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terça-feira, 21 setembro, 2021

Maradona morre aos 60 anos na Argentina

Revista Mensal
Claudio Dirani
Mais de 20 anos de experiência em diversas áreas da comunicação, incluindo marketing, rádio jornalismo e jornalismo esportivo, político e de variedades. Também é compositor e autor de cinco publicações, incluindo "MASTERS: Paul McCartney em discos e canções."

Ex-meia de Napoli, Boca Juniors e Seleção se recuperava de cirurgia em sua residência próxima a Buenos Aires

Diego Maradona não resistiu.  Cerca de vinte dias após ser internado para drenar uma hemorragia no cérebro, o maior ídolo do futebol argentino faleceu aos 60 anos em sua residência na província de Tigre, localizada a 30 quilômetros da capital Buenos Aires, após sofrer parada respiratória. Ainda não há detalhes sobre a real causa mortis do ex-atleta, que antes de sofrer a cirurgia no início do mês, atuava como treinador do clube Gimnasia y Esgrima.

Maradona iniciou a carreira com apenas 16 anos – vestindo a camisa de número 16, como meio-campista do Argentino Juniors. Após anotar 116 gols pelo clube, foi transferido pelo Boca Juniors, seu clube de coração, em 1981.

Em 1982, logo após ser transferido para o Barcelona, disputou sua primeira Copa do Mundo, sendo eliminado pelo Brasil na fase eliminatória por 3 a 1, sendo expulso em um lance violento contra o volante Batista.

O auge do meia-atacante aconteceria em 1986, quando já defendia as cores do Napoli no campeonato Italiano. Com um gol polêmico de mão contra a Inglaterra, batizado ironicamente pelo jogador como “la mano de Diós”, Maradona lideraria os argentinos rumo à final contra a Alemanha, vencida por 3 a 2.

“Ídolo italiano”

Entre 1984 e 1991, Diego Armando Maradona defendo as cores azul e branco do Napoli. Dentro de campo, o jogador elevou o status do clube, conquistando dois Scudetti (títulos nacionais), Copa da Itália (1), Super Copa da Itália (1), além de uma Copa da UEFA (hoje, Europa League). O desempenho, ao lado dos brasileiros Careca e Alemão, fizeram de Maradona o maior ídolo da história do time.

Sua importância para os fãs do Napoli atingiria proporções imensuráveis, a ponto de dividir a torcida italiana na partida semifinal entre a seleção Italiana e a Argentina na Copa de 1990, em Nápoles, quando os argentinos eliminaram a Azurra nos pênaltis, após empatar por 1 a 1 na prorrogação.

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