Artigo referente ao Capítulo I, Subcapítulo II, da Coluna de José Anselmo Santos

Olhando o mundo de hoje, nos limites da perspectiva de um indivíduo adestrado para adotar os valores tradicionais da civilização ocidental, o panorama que se vislumbra é que a realização daquilo que os estados e seus condutores políticos prometem repetitivamente, há séculos – acabar com a fome e a pobreza para um futuro feliz e prazeroso – independe de partidos ou ideologias. Depende, sim,  da vontade política das nações enfraquecidas pela ganância das máfias partidárias que as saqueiam, operando um sistema político e socioeconômico que impede a independência e soberania. 

É essencial se livrar do cabresto apertado, da matemática dos juros de uma dívida que cresce ano a ano embora já tenha sido paga diversas vezes. Resultado de decisões insensatas de pessoas que assaltaram o poder e executam as políticas servis, desastrosas. 

Em lugar do exercício de políticas dignas da evolução civilizada como nações soberanas, independentes do criminoso sistema comercial/financeiro internacional, os governantes do mundo concordam em acabar com a fome e a pobreza matando os pobres e famintos, roubados e escravizados, dizimados por guerras e doenças criadas em laboratórios, alimentos geneticamente modificados, vacinas contaminadas, enormes quantidades de agrotóxicos, utilizando o conhecimento das tecnologias mais “avançadas”, com o intuito de reduzir as populações, ignorando os aspectos humanos, para impor as regras do internacionalismo coletivista. E tudo fundamentado em tratados internacionais que submetem as nações.

A história contada pelos vencedores pretende fixar exemplos para as pessoas adestradas no dia a dia, indicando os caminhos coercitivos que poderão conduzir aos melhores futuros utópicos. Melhores para quem? Para a economia doméstica? Para a economia da cidade? Para a economia soberana do município ou do estado? Para a economia centralizada por governantes perdulários e criminosos? Para a economia do mundo? E qual o objetivo da economia? Quem decide como aplicar a riqueza gerada pelo trabalho destas “bestas que não se diferenciam dos animais” segundo Darwin, Freud, Marx, Lenin, Stalin…? Todos corroborados por eminências do mundo dito capitalista.

Os mesmos seguidores de Thomas Malthus (imagem), cujo pai, amigo de David Hume, era também defensor entusiasmado de Rousseau, divulgam hoje as mentiras sobre “aquecimento global”, “ideologia de gênero”, “políticas verdes”, “sementes geneticamente modificadas com redutores da espermatogênese”, “vacinas contaminadas” e… Guerras, guerrilhas, terrorismo, drogas e violência homicida”.

Malthus, que ao final do século XVIII formou-se clérigo anglicano, publicou a teoria que os eugenistas defendem até hoje com o propósito de reduzir a população da terra: “abstenção das práticas sexuais para não gerar mais filhos; o crescimento demográfico (dizia ele) é maior que a produção de alimentos. 

As mentes indefesas da infância são presas de treinadores que repetem mentiras e verdades parciais, incapacitando-as para pensar. Tudo apontando para um referencial externo futuro. Um dia, na adolescência as pessoas começam a se exercitar, escolhendo suas próprias verdades multifacetadas entre as verdades mentirosas e mentiras verdadeiras contidas nas doutrinas sociais e políticas.

Alguns valores básicos começam a ser desafiados, os conflitos são negociados e na maturidade começa a busca do paraíso perdido, a busca da estabilidade emocional ou da eterna juventude. O cabresto, o chicote e as esporas da engenharia social funcionam tornando o medo rotineiro, afetando as mentes e o senso crítico. A essência espiritual foi descartada. O respeito entre semelhantes esquecido. 

Para substituir os neurônios carcomidos pelas drogas e barulho ensurdecedor, os intelectuais, os jesuítas, os laboratórios já ensaiam o transhumanismo, desde o armistício da Segunda Guerra Mundial!

Os fatos são apresentados, interpretados, despidos do espírito, da emoção, extraídos do seu contexto integral. O exemplo histórico aparece como uma flor arrancada do seu habitat, desligada da energia que lhe conferiu destaque naquele instante único, naquele ponto de sua trajetória como ser vivo. O fato é apresentado como virtude ou defeito sob a ótica e juízo do lado vencedor, sob a ótica da crença, quase sempre sob a ótica do preconceito, do ódio, da insensatez de seres amorais que ignoram os valores humanos e se dizem mais perfeitos, infalíveis. 

A repetição é flagrante. Utilizam-se os mesmos componentes de formação, imprimem-se os mesmos comportamentos, para chegar a resultados idênticos. As instituições mundiais manipuladas por um pequeno grupo controlam e comandam tudo. 

Castigam minorias desobedientes, implantam as ações desenhadas pelos grupos de decisão. Criam facções antagônicas que promovem toda forma de violência, do preconceito à guerra, dificultando a sobrevivência imediata e digna, estimulando a criminalidade e esgarçando o tecido social. O contrato constitucional é utilizado e interpretado pelos mesmos de sempre, que têm o poder de fazer e aplicar as Leis. Até o castigo da guerra, que garante o status aos vencedores heroicos e a peia da escravidão aos vencidos… Estes que, no segredo dos seus corações, tramam a vingança preparando uma nova guerra.

Espera-se que um cristão abomine as ações do outro que não interprete as escrituras do mesmo jeito; que o muçulmano degole quem não siga Maomé; que israelitas sionistas e palestinos queiram eliminar uns aos outros da face da terra; que se justifiquem os genocídios, a eutanásia, a escravidão declarando que não existe Deus nem alma, comparando os humanos a animais, que nem Darwin.  

Os poderosos eclesiásticos que vendiam o perdão para os criminosos da realeza e da burguesia na Idade Média, desenharam os traços de hipocrisia, um exemplo que se perpetua contaminando mentes como a do padre nicaraguense ativista da revolução sandinista,  que visitou o Brasil no início dos anos sessenta, declarando:  “Fidel Castro é também líder católico e nunca deixa de orar a Deus. Daí ter sido coroada de êxito sua revolução”.  

A legitimação cristã do paredón de fuzilamentos e torturas, que continuam funcionando, discretamente, e a revolução assimilada pelas consciências da maioria desinformada deixaram de ser notícia.

A afirmação do padre foi suficiente para que muitos jovens abandonassem seus estudos, suas famílias, seus postos de trabalho, para lançar-se à aventura cristã marxista, com a benção de outros padres como o português Alípio de Freitas, um dos mentores das Ligas Camponesas, orientador da Ação Popular Marxista Leninista e um dos cérebros executores da Teologia da Libertação.

(Um advogado, cristão praticante e jornalista off road, ex-militante das Ligas Camponesas na juventude, contou sobre o padre dirigente das Ligas, que atuava no Maranhão e declarava preferir  ler o Livro Vermelho de Mao Tsé Tung ao Breviário, devocionário de leitura diária obrigatória para os sacerdotes).

Em filmes documentários é possível apreciar um leão lambendo a companheira ou brincando com as crias, enquanto ao lado pastam zebras e outros animais que mais tarde, quando a fome e o instinto de sobrevivência forem impositivos, serão sua caça. 

Os humanos com acesso às mais avançadas tecnologias, considerados inteligentes e superiores, desprezando a ira dos deuses, matam em guerras continuadas, declaradas ou não; desenvolvem para disponibilidade imediata armamentos cada vez mais sofisticados, desenham e divulgam cenários e estratégias agressivas, como exercício prioritário, comportamento tido e aceito como correto e irremediável, normal: raios laser direcionados que destroem áreas limitadas, drones carregados com armas destrutivas, os “secretos” campos de geração de ondas eletromagnéticas que interferem na atmosfera podendo gerar secas, chuvas, furacões, maremotos, terremotos… Teoria da conspiração?

(HAARP – High Frequency Active Auroral Research Program – Programa de Investigação da Aurora Ativa de Alta Frequência).

Este é um texto de opinião, cuja responsabilidade por quaisquer eventuais informações nele contidas, compete totalmente ao seu autor. 


A ignorância é a maior multinacional do mundo.

Paulo Francis

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Revista Esmeril - 2021 - Todos os Direitos Reservados
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