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terça-feira, 21 setembro, 2021

COVID-19: vírus “volta a atacar” depois das eleições municipais

Revista Mensal
Claudio Dirani
Mais de 20 anos de experiência em diversas áreas da comunicação, incluindo marketing, rádio jornalismo e jornalismo esportivo, político e de variedades. Também é compositor e autor de cinco publicações, incluindo "MASTERS: Paul McCartney em discos e canções."

Saiba também o que o diretor da OMS falou sobre o Brasil

COVID-19: Como já era aguardado, com o fim do segundo turno das eleições municipais em todo o Brasil o vírus chinês voltou a ser maior preocupação de quem está no poder. Logo após o governador João Dória retomar as medidas restritivas correspondentes à fase Amarela do chamado Plano São Paulo, chegou a vez do Diretor Geral da OMS, Tedros Adhanom, se manifestar.

Certamente, o etíope não deve ter acompanhado os incontáveis comícios que aconteceram sem qualquer bloqueio ou intervenção das autoridades. Entre esses eventos, vale citar as sete carreatas em que Guilherme Boulos participou ao lado de Sâmia Bonfim, ciente da aliada já estar contaminada com o vírus.

“O Brasil deve agir muito, muito seriamente, em virtude da alta de casos e mortes. É muito preocupante”

Tedros Adhanom

A declaração do dirigente da OMS teria sido baseada em registros oficiais que apontaram 272 mortes por ou com COVID-19 no território brasileiro no dia 29 de novembro, o que eleva para cerca de 6.3 milhões de casos e 174 mil óbitos aproximados em nosso país.

Em paralelo ao número divulgado, laboratórios também indicam aumento na procura de testes de coronavírus. Segundo dados recentes, somente em São Paulo o salto chegou a 30% nos primeiros 15 dias de novembro. Portanto, mais testes representam mais casos positivos, ainda que não determinem ser com ou sem sintomas.

Argentina em eterno lockdown

Enquanto a Organização Mundial da Saúde se mostra preocupada com o Brasil, a Argentina continua registrando altos índices de óbitos por cada milhão de habitantes. Com mais de 36 mil vítimas até 17 de novembro, o número proporcional era de 796 falecimentos por milhão – a 4ª posição global, mesmo com total quarentena desde março. Vale lembrar que a Argentina de Alberto Fernandez é a nação com o lockdown mais longo do planeta.

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