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terça-feira, 28 junho, 2022

PALEONTOLOGIA | Dragão da morte argentino, o réptil voador era do tamanho de um ônibus

Revista Mensal
Vitor Marcolin
Vitor Marcolinhttps://lletrasvirtuais.blogspot.com/
Apenas mais um dos milhares de alunos do COF. Non nobis Domine.

Tão alta quanto uma girafa, os restos mortais da criatura foram descobertos em rochas nas montanhas dos Andes

As descobertas sobre as antigas formas de vida despertam fascinação, porque alimentam a imaginação e nos fazem pensar sobre os mistérios das coisas criadas. O paleontólogo argentino Leonardo Ortiz contou à BBC sobre mais uma das descobertas de restos mortais de antigos monstros: um réptil voador cujas asas ostentavam nada menos que nove metros de envergadura. Um animal de tamanho “aterrorizante”.

Uma ilustração científica do recém-descoberto Thanatosdrakon amaru/Reprodução.

“Esta espécie tinha uma altura semelhante à de uma girafa, [a envergadura de suas asas] desafia os limites de nossa compreensão biológica”.

Ortiz à BBC

Contemporânea dos dinossauros, segundo as especulações dos cientistas, a criatura vivera há obscenos 86 milhões de anos. O dragão da morte argentino, portanto, vez os seus voos rasantes na era geológica conhecida como Mesozoica, que compreendeu os períodos Triássico, Jurássico e Cretáceo.

Fósseis do Pterossauro recém-identificado estavam enterrados em rochas que datam de 86 milhões de anos/Reprodução.

Ortiz foi um dos paleontólogos que originalmente descobriram os fósseis do réptil durante uma escavação na Argentina em 2012. O cientista batizou a criatura de Thanatosdrakon amaru, uma combinação das palavras gregas para “morte” e “dragão”.

“Parecia apropriado nomeá-lo dessa forma, é o dragão da morte”.

Ortiz à BBC

Dada a antiguidade da criatura, os paleontólogos creem que o réptil argentino havia sido um dos primeiros predadores a usar suas asas a fim de caçar presas. Não obstante, segundo Ortiz, a criatura devia passar a maior parte do tempo no chão. Os pesquisadores não têm muitas informações sobre os hábitos do animal, tudo o que encontraram foram os restos mortais impregnados na rocha; mas supõem que, porque havia um par de espécimes de tamanhos diferentes, o predador vivia em grupos.

Uma equipe de paleontólogos descobriu os restos mortais na Cordilheira dos Andes da Argentina em 2012/Reprodução.

Com informações de BBC Brasil.


“Para um canário, um gato é um monstro”.

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