A criança também poderia ficar em estado vegetativo permanente, mas acabou falecendo no hospital

Na madrugada deste sábado (24), faleceu a criança de seis anos, que foi espancada pela mãe e a madrasta em Porto Real (RJ), conforme noticiamos (aqui e aqui).

Ketelen Vitória Oliveira da Rocha (6 anos) foi espancada, torturada e privada de alimentos por aproximadamente três dias, por ter tomado um copo de leite sem autorização e pelos ciúmes da madrasta Brena L. Barbosa Nunes (25 anos) com a permissão da mãe Gilmara Oliveira de Farias (27 anos).

A mãe de Brena relatou ao jornal Extra que ela era uma criança boa, educada, respeitadora, amável e que a chamava de tia. Ela contou que pediu a Gilmara para ela não trazer a menina, porque a Brena não gosta de crianças.

A menina passava o dia trancada no quarto. A mãe da madrasta presenciou todas as agressões e torturas sofridas pela menina.

Quarto da criança

Brena sempre teve um comportamento agressivo com suas ex-namoradas e familiares. Ela sempre teve esse comportamento agressivo e ela e Gilmara brigavam bastante, mas essa foi a primeira vez que ela agrediu uma criança. Porém, as agressões à menina aconteciam em conjunto e muitas vezes comandadas por Gilmara, mãe da criança. Disse a mãe de Brenda ao Extra

Os moradores do Jardim das Acácias, em Porto Real, pedem justiça

Eu moro a quatro casas de distância, se eu tivesse ouvido ou visto algo, teria denunciado. Teria colocado a cara, mas eu nunca vi essa criança, ela ficava presa. Ninguém de fora ouviu porque elas fechavam a boca da criança e aumentavam o volume da TV. Todo mundo está revoltado. Eu chego a passar mal de nervoso ao pensar que isso aconteceu com uma criança de seis anos.

– Roberta Rodrigues de Oliveira, de 46 anos, moradora do Jardim das Acácias.

Roberta também relatou que a mãe da madrasta foi na sua casa duas vezes pedir ajuda por causa das agressões da filha e a socorreu. Brena agrediu até a própria avó, de 86 anos. A mãe chegou a chamar a polícia, mas ela não foi presa.

A mãe de Brenda disse que não quer as criminosas livres. Que não criou filha pra matar criança e o que sua filha fez não tem justificativa. Ela ainda ressalta que elas (Brenda e Gilmara) têm que pagar pelo que fizeram, que não podem ficar impunes.

Com informações do Extra e SBT


Quando vejo uma criança, ela inspira-me dois sentimentos: ternura, pelo que é, e respeito pelo que pode vir a ser.

– Louis Pasteur

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