Depois de três anos de mais um governo Lula desastroso, finalmente chegamos a mais um ano de eleições gerais. Nunca depositei grandes esperanças de mudanças em eleições, mas essas de 2026 tem um potencial explosivo. O ano mal começou e o Brasil parece que vai explodir – de novo.
Temos escândalos antigos que parecem se renovar. Há também novos escândalos que fazem os antigos parecerem um passeio no parque em um dia de sol. E o Supremo nunca falha, entra ano e sai ano, a maior máquina repressora do atual Regime sempre encontra novas maneiras de nos surpreender – ou nem tanto.
Em pleno escândalo financeiro do Banco Master o esperado é o de sempre, banqueiros, megaempresários e políticos encontrando maneiras novas de roubar o povo e, surpresa, dessa vez os Ministros da repressão não estão pensando apenas em democracia e os vemos levarem boa parte do butim – a maior, é claro, afinal são Supremos.
O escândalo do roubo das aposentadorias do INSS – que já estava meio escanteado – ganhou vida nova com a descoberta que foi abocanhado pelo Master. Brasília em polvorosa porque em breve não haverá quem fiscalize e puna os jogadores, visto que quase todos os juízes também gostavam de jogar.
Óleo de peroba e remédios para controle de pressão arterial entraram em concorrência com os famosos “azulzinhos” – porque ninguém é de ferro para frequentar festas recheadas de russas e ucranianas – afinal “elas são fáceis porque são pobres”, ao contrário dos fiscais do dinheiro público.
Ah, quase ia me esquecendo de falar sobre eleições. As pesquisas encomendadas pela mídia “oficial” do Partidão começam a mostrar que o ébrio mais importante do Brasil está naufragando diante do filho do “inominável”. Tremem porque imaginam como deve estar a realidade.
Mas dirão muitos, sobrou o Carnaval, vamos poder nos entorpecer, tirar as roupas e nos desligar da tomada por quatro dias – para os tradicionais, pois a maioria hoje avança sem dó por um mês inteiro. Mas não é que até a “sagrada folia” o ébrio conseguiu estragar? Com muito dinheiro público, o que era uma boa festa “de família” virou palanque eleitoral com pouca nudez e muito crime.
Com todo esse contexto os mais otimistas contam com uma mudança de poder – coitados, o poder que nunca muda de mãos está se digladiando por milhões de motivos. Os pessimistas, como eu, entendem que se não pararmos de fazer piada e relaxar, essas eleições serão o fim do mundo – pelo menos do nosso.




excelente artigo
espetacular