminalizar a livre associação política de pessoas por aplicativos de internet é o golpe mais sórdido que a imprensa poderia dar nas pessoas que resolveram retomar o Brasil das mãos de quem o destruiu.

fim

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