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domingo, 19 setembro, 2021

Criminoso vendia abortivos e pedia fotos dos fetos mortos

Revista Mensal
Samara Barricellihttp://www.revistaesmeril.com.br
Samara Oliveira Barricelli é jornalista, Católica Apostólica Romana, mãe e esposa.

As imagens seriam utilizadas como “controle de qualidade” para confirmar que a droga realmente causa abortos

Segundo investigações da Delegacia de Repressão a Crimes Cibernéticos (DRCC) e Polícia Civil de Goiás apontam para esquema de venda de drogas abortivas, em larga escala, a quase todos os Estados brasileiros. As negociações ocorriam através de uma plataforma de conversas.

O Metrópoles obteve acesso às mensagens de um grupo do aplicativo, no qual as conversas aconteciam. Um dos criminosos pedia fotos dos fetos abortados após serem expelidos, para provar que a droga vendida causa abortos e efetuar “controle de qualidade”.

Um criminoso chamado ”Guga C***” administrava o grupo. As investigações afirmam que se trata de um estudante de enfermagem, de 29 anos, que trabalhava na farmácia de uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), num hospital de Goiânia (GO).

Imagem | Reprodução: Metrópoles

Contudo, os policiais não informaram o nome do suspeito, que foi alvo de mandado de busca e apreensão, em Fevereiro/2021, porém, não houve prisão.

Operação Sexto Dia

Imagem | Reprodução: Metrópoles

Numa ação em 12 de Agosto deste ano, como parte da Operação Sexto Dia, uma estudante de veterinária, de 24 anos, foi presa. Ela seria a cabeça de uma organização criminosa especializada na venda de drogas abortivas. Os criminosos distribuíam a droga para todo o Brasil.

As transações criminosas eram realizadas pela internet. Um mandado de busca foi cumprido em Salvador (BA). A criminosa teria um sócio, que trabalha em farmácia, e a ajudava a administrar perfis de “apoio à mulher” nas redes sociais, através do quais anunciavam ‘abortos seguros’.

A Polícia também encontrou maconha “gourmet” durante a busca na casa da universitária. Um produto de “luxo”, mas à mão de quem chegava a cobrar R$ 4 mil numa cartela da droga abortiva, parcelado em até 12 vezes.

Com informações do Metrópoles


se nós aceitamos que uma mãe pode matar até mesmo sua própria criança, como nós podemos dizer para outras pessoas que não matem uns aos outros?

— Madre Teresa de Calcutá

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