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quinta-feira, 27 janeiro, 2022

Estudante da USP desenvolve miocardite após receber 1ª dose da Pfizer

Revista Mensal
Samara Barricellihttp://www.revistaesmeril.com.br
Samara Oliveira Barricelli é jornalista, Católica Apostólica Romana, mãe e esposa.

Aluna não conseguiu relatar seu caso no site oficial e publicou vídeo nas redes sociais

Em 12 de agosto de 2021, a estudante de veterinária da Universidade de São Paulo (USP) Mariana Gudrun recebeu a primeira dose do imunizante da Pfizer, porém, cinco dias após a vacinação teve que ir ao hospital. Mariana ficou alguns dias internada numa Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Após a alta, a estudante tentou relatar seu caso duas vezes, porém, não recebeu o retorno das autoridades competentes, tampouco da vigilância sanitária. Ela foi diagnosticada com Miocardite.

O vídeo de Mariana Gudrun foi publicado no Twitter pelo Deputado Estadual Douglas Garcia (PTB). Douglas Garcia informou que requererá à Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo informações sobre todos os casos de miocardite pós-vacinação.

Nota da ANVISA

Em 16 de setembro de 2021, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) emitiu nota sobre a investigação de relação entre a vacina da Pfizer e a morte de uma adolescente de 16 anos, em São Bernardo do Campo. A Esmeril News cobriu esse caso.

Na nota, a ANVISA afirma que há registro de casos de miocardite e pericardite devido à vacina da Pfizer. Geralmente, ocorre em homens jovens e dentro de um período de 14 dias após a segunda dose. Porém, não são todos os casos, portanto, a agência solicitou a inclusão de informações sobre essas possíveis reações na bula do produto.

Com informações de Mariana Gudrun e Douglas Garcia (Twitter) e ANVISA


Ousa dizer a verdade: nunca vale a pena mentir. / Um erro que precise de uma mentira, acaba por precisar de duas

— George Herbert

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1 COMENTÁRIO

  1. Bom dia,
    Muito longe do bom jornalismo essa matéria. Limita-se a reproduzir o relato da jovem Mariana no Instagram e do Deputado Douglas Garcia no Twitter. Não apurou sequer em qual hospital ocorreu a internação e, por conseguinte, se o hospital ou o médico responsável, fez a devida notificação de efeito adverso às autoridades sanitárias, como preconiza a Anvisa. Além disso, para reforçar o relato da jovem, selecionou trechos de uma nota da Anvisa sobre outro caso, ainda sob investigação, de possível efeito adverso que resultou em morte. Porém, a investigação concluiu que a morte não foi em decorrência da vacina.
    E agora?

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