Segundo a mãe, o padrasto é o responsável pelas agressões

Um menino de oito anos morreu nesta sexta- feira (02), logo após dar entrada em um hospital de Vitória (ES) com sinais de agressão física, noticiou a Folha de Vitória. Paulo Antônio Marinho sofreu uma parada cardíaca e não resistiu. 

De acordo com a Polícia Civil, a criança foi levada pela mãe até o Hospital Infantil de Vitória. Os médicos que prestaram o atendimento disseram que o menino apresentava marcas de violência pelo corpo. A criança morava com a mãe, o irmão mais novo e o padrasto. 

O pai biológico do menino foi avisado sobre o ocorrido por telefone. Após serem informados sobre o caso, policiais militares foram até o hospital e ouviram a mãe da vítima. A jovem de 23 anos foi levada para a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa de Vitória para prestar depoimento. A mulher chegou acompanhada da irmã.

O depoimento da mãe da criança durou cerca de uma hora. Para o delegado, a mulher contou que o filho mais novo passou mal e, por isso, ela saiu com a criança para um hospital. Quando chegou em casa, ela teria sentido falta de Paulo. Ao procurar pelo filho, ela encontrou a criança desacordada em um cômodo da casa.

A mulher disse ao delegado que o companheiro dela, o padrasto do menino, seria o responsável pelas agressões. Após o depoimento, ela foi liberada. 

O homem ainda não foi encontrado pela polícia. 

Caso Henry Borel

Henry Borel

Outro caso recente é o do menino que chegou morto ao hospital no dia 8 de março, como testemunhou a equipe médica. A mãe e o padrasto afirmaram que ele foi encontrado caído em seu quarto. No entanto, segundo o Portal G1, a perícia apontou que a morte foi por hemorragia interna e laceração hepática causada por uma ação contundente, portanto, com sinais de violência. 

No documento, a perícia constatou múltiplos hematomas no abdômen e nos membros superiores; infiltração hemorrágica na parte da frente, lateral e posterior da cabeça; edemas no encéfalo; grande quantidade de sangue no abdômen; contusão no rim à direita; trauma com contusão pulmonar; laceração hepática (no fígado); e hemorragia retroperitoneal.

Diante de tantas dúvidas, o caso ganhou repercussão e uma longa investigação, que colheu depoimentos, culminando com o cumprimento de mandados de busca e apreensão. 

A mãe Monique Medeiros e o padrasto o Vereador Dr. Jairinho (Solidariedade) estão sendo investigados pela morte do menino. 

Com informações da Folha de Vitória e do Portal G1.


Não é o sofrimento das crianças que se torna revoltante em si mesmo, mas sim que nada justifica tal sofrimento.

– Albert Camus

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Revista Esmeril - 2021 - Todos os Direitos Reservados
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