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quinta-feira, 28 outubro, 2021

POLITICALHA | Sobre Absorventes, Doutrinação e a Cortina de Fumaça de Marília Arraes

Revista Mensal
Roberto Lacerda
Roberto Lacerda Barricelli é jornalista, assessor e historiador. Foi correspondente do Epoch Times e colaborador em diversos jornais, como Jornal da Cidade Online, O Fluminense, São Carlos Dia e Noite, Diário da Manhã, Folha de Angatuba e Jornal da Costa Norte.

Nova lei institui campanhas de educação sobre ‘Saúde Menstrual’ e tem entre suas inspirações uma organização nigeriana financiada pelo instituto de ‘saúde reprodutiva’ de Bill Gates

Nesta quinta-feira (07) o presidente Jair Bolsonaro vetou parcialmente o PL 4698/2019, gerando reação considerável da grande imprensa e de políticos progressistas, especialmente a petista Marília Arraes, autora do projeto.

Contudo, parafraseando o pensador francês Frédéric Bastiat, o importante não é o que se vê, mas o que não se vê! Enquanto olhamos ao escândalo e gritaria pelo veto parcial à distribuição de absorventes às alunas de escolas públicas, não nos concentramos naquilo que não foi vetado, tampouco na justificativa de Arraes para seu projeto.

‘Saúde Menstrual’: o que não se vê?

Se interrupção voluntária da gravidez (IVG) é eufemismo para aborto, a tal ‘saúde menstrual’ é mero código para ‘saúde reprodutiva’, que é um eufemismo para ‘planejamento familiar’. Ao primeiro olhar, ainda que o primeiro exemplo seja obviamente perigoso, o segundo pode parecer inofensivo e até desejável. No entanto, devemos exercitar a arte nobre e saudável da pesquisa submetida à análise lógica (ou dos discursos aritotélicos¹) e verificar se “é assim que a banda toca”.

Para qualquer abordagem do tema ‘saúde menstrual’ é necessário explicar os mecanismos biológicos envolvidos e as conseqüências da má higiene e do desconhecimento ou desatenção à menstruação.

Entre essas conseqüências, inegavelmente, está a gravidez, pois, as mulheres que desconhecem as causas da menstruação, tampouco saberão algo sobre fertilidade e dias férteis, ou que é muito raro menstruar quando está grávida (diferenciar aborto natural de menstruação ou escape, então, nem se fale).

Foto de Thiago Borges no Pexels

Logo, será necessário abordar o assunto tão amado pelas esquerdas progressistas: ‘saúde reprodutiva’. E, claro, como falar em saúde reprodutiva, sem tocar nos assuntos ‘direitos reprodutivos’ e ‘planejamento familiar’? Estão interligados – ao menos nas mentes progressistas.

Uma ‘especialista’ em ‘saúde menstrual’ não abordará o assunto sem falar sobre esses outros temas. E provarei mais adiante que a própria Marília Arraes deseja que sejam abordados. Primeiro, desfaçamos a cortina de fumaça.

Cortina de fumaça

Enquanto discutimos se é bom ou ruim a distribuição em si de absorventes higiênicos nas escolas, deixamos de ler o projeto de lei. Portanto, deixemos essa discussão para o final. O que não foi vetado garante o financiamento da abordagem doutrinária progressista, dentro de escolas públicas, para crianças e adolescentes.

Você está preocupada(o) com o não recebimento do produto de higiene pela sua filha, sobrinha, neta etc., que pode ser adquirido a baixos preços, ou recebido por programadas de distribuição estaduais e municipais, como noticiado pela Esmeril News.

Porém, deixou de observar o conteúdo aos qual suas crianças e adolescentes serão submetidas, como contrapartida dessas “doações” com o dinheiro dos pagadores de impostos (inclusive você, que não está isenta(o) de pagar os tributos, tarifas, taxas etc.).

Conteúdo

Nos interessam os artigos que não foram vetados (2º, 4º e 8º) e seus incisos, disponível no Diário Oficial da União (DOU). Vamos a eles.


Art. 2º É instituído o Programa de Proteção e Promoção da Saúde Menstrual, que constitui estratégia para promoção da saúde e atenção à higiene e possui os seguintes objetivos:
I – combater a precariedade menstrual, identificada como a falta de acesso a produtos de higiene e a outros itens necessários ao período da menstruação feminina, ou a falta de recursos que possibilitem a sua aquisição;
II – oferecer garantia de cuidados básicos de saúde e desenvolver meios para a inclusão das mulheres em ações e programas de proteção à saúde menstrual.
Art. 4º O Programa instituído por esta Lei será implementado de forma integrada entre todos os entes federados, mediante atuação, em especial, das áreas de saúde, de assistência social, de EDUCAÇÃO e de segurança pública. (grifo nosso)
§ 1º O Poder Público promoverá campanha informativa sobre a saúde menstrual e as suas consequências para a saúde da mulher.
§ 2º Os gestores da área de educação ficam autorizados a realizar os gastos necessários para o atendimento do disposto nesta Lei.
Art. 8º Esta Lei entra em vigor após decorridos 120 (cento e vinte) dias de sua publicação oficial

Se ainda não conseguiu visualizar o problema, podemos recorre ao programa adotado pela Prefeitura de São Paulo, que foi além na sinceridade e instituiu “rodas de conversas” e “outras formas de diálogo” sobre o tema, dentro das escolas, através da Lei 1754/2021, de autoria do próprio Executivo.


Art. 4º À Secretaria Municipal de Educação competirá, ainda, orientar para que as Unidades Educacionais promovam rodas de conversas ou outras formas de diálogo para conscientização das estudantes acerca dos cuidados com a própria saúde e de questões envolvendo o período menstrual, bem como para acompanhamento dessas estudantes por meio das unidades escolares, com vistas a evitar a evasão escolar.
-Lei 1754/2021

Quais seriam as ‘questões envolvendo o período menstrual’? Há a questão da fertilidade? Do período fértil? Ao explicar isso, será necessário abordar os ‘direitos reprodutivos’ e o ‘planejamento familiar’?

Se estas perguntas podem ficar em aberto quanto à Lei de São Paulo, não é possível dizer o mesmo em relação à Lei Federal, afinal, lembremos que é de autoria de Marília Arraes, do Partido dos Trabalhadores e defendeu o aborto até em monografia na Faculdade, conforme o Pernambuco em Pauta.

Marília Arraes e o progressismo

Créditos da Imagem | Divulgação

Arraes também reafirmou sua posição pró-legalização do aborto em entrevista ao Poder360, em 2019. Será acaso que sua justificativa para defender o aborto se baseie em ‘mortes maternas’ e no argumento de que estariam entre as principais causas das mesmas? Ou na idéia de que é necessário o aborto legal para que essas mulheres supostamente não morram mais?

Isso suporia que as mortes ocorreram por aborto ilegal, porém, se foi ilegal, como ter certeza das mesmas? Houve autópsias em todas as mulheres que morreram e identificadas as causas? Se sim, o dados contrariam Arraes, pois, foram encontradas 770 óbitos maternos por aborto entre 2006 e 2015, em pesquisa da Scielo no SIM. Se não houve as autópsias, então, a petista se baseia nos próprios preconceitos sobre o tema e não possui dado confiável algum.

Bem, na entrevista, também se evidencia a posição pró-planejamento familiar, pois, defende que mulheres pobres devem ter acesso ao aborto. E para que mais essas mulheres usariam o aborto, se não para ‘planejamento familiar’? Sob a ótica progressista, esse termo é um eufemismo para ‘escolher quais filhos quer que nasçam ou não’. E Arraes tanto pensa assim e persegue o objetivo de que essas idéias sejam disseminadas entre as crianças e adolescentes nas escolas (principalmente meninas pobres), que citou uma de suas inspirações na própria justificativa de seu projeto de lei: a PeachAID Medical Initiative.

Quem é NkasiObim Nebo?

Com o perdão da piada randiana², apresento aos leitores NkasiObim Nebo, a fundadora da PeachAID Medical Initiative (PMI), uma organização não governamental (ONG) nigeriana “com foco na saúde materna e reprodutiva, gestão da higiene menstrual, capacitação dos profissionais de saúde e empoderamento das mulheres, entre jovens e meninas” (grifos nossos).

NkasiObim Nebo | Créditos da Imagem | PeachAID Medical Initiative | About Us

Se ler o termo empoderamento não lhe deu urticária, nem ligou o sinal de alerta, talvez não saiba que integra (quase numa simbiose) o vocabulário do movimento feminista. E veja só, está na descrição da instituição citada por Marília Arraes em sua justificativa. E como começou a PMI? Através de trabalhos relacionados à ‘saúde menstrual’.

No mínimo, devemos admitir que Marília Arraes admira uma ONG que trata do mesmo tema e que utiliza um dos principais termo do vocabulário feminista em sua própria definição. Ainda duvida do conteúdo que a petista quer transmitir às crianças e adolescentes nas escolas, através do Programa de Proteção e Promoção da Saúde Menstrual?

Então, aprofundemos a pergunta deste subtítulo!

Quem é NkasiObim Nebo e a quem ela serve?

No site da PMI, Nebo é definida como “uma especialista em saúde materna / reprodutiva com mais de seis anos de experiência e ampla experiência na gestão e implementação de intervenções baseadas na comunidade que apoiam o atendimento pré-natal focalizado, práticas de parto limpo e seguro, planejamento familiar e serviços, e gestão da higiene menstrual” (grifos nossos). Também citam um prêmio internacional.

Créditos da Imagem | PeachAID Medical Initiative | About Us

Novamente: saúde materna / reprodutiva, planejamento familiar e serviços (quais?) e gestão de higiene menstrual (ou dignidade menstrual, ou pobreza menstrual, como chamada nas cidades de Itabira (MG) e São José dos Campos (SP) ).

Aliás, a vereadora Rose Félix (MDB), autora do projeto no município mineiro, além de formada em Comunicação e Liderança Política pelo Renova BR, assume que seu projeto visa a “conscientização sobre a menstruação”, porém, prevê que sejam organizadas “palestras, cursos e outras formas de conscientização nos quais a menstruação seja abordada como um processo natural do corpo feminino, com vistas à proteção à saúde da mulher” (grifos nossos).

Vereadora Rose Félix (MDB) | Créditos da Imagem | Câmara de Itabira (MG)

O Renova BR tem Luciano Huck em Conselho Consultivo e cuja esposa, a artista Angélica, que defendeu o aborto em entrevista, no ano de 2019.

Voltando a Nebo, em entrevista ao Nigerian Tribune, em 01 de fevereiro de 2020, tergiversou quando perguntada sobre aborto, focando sua resposta em… planejamento familiar e direitos reprodutivos. Confira a reposta de Nebo à pergunta “Você acredita que “Toda gravidez deve ser por escolha.” Isso significa que você apóia o aborto?“, feita pelo Nigerian Tribune.


Em nossas comunidades rurais, as mães são obrigadas a dar à luz o maior número possível de crianças, sem levar em consideração sua saúde, bem como a situação econômica da família. Essas mães são levadas a acreditar pela cultura e tradição que não têm voz ou o poder de quantos filhos devem ter. ‘Cada gravidez é uma escolha’ significa que cada mãe tem o direito de escolher o número, período e espaçamento de suas gravidezes. A gravidez planejada / espaçada não só beneficiará as mães, mas também dará aos maridos tempo suficiente para estarem financeiramente prontos; e isso, por sua vez, ajudará a reduzir a mortalidade materna na Nigéria

— NkasiObim Nebo ao Nigerian Tribune, em 01 de fevereiro de 2020

O jargão “evitar mortes maternas” começou a cansar? E, bem, ela não disse nem que sim, nem que não, porém, quais procedimentos permitem a tal “gravidez espaçada”? O que ela respondeu foi basicamente “bem, o que nos importa é o planejamento familiar e os direitos reprodutivos” e se tiver que recorrer aos abortos para isso… Acha interpretação pessoal? Não é!

Na mesma entrevista, Nebo fala sobre seus apoiadores e formação. Eis o momento mais importante da entrevista.


O Instituto Bill e Melinda Gates para População e Saúde Reprodutiva reconheceu as contribuições significativas que meu trabalho fez no espaço de planejamento familiar por meio de nossos programas de promoção e prestação de serviços, daí o prêmio. E o curso totalmente financiado do Gates Institute Global Health Leadership Accelerator do qual participei na Escola Bloomberg de Saúde Pública da Johns Hopkins School, nos Estados Unidos, aprimorou minhas habilidades de liderança e me transmitiu uma abordagem inovadora para liderança, gestão de programas, análise de políticas, planejamento estratégico, comunicações, defesa e mudança organizacional

— NkasiObim Nebo ao Nigerian Tribune, em 01 de fevereiro de 2020

Ela serve aos interesses dessa fundação? Ou será que apenas compartilha de suas pautas? Qualquer resposta será desastrosa.

Fundação Bill & Melinda Gates

O (em inglês) Bill and Melinda Gates Institute for Population and Reproductive Health foi responsável por conceder o prêmio citado no About (sobre) do PMI, enquanto o Gates Institute Global Health Leadership Accelerator patrocinou um curso na Johns Hopkins School Bloomberg School of Public Health.

Créditos da Imagem | Global Citizen | Getty Images

Como demonstrou a Gazeta do Povo, em 07 de fevereiro de 2021, a Fundação Bill & Melinda Gates – da qual esses institutos são braços – possui pautas progressistas em sua agenda. Entre as pautas: aborto e ‘igualdade de gênero’ (leia-se feminismo e ideologia de gênero). Em 09 de julho deste ano, o jornalista Gabriel de Arruda Castro, em matéria especial para a Gazeta do Povo, noticiou que a fundação doaria US$2,1 bilhões para a promoção da ‘igualdade de gênero’.

Em 11 de julho de 2021, a Revista Oeste publicou uma matéria sobre essas doações, informando que US$1,4 bilhão seria destinado a (de novo) ”acelerar o ‘planejamento familiar’ entre mulheres e garotas” (grifos nossos), que cobre também as ‘medidas contraceptivas’ (inclui aborto?) e US$100 milhões para ‘formação de novas lideranças entre as mulheres’ (eufemismo para empoderamento feminino). Parece que Nebo e Gates dividem ‘preocupações comuns’.

De qualquer forma, mais uma vez um progressista preocupado em levar a pauta às ‘garotas’, ou seja, crianças e adolescentes. Igual à preocupação (nesse ponto) de Arraes, Félix e Nebo? Ah, só para completar, segundo a Exame, Melinda Gates (ex-esposa de Bill), quando questionada pelo The Guardian sobre o decreto do presidente Donald Trump, que proibiu o financiamento de ONG internacionais promotoras do aborto, não titubeou.


Estamos preocupados, uma vez que esta mudança afetará milhões de mulheres e meninas no mundo inteiro

— Melinda Gates ao The Guardian

“Meninas”, “garotas”… Se em 2014 parecia que não financiariam o aborto, quem interpretou a fala de Melinda “o aborto deve ser tratado à parte” dessa maneira, mantém a mesma opinião?

E a Johns Hopkins School Bloomberg School of Public Health?

Quem está familiarizado com as obras que tratam sobre a ação de super-ricos (certos bilionários e banqueiros internacionais), como as de Gary Allen e Larry Abraham e de David Horowitz, provavelmente já está com o sinal de alerta no máximo e, agora, o estourará. Aqueles que desconhecem, ou torcem o nariz (pois algum ixpertinho chamou de ‘teorias da conspiração’), pode olhar nas referências que deixarei ao final, adquirir as obras e verificar suas fontes por si mesmos.

A Jhons Hopkins School Bloomberg School of Public Healt recebeu US$15 mil, em 2017, da Open Society; fundação progressista do bilionário George Soros, muito influente no Partido Democrata Americano. Verifique você mesmo clicando aqui. A universidade em si recebeu US$400.377,00 da Open Society entre 2016 e 2019, conforme o site da fundação.

Open Society e George Soros

No livro Do Partido das Sombras ao Governo Clandestino, David Horowitz e John Perazzo expõe extensa documentação sobre Soros e suas atividades políticas e ‘filantrópicas‘.

Créditos da Imagem | Reprodução | George Soros

O caminho ao topo do Partido Democrata e seu financiamento aos membros mais radicais tiveram significativa influência nas vitórias de Barack Obama à presidência dos Estados Unidos da América (EUA), tanto na eleição quanto na reeleição.

As pautas progressistas de Soros são descritas e detalhadas por Horowitz e Perazzo, contudo, o próprio bilionário faz questão de expor suas opiniões e (parte) de suas atividades. em seu livro ”EM DEFESA DA SOCIEDADE ABERTA”, cuja dedicatória diz “À Open Society Foundations e seus beneficiários cujas realizações superaram minhas expectativas“.

No caso da Johns Hopkins School Bloomberg School of Public Health, qual era a expectativa ao doar os 15 mil dólares “para apoiar a educação da comunidade, construção de coalizões e defesa de políticas para apoiar a criação de um espaço de consumo de drogas legalmente seguro em Baltimore“, em 2017? Criar uma cracolândia segura na região do principal Porto Marítimo de Maryland? Bem, como o porto já está ali, os traficantes internacionais agradecem.

Fonte: https://www.opensocietyfoundations.org/grants/past?filter_keyword=Hopkins

Ou quando doou US$225 mil para promoção de ‘direitos reprodutivos’ na Europa pela International Planned Parenthood Federation European Network, ou US$3 milhões à Planned Parenthood Action Fund Inc. para ‘advocacia dos direitos reprodutivos’ (eufemismo para ativismo judicial) nos EUA? Doar para uma instituição de ‘planejamento familiar’ fundada por uma enfermeira racista e ativista feminista e pró-aborto?

Margaret Sanger

Fonte da imagem: https://www.souenfermagem.com.br/fundamentos/biografias/margaret-sanger/

A fundadora da Planned Parenthood absorve essas definições, afinal, deixa claro em seus livros³ a preferência pela instalação de suas clínicas de aborto em bairros pobres e, especialmente, com população majoritariamente negra. Algo que até fundação reconheceu e a Escola Brasileira de Direitos das Mulheres noticiou.

E agora?

Bem, leitor, encerro aqui, com essas observações e informações, deixando algumas provocações finais e ao seu bom senso a decisão do que fazer com tudo isso. Espero que perceba que as conexões não são mera ‘teoria da conspiração’ e nada é mais simplista e maluco do que achar que a história é feita de acidentes e coincidências.

E o avanço dessa pauta específica por Estados e Municípios, através de vereadoras, deputadas e até um prefeito, porém, que usam um vocabulário comum e tentam emplacar termos como “pobreza menstrual”, igualmente a uma colunista da Universa (UOL), também são coincidências? Acidentes?

Print de coluna na Universa (UOL) em 07.10.2021

Também é coincidência que a colunista Andrea Dip seja da equipe da Agência Pública, de ‘jornalismo’ investigativo. A mesma agência que afirma categoricamente não aceitar financiamento de instituições conflitantes com seus valores e tem entre suas financiadoras a Open Society Foundations.

Print da área de Transparência da Agência Pública

Já sabemos quais são os valores da Agência Pública, certo? E, obviamente, de seus membros. Aliás, será que defenderiam um projeto de lei que não esteja em conformidade com seus valores e intenções?

Com informações de DOU (07/10/2021), Câmaras Municipais de São Paulo, São José dos Campos e Itabira, Nigerian Tribune, Câmara dos Deputados, PeachAID Medical Initiative, Open Society Foundations, Gazeta do Povo, Revista Oeste, Esmeril News, Pernambuco em Pauta, Poder 360, The Guardian, Exame, Scielo, Universa e Renova BR

Notas

¹O filósofo Olavo de Carvalho divide os discursos aristotélicos em quatro: Poética, Retórica, Dialética e Lógica Analítica;

²Who is John Galt? É a questão central do livro A Revolta de Atlas, da filósofa russo-americana Ayn Rand. John Galt é o ‘herói’ da obra;

³Margaret Sanger também era escritora. Ver seção “Referências”.

Referências

Diálogos com Bastiat, Livro 1, O que se vê e o que não se vê; Bastiat, Frèdèric, Ed. Libertar, São Paulo, 1ª edição, 2016;

EM DEFESA DA SOCIEDADE ABERTA; Soros, George, Intrínseca, Rio de Janeiro, 1ª edição, 2021, tradução Cláudio de Arantes Leite: In Defense of Open Society, Public Affairs, Perseu Books, LLC;

Do Partido das Sombras ao Governo Clandestino; Horowitz, David; Perazzo, John, Armada, São Paulo, 1ª edição, 2018;

Aristóteles sob nova perspectiva; de Carvalho, Olavo, Vide Editorial, Campinas, SP, 2ª edição, 2014;

A Revolta de Atlas; Rand, Ayn, Ed. Arqueiro, Guarulhos, SP, 1ª edição, 2017;

Política, Ideologia e Conspirações: A sujeira por trás das idéias que dominam o mundo; Allen, Gary; Abraham, Larry; Faro Editorial, Barueri, SP, 1ª edição, 2017;

Woman and the New Race; Sanger, Margaret, Kessinger’s Legacy Reprints, Whitefish, Montana (USA, First Edition, 2010;

The Pivot of Civilization; Sanger, Margaret, Read Books, USA, First Edition, 2016, introduction by H. G. Wells (1922);

The Case for Birth Control: A Supplementary Brief and Statement of Facts; Sanger, Margaret, Forgotten Books, 2017;

Margaret Sanger, Pionering of Birth Control, An Autobiography; Sanger, Margaret, Rowman & Littlefield Publishing Group Inc, Cooper Square Press, First Edition, 1999, With New Introduction by Kathryn Cullen-DuPont.


Eu não consigo sinceramente entender como a fraternidade pode ser legalmente forçada, sem que a liberdade seja legalmente destruída e, em consequência, a justiça seja legalmente deturpada

— Frèdèric Bastiat

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