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quinta-feira, 28 outubro, 2021

SP | Grupo Feminista ocupa praça para impedir vigília pacífica de oração

Revista Mensal
Samara Barricellihttp://www.revistaesmeril.com.br
Samara Oliveira Barricelli é jornalista, Católica Apostólica Romana, mãe e esposa.

Maioria das participantes da vigília são mães, idosas e freiras. Jornalista do G1 participou do boicote. “Estão condenados a rezar num chiqueirinho”, publicou o Grupo Feminista

Na manhã desta quarta-feira (22), um grupo feminista ocupou a praça em frente ao Hospital Pérola Byington, para impedir voluntários de iniciarem a campanha ”40 Dias Pela Vida”. O grupo recebeu o apoio do vereador transexual Erika Hilton (PSOL), de extrema-esquerda, e criaram uma campanha intitulada “Primavera da Solidariedade”, para se opor e impedir o grupo de orações de ocupar a praça.

Crédito das Imagens | Reprodução | Instagram 40 Dias Pela Vida SP | https://www.instagram.com/40diaspelavidasp/

Além disso, elas obtiveram uma autorização da Subprefeitura da Sé para utilizarem o local por 40 dias, o mesmo período que o grupo de orações iria ocupar a praça. Os religiosos fizeram a mesma campanha em 2019 com a ajuda de voluntários, principalmente de mulheres que rezavam e faziam a distribuição de terços, miniaturas e panfletos de bebês. Havia ainda uma faixa com o propósito dos voluntários que dizia: ”Rezando pelo fim do aborto”.

Erika Hilton garantiu que o grupo feminista obtivesse a autorização para ocupação da praça e acusou as mães, idosas e freiras, que participam do 40 Dias Pela Vida, de ‘constrangerem’ mulheres que desejam abortar, segundo o G1.

Jornalista que escreveu matéria participa do Grupo Feminista

Apesar das voluntárias apenas rezarem e distribuírem panfletos e material pró-Vida, foram chamadas de ”extremistas religiosos” pela jornalista do G1, Barbara Muniz Vieira, que no mesmo título também defendeu o aborto como sendo um “direito das mulheres” (clique aqui).

Créditos da Imagem | Print | G1

No Twitter, a jornalista comemora a ação e sua volta à praça para tentar impedir a vigília.

Jornalista do G1 que escreveu sobre o caso, participou do boicote e comemorou o impedimento das orações

O Grupo Feminista também fez ataques aos religiosos na Internet, chamando as mães, idosas e freiras de fascistas, que agora precisariam “rezar num chiqueirinho qualquer”.

Grupo Feminista agride religiosas na internet

Apesar da tentativa de boicote às orações e à campanha, o grupo de orações manteve a vigília pacífica, ficando só um pouco mais distante do local original. O ACI Digital noticiou a realização da vigília pacífica e das orações.

Deputado e Ativista apoiam a Campanha Pró-Vida

O Deputado Estadual Douglas Garcia (PTB) foi ao local, após receber avisos de que a integridade física das voluntárias e demais participantes do grupo de orações estaria sob perigo. Garcia solicitou reforço policial para garantir a segurança dos cidadãos pacíficos da campanha pró-Vida.

O Deputado também participou da vigília e da oração, inclusive, carregando uma estátua da Virgem Maria.

Créditos da Imagem | Assessoria Douglas Garcia

A ativista Steh Papaiano também se manifestou, denunciando os ataques do Grupo Feminista e a postura da jornalista do G1.

Com informações de 40 Dias Pela Vida, ACI Digital, Twitter e G1


O sucesso torna as pessoas modestas, amigáveis e tolerantes; é o fracasso que as faz ásperas e ruins

— W. Somerset Maugham

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