Embora a decisão quanto ao próximo presidente dos EUA dependa de um veredicto, em virtude das suspeitas de fraudes e consequentes ações judiciais impetradas pela campanha de Donald Trump em mais de um estado, jornais e revistas cuja tarefa é replicar juízos do Project Syndicate repetem que Biden é o novo presidente.

O Project Syndicate é uma espécie de difusora de narrativas alinhadas ao interesse político das fundações cuja meta é enfraquecer soberanias nacionais e implementar o governo mundial. Conforme se lê na própria página, a iniciativa é financiada por uma longa lista de Fundações, entre as quais Open Society, Bill & Melinda e The European Climate Foundation.

Consequentemente, governos que protegem a própria soberania e as liberdades individuais de seus cidadaõs são persona non grata nas matérias difundidas pelo PS mundo afora. A ânsia em livrar-se de Trump parece flagrante, razão provável da pressa em declarar Biden o novo presidente, ainda que o resultado das eleições permaneça em suspensão.

Países governados por presidentes sem pretensões de interferir no processo eleitoral americano obviamente não se pronunciaram sobre o resultado. Foi o caso de México, Brasil, Rússia e China. Não se pronunciaram porque ainda não há um resultado oficial.

Nos EUA, diversos meios de comunicação que não repetem mecanicamente as linhas de raciocínio do jornalão globalista PS publicaram as irregularidades ocorridas nessas eleições. Contudo, a mídia que mimetiza o editorial global desconsidera as ocorrências publicadas e insiste em julgar que o atual presidente dos EUA contesta a apuração dos votos “sem provas”.

Quanto aos líderes políticos que saíram dando parabéns a Biden pelo resultado das eleições (em vias de análise pela justiça americana), têm em comum grande apreço não apenas pelo discurso ambientalista, como também por outras receitas de salvação da humanidade de consistência duvidosa, embora certamente propícias a ampliar o controle das economias e sociedades por parte dos oligopolistas que fazem avançar o governo mundial.

O discurso homogêneo, pre-definido e parcial da mídia quanto à “Pandemia” se assemelha, em método e forma, àquele a respeito das eleições americanas, evidenciando a rede de informação cuja fonte comum emana do interesse político das grandes Fundações.

Quanto ao resultado concreto das eleições no país de maior força bélica do planeta, permanece no ar até a conclusão das ações judiciais em curso. Enquanto isso, o braço mais barulhento dos próceres do governo mundial insistem em difundi-lo como se ele existisse.

Trump contesta e Goebbels sorri.

fim
Revista Esmeril - 2020 - Todos os Direitos Reservados

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