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quarta-feira, 22 setembro, 2021

Kalil recorrerá ao Plenário do STF para proibir celebrações religiosas presenciais

Revista Mensal
Roberto Lacerda
Roberto Lacerda Barricelli é jornalista, assessor e historiador. Foi correspondente do Epoch Times e colaborador em diversos jornais, como Jornal da Cidade Online, O Fluminense, São Carlos Dia e Noite, Diário da Manhã, Folha de Angatuba e Jornal da Costa Norte.

Prefeito de Belo Horizonte (MG) recuou da manutenção da proibição, após intimação de Nunes Marques, mas não desistirá de proibir celebrações religiosas presenciais

O Ministro do STF Kassio Nunes Marques liberou as celebrações religiosas presenciais através de medida cautelar e o prefeito de Belo Horizonte (MG) twittou que manteria a proibição no município, como noticiado pela Revista Esmeril. 

Também como noticiamos, o Ministro intimou Alexandre Kalil (PSD) a cumprir a medida e a Superintendência da Polícia Federal em Minas Gerais a garantir que a administração municipal e seus funcionários respeitem a decisão liminar. 

Neste Domingo de Páscoa (04), em novo tweet, Kalil informou que cumprirá a medida cautelar do Ministro Kassio Nunes Marques, porém, recorrerá ao Plenário do STF para voltar a proibir celebrações religiosas presenciais. 

Vereador publicou ofício do PGM

Através de seu perfil no Twitter, o vereador Nikolas Ferreira (PRTB) publicou ofício do Procurador Geral do Município de Belo Horizonte, Castellar Modesto Guimarães Filho, e do Subprocurador-Geral Fiscal, Felipe Mantuano Pereira, ao Superintendente da Polícia Federal em Minas Gerais, Dr. Caio Costa Duarte, informando a interrupção da fiscalização nos Templos do município, até que a matéria seja apreciada pelo Plenário do STF. 

Segundo o portal da Câmara Municipal de Belo Horizonte (CMBH), Nikolas Ferreira foi o segundo vereador mais votado da história de Belo Horizonte. Nikolas conquistou 29.388 eleitores em 2020. 

Advogado rebateu Kalil antes de recuo

O advogado e jornalista Taiguara Fernandes de Sousa rebateu o tweet de Kalil e explicou a diferença entre as decisões do STF, na ADI 6341 e a ADPF 701. 

A título de curiosidade, Kalil é filiado ao Partido Social Democrático (PSD) que propôs a ADI 6341, que aguardo parecer do Ministro Gilmar Mendes. A ANAJURE (Associação Nacional de Juristas Evangélicos) propôs a ADPF 701 e obteve a medida cautelar do Ministro Kassio Nunes Marques. 

Com informações dos perfis de Alexandre Kalil, Nikolas Ferreira e Taiguara Fernandes no Twitter.


Um estranho fanatismo preenche nossos dias: o ódio fanático contra a moral, especialmente contra a moral cristã.

– G. K. Chesterton

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