Hoje será dia de gritaria e lágrimas em muros de lamentações Brasil afora. O STF contradisse o entendimento adotado pela casa há pouco tempo, dando mais uma prova de que a presente corte não é digna de confiança.

Produtores de memes trabalham a todo vapor em nome da única liberdade individuál inatacável: a de consciência. Que réplica dá o povo a juizecos incapazes de ler a Constituição de forma consistente num intervalo de 3 anos? O escárnio. Sinal de que o povo vai bem, enquanto o STF vai mal.

O povo brasileiro acerta em desconfiar de sua corte suprema. Esta é a lição a extrair da enrolada “justificação” dos 6 votos proferidos pelos pseudo-ministros que renegam a obrigação legal de manter a estabilidade jurídica no país, ao mudar de ideia conforme “a estação” .

Todo mundo sabe que os “juízes supremos” são instrumentos de interesses políticos. Parafusinhos manejáveis de gente que se lixa para a lei e a viola na cara dura para enriquecer, agraciar amiguinhos e dar de comer (lagosta) a aliados.

A “instabilidade” dos juízes supremos não tem causa própria. É consequência da força do patrimonialismo na tradição política brasileira. Por aqui, toga remunerada com dinheiro público é pano de chão de interesses privados.

A lava-jato não vai acabar. Reverá seus métodos e redefinirá estratégias. Felizmente, polícia federal, ministério público e demais quadros associados à operação estão habituados ao malabarismo. Estão sempre um passo adiante do crime organizado, que esbarra na imprudência ao desgastar em definitivo seu instrumento habitual: o STF.

Sem dor, o aprendizado não acontece. Não existe ambiente democrático em sociedades em que o povo não controla o parlamento. Tampouco não elege seus juízes. O circo de ontem provocou muita dor. Consequentemente, vai promover aprendizado.

Não cabe ao povo desanimar numa hora dessas. Apenas aplicar sua animosidade com eficiência. Reduzir um bando de empregadinhos que ostentam pompa de autoridades ao escárnio é um ótimo começo.


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