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terça-feira, 21 setembro, 2021

Guilherme Boulos (PSOL) vira réu por invasão de Triplex no Guarujá (SP)

Revista Mensal
Roberto Lacerda
Roberto Lacerda Barricelli é jornalista, assessor e historiador. Foi correspondente do Epoch Times e colaborador em diversos jornais, como Jornal da Cidade Online, O Fluminense, São Carlos Dia e Noite, Diário da Manhã, Folha de Angatuba e Jornal da Costa Norte.

O ex-candidato à Prefeitura de São Paulo invadiu o imóvel em 2018, junto a outras 49 pessoas

O Triplex que rendeu a Luiz Inácio Lula da Silva (PT) uma condenação na Operação Lava Jato – 9 anos e 6 meses – numa acusação de ocultação de patrimônio e recebimento de propina, também pode render de seis meses a dois anos ao postulante a sucessor do ex-presidente, Guilherme Boulos (PSOL).

Nesta quinta-feira (25), Boulos virou réu pela invasão do Triplex no Guarujá (SP), em 16 de abril de 2018. A invasão durou quatro horas e os invasores (aproximadamente 50 pessoas) saíram após negociação com a Polícia Militar.

A juíza Lisa Taubemblatt, da 6ª Vara Federal de Santos, acatou denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal, baseada no Artigo 346 do Código Penal, por “tirar, suprimir, destruir ou danificar coisa própria, que se acha em poder de terceiro por determinação judicial ou convenção”. Em caso de condenação, a pena pode ser de seis meses a dois anos e multa.

Segundo reportagem do Portal G1, Guilherme Boulos organizou a invasão, na qual participaram o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) e a Frente Povo Sem Medo. 

Em nota, o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) afirmou que considera a denúncia “absurda, e que a decisão, por ser inconsistente, certamente será revista”.

Ligações com Antifas

Segundo dossiê publicado pela Revista Esmeril, por Raimundo Bentes, tanto o PSOL, quanto o MTST e a Frente Povo Sem Medo possuem estreitas relações com os Antifas, desde as manifestações de 2013. 

Com informações do Portal G1. 


Compreendi que era um socialista que me falava, e mandei-o à fava. Foi outro verso, mas vi-me livre de um amolador

– Machado de Assis
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