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domingo, 23 janeiro, 2022

Oscar Schmidt revela menosprezo à Seleção Brasileira de Basquete em 1987

Revista Mensal
Roberto Lacerda
Roberto Lacerda Barricelli é jornalista, assessor e historiador. Foi correspondente do Epoch Times e colaborador em diversos jornais, como Jornal da Cidade Online, O Fluminense, São Carlos Dia e Noite, Diário da Manhã, Folha de Angatuba e Jornal da Costa Norte.

O ídolo esportivo nacional contou sobre caso desagradável contra o Brasil na final do Panamericano de 1987

O ídolo do basquete brasileiro, Oscar Schmidt, contou um caso muito desagradável ocorrido com o Brasil na final do Panamericano de Basquete de 1987. Os atletas e o país foram desrespeitados e menosprezados, mas saíram vencedores.

O craque publicou o caso em sua página do Facebook.

Algumas pessoas não sabem, mas na final do Panamericano de 1987 eles nem sequer tinham o hino do Brasil para tocar durante a premiação.

Eles estavam tão crentes que os Estados Unidos iriam ser campeão que eles não se deram ao trabalho de ter o nosso hino. Poucas vezes eu vi um time ser tão menosprezado como o nosso naquela ocasião.

Mas deu no que deu; o Brasil ganhou e nós exigimos que eles fossem atrás do hino. Chegamos a falar que se não tivesse o hino não íamos para a premiação, para o desespero deles.

No final das contas, nós acabamos tendo que cantar o hino à capela, porque eles estavam com dificuldade de achar o hino e, quando acharam, só tinham um pedacinho para tocar.

Mas posso te falar uma coisa? Foi até melhor assim, porque nós cantamos à plenos pulmões, para o mundo inteiro ouvir e aprender a não desprezar a nossa força de vontade.

– Oscar Schmidt

A perseverança é a mãe da boa sorte.

– Miguel de Cervantes
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