Saíram efetivamente os ministros Ernesto Araújo (Relações Exteriores) e Fernando Azevedo e Silva (Defesa) e o Advogado Geral da União, José Levi. Conheça os que chegam e saiba quais trocam de pasta. 

Nesta segunda-feira (29), o Presidente da República, Jair Messias Bolsonaro (Sem Partido), comunicou através de seu perfil oficial no Facebook as trocas em quatro ministérios, uma secretaria e na Advocacia Geral da União (AGU).

Efetivamente saíram do Governo Federal os ministros Ernesto Araújo (Relações Exteriores) e Fernando Azevedo e Silva (Defesa) e o Advogado Geral da União, José Levi.

Dança das cadeiras

No Ministério das Relações Exteriores assumirá o diplomata Carlos Alberto Franco França, que ocupou cargos nas embaixadas do Brasil na Bolívia, conforme o portal Bolívia Cultural, Paraguai e Estados Unidos da América, também foi chefe do cerimonial do Palácio do Planalto e Assessor-Chefe da Assessoria Especial da Presidência da República. 

Para o Ministério da Defesa, Bolsonaro escolheu o general Walter Braga Netto, que deixará a Casa Civil para o também general Luiz Eduardo Ramos. 

Na Secretaria de Estado da Presidência, então ocupada pelo general Ramos, assumirá a Deputada Federal Flávia Arruda (PL/DF), esposa do ex-governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda (PL), condenado e cassado por corrupção na operação “Caixa de Pandora”. 

O novo AGU será o antigo AGU

A Advocacia Geral da União (AGU) terá um velho conhecido no comando. André Luiz de Almeida Mendonça (re)assumirá a AGU e deixará o Ministério da Justiça e Segurança Pública para o Delegado de Polícia Federal Anderson Gustavo Torres. 

Experiência de Anderson Gustavo Torres

Anderson Gustavo Torres tem experiência em Ciência Policial, Investigação Criminal e Inteligência Estratégica. O novo ministro também coordenou as investigações da Superintendência da Polícia Federal (PF) contra o crime organizado, em Roraima (RR), entre 2003 e 2005, e as atividades de inteligência da PF contra organizações criminosas do tráfico internacional de drogas e lavagem de dinheiro, entre 2007 e 2008. 

Segundo a Secretaria de Estado de Segurança Pública, se dedicou à coordenação de atividade parlamentar em comissões da Câmara dos Deputados, voltadas ao combate ao crime organizado, segurança pública, fiscalização financeira e controle. 

Também foi assessor no Congresso Nacional, em duas Comissões Parlamentares Mistas de Inquérito. 

Com informações do perfil oficial do presidente Jair Bolsonaro no Facebook, Secretaria de Estado da Segurança Pública, Bolívia Cultural e Jovem Pan. 


Uma vez criada a entidade burocrática, ela, como a matéria de Lavoisier, jamais se destrói, apenas se transforma.

– Roberto Campos

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