A sucessão de crises desencadeadas pela chegada do corona-vírus ao Brasil engoliu todas as discussões políticas importantes para a direita. Todas as vertentes se renderam às polêmicas associadas à pandemia, esquecendo de seguir trabalhando para se legitimar a direita no cenário político nacional.

Quem não se lembra? Do início de janeiro até o final de fevereiro, milhares de apoiadores do governo se mobilizaram para enviar fichas de apoio à equipe do Aliança pelo Brasil. O assunto principal era concentrar esforços para fazer o partido sair do papel. Do início de março para cá, a discussão se perdeu.

Por esta razão, decidi registrar em vídeo uma conversa com Paulo Sanchotene, uma das mentes por trás do Aliança — e dos mais brilhantes intelectuais ligados à nova direita.

Paulo conta em detalhes porque se criou o partido; o seu papel na formulação dos 5 pilares; o significado das noções Deus, Pátria, Família, Segurança e Liberdade, e a conversão de seu manuscrito em programa pelas mãos de Felipe Pedri, Felipe G. Martins e Taiguara Fernandes de Souza.

Para além disso, explica o que faz do Aliança pelo Brasil um partido genuinamente político, imbuído do espírito da nova era. À diferença dos partidos fundados de 1988 para cá, o Aliança resgata o sentido profundo da prática política, cuja essência é a alternância perene de lados em combate, cabendo à sociedade colher os ganhos desta luta permanente.

Paulo não perdoa a redução do político a um “carimbador”, realidade que plasma a morte da política; tampouco a resistência irracional da esquerda em aceitar a existência da direita no cenário político. Toda a exposição é uma aula de filosofia, ciência e prática política, conduzidas por alguém cuja inteligência é proporcional à humildade, assim como à retidão de caráter.

Aproveitar o final de semana para acompanhar essa conversa é também refletir o longo caminho que os liberais e conservadores têm pela frente, se levam realmente a sério a missão de não voltar a ser extirpados da vida pública brasileira…

Considerando que as 600 mil fichas de apoio, mínimo necessário para a criação do partido, acabaram alcançando a marca de 1 milhão, vale a pena escutar com atenção o que nos une em torno desse projeto em comum.

fim
Revista Esmeril - 2020 - Todos os Direitos Reservados

5 Comments

  1. Assisti a live quando você entrou no ar. Amei.
    No momento faço parte dos desassistidos do trabalho, aproveitando com você aprender mais.
    Tenho 5 filhos e dois ex casamentos as duas últimas adolescentes, e mando todos os seus vídeos para que elas compreendam que ler liberta.

  2. Creio que a questão basilar de toda essa distopia enferma é a PUSILANIMIDADE da massa!
    Pessoa sadia sequer pensa em viroses e outras besteiras, dessa forma têm uma mente clara, onde só existe espaço para o profícuo!
    Mas a virose não vem só e de forma extemporãnea, ao contrário, ela é puro e simplesmente o resultado de um corolário de asneiras que norteiam a massa!
    Açucar é VENENO, e todos usam, a maioria em doses cavalares, e depois não sabem porquer estão diabéticos, gordos, acidificados, ou geram filhotes diabéticos!
    Alimento morto é morte nas veias, mas todos ingerem “comidas em caixas”, com apenas materia morta, e depois acham que merecem viver cheios de benefícios e saude!
    Ninguém consegue sequer perceber um axioma básico: somos o que ingerimos! E aí, não percebem que ingerir coisa morta é pedir para morrer!
    O álcool é uma desgraça sem par, a pior droga já criada, a que dá coragem ao covarde e “desprendimento” ao recatado e crença de inteligência ao tosco, e claro, irresponsabilidade a todos é garantida de forma exemplar por essa imundície!
    Isso sem considerar os resultados corriqueiros do alcool, o desatino, a desgraça, a violência e a destruição!
    E sempre, invariavelmente tal droga irá garatir o aborto, afinal mulher que se deita com qualquer um “facinha”, acorda invariavelmente arrependididnha, e com risco de estar portando um lixo em formação!
    Mas, para os alcoolatras o aborto é abominável, mas a causa, o sexo raso desseletivo é blindado com papo de amor, carência comunhão, e até frases de efeito como por exemplo, quando dois viram um…
    Sequer é aventado que sexo bêbado gera lixo bêbado! E no meio a esse salseiro o aborto é abominado e as tolas que acham bacana o alcool como anabólico sexual são criminalizadas! Mas nunca se pensa em castrar o lixo bêbado que sexuou e pártilhou da geração a ser abortada!
    Culpar a mulher dissoluta pode, mas o “omem” froucho sem qualidade que precisa dopar mulher para tê-la não!!
    É mais do que evidente que o verme que encostou na mulher que busca o aborto deve ser CASTRADO, pois lixo, mas se entendendo cheio de direitos, garantidos pelo ÁLCOOL, é a causa primeva do aborto em questão!

    O que mostro nessa pequena amostra do “potencial” humano, é que acreditar que política pode funcionar onde a desgraça é a nota a tocar é simplesmente de amargar!
    O que são políticos, se não doentes em sua imensa maioria?
    E se são doentes, e tanto são que sempre se focam demagogicamente em “saúde pública”, como é possível que aceitemos que tais pustulas nos representem?
    Será que não entendemos que “mens sana in corpore sano” é irredutível?
    Uma pessoa com taxa de oxigênio no corpo baixa é desfuncional!
    Uma pessoa que gosta de alcool é enferma, tanto é que usa droga!
    Uma pessoa que ingere em excesso ou de forma irracional é doente inclusive espiritual!

    E mesmo assim, acreditamos que a política tem alguma chance de funcionar??

    Não seria mais lógico se todos buscassem ficar fortes, de forma que a amplidão intelectual desse a medida da razão antes de acharem que podem dar opinião ou o norte da multidão?

    Colocar a culpa da distopia política na política em si é desconsiderar que a política nunca foi causa, é apenas consequencia!
    Uma sociedade doente gera políticos doentes, vota em políticos desfuncionais, e garante leis abjetas que só beneficiam os mais abjetos!
    A lei debil mental estabelece que maconha é droga proibida no mesmo ritmo que alega que no alcool a verdade está, ou pior, que no vinho está o sagrado, embora o vinho faça de qualquer um, um desregrado!
    Conheço de drogas, inclusive o alcool e o que entendo é que nenhuma delas presta, mas algumas são menos nocivas que outras e o alcool não está de forma alguma no rol das drogas menos nefastas, ao contrário, em minha opinião é a mais destrutiva sob qualquer aspecto!
    Uma prova cabal do que afirmo é simples de se perceber, um crack mata rápido, ou seja, elimina o lixo rapidamente, já o alcool é garantia de muitos e muitos anos de desgraças concomitantes!
    Existe em patologia um entendimento bem interessante, que é o conceito de patologia inteligente e patologia estúpida. Vou dar exemplos de ambas para facilitar o entendimento: Uma patologia estúpida é o ebola, e a razão é simples, é supinamente letal e dessa forma não consegue se perpetuar fácil, mata o hospedeiro e morre por consequencia sem ter tido a oportunidade de passar despercebido e desapercebido garantindo a disseminação.
    Já a herpes zoster é supinamente inteligente, não mata, é assintomática e com expressão “discreta”, e dessa forma consegue se alastrar de forma impar!
    O mesmo se aplica a drogas, e o alcool é a droga mais inteligenteque existe.
    Mas não precisamos dizer que é a que mais estupidifica os usuários, afinal, a droga inteligente sabe melhor que ninguém que precisa do estúpido para se fazer inteligente! Afinal de contas em meio a gênios, suas opiniões pessoais colocam todos no mesmo patamar que evidentemente é o normal e não o superdotado. Gênio só é gênio em meio a acéfalos, em meio a iguais é apnas mais um!

    Resumindo as questões abarcadas pelo post: Não há nenhuma forma e fórmula de termos uma política sadia enquanto todos defendem processos degenerativos, enquanto todos preferem glamourizar drogas inteligentes em vez da inteligência em si!
    Não há nenhuma maneira de ficarmos impermeáveis as excrementices histéricas midiáticas se temos culpa no cartório! Não é possível chegarmos a denominadores comuns enquanto houverem varios pesos e medidas das leis, onde dogmaticamente todos imputam o crime aos outros e nunca a eles!
    E mais uma vez fica a máxima que em meio a distopia geral é entendida mínima: MENS SANA IN CORPORE SANO!

    Enquanto houverem planos de saúde, pessoas entregando suas integridades nas patas farmafiosas e “merdicinais”, e achando que cabe aos outros limparem seus porcos resultados de porcas condutas, toda a política, será SEMPRE, INVARIAVELMENTE, um monturo excremencial total!
    Até porque sabemos bem que “si vis pacem, para bellum”, e é evidente que fazer menos que o máximo por nossas saúdes é assinar tratado de desarmamento de rabo abanando!
    Afinal, nossa arma primária é o corpo, e a parte dessa arma mais consistente é o cérebro!
    Portanto, mudemos nossos modus operandi e vivendi e só após isso, teremos a qualidade de reivindicar a procedência política, até lá, continuemos apontando as culpas aos outros e blindando nosso péssimos hábitos por força de leis, criadas por energúmenos votandos por todos, igualmente energúmenos!

    Mais uma vez peço a todos que se dispam de suas prepotências, alto avaliações vaidosas, e crenças de superioridade cheias de prepotência e sem coerencia quando forem ler o que coloco, de outra forma se sentirão profundamente ofendidos sem que eu tenha me atido em ofender alguém.
    Quatros grandes ditados e serem seguidos para facilitar o não abalo pessoal são:
    Nunca tire conclusões.
    Nunca leve para o lado pessoal.
    Seja impecável com a palavra.
    Faça o melhor de si mesmo.

    São quatro compromissos ditados por um Xamã não tão nobre quanto devia, mas que nessa proposta foi exemplar!

    É isso, mais uma vez agradeço a atenção e mais uma vez clamo para que de forma alguma leiam o que escrevo sob uma ótica pessoal, isso não vai funcionar e vai fazer com que se sintam ofendidos por mim, quando eu sempre me ponho no meio da fogueira, e sei que sou um lixo, tanto é que estou nesse mundo onde até buraco de defecar é órgão de sexuar.
    Minha retórica é meu norte e só posso aceitá-la caso eu me dispa da arrogancia e vaidades peculiares a qualquer ser degenerado, e o primeiro passo para isso, é entendermos a degeneração em nós mesmos.
    O fraco se entende forte, o forte sabe-se fraco, o fraco se acomoda, crente de sua força, e o forte se fortalece mais e mais percebendo o quão fraco é!

      • Caro Paulo, eu sigo a máxima: do limão faço a limonada! 😀

        De forma alguma eu desconsidero o que me indicam como leitura, eu SEMPRE leio, posso até discordar, e discordei de muito, como bem frisei no post “do limão à caipirinha” :D, mas de forma alguma ignoro o texto, pois isso demonstra arrogância e ESTUPIDEZ!

        É importante entendermos que só é possivel a concordância quando conhecemos as propostas, e de forma alguma teria sentido discordar de suas colocações sem conhecê-las!
        Percebi que havia a tal “tensão entre verdade e liberdade” no momento que li em seu texto que acreditas em: “Ainda assim, mesmo quando há o pecado [a carne é fraca], perdão é uma virtude; e tolerar verdadeiros “pequenos pecados”, como chegar atrasado a um compromisso importante, é uma forma de praticar um ato virtuoso. O ethos brasileiro ajuda a promover virtudes na nossa sociedade.” naquele momento percebi que a tensão era extrema embora eu não perceba essa tensão entre verdade (a dita que tem pelo menos três versões) e a liberdade (talvez a proposta mais relativa que existe), mas sim entre RAZÃO E PAIXÃO. Onde evidentemente defendo a razão e tu (com gauchos falamos “gauchês”, ainda que esses possam ser gaudérios ou não :D) defendes a paixão… e de forma completamente apaixonada!!! 😀
        Eu entendo que tolerar pequenos pecados é o GATILHO da corrupção, ela SEMPRE começa assim! Afinal é no perdão que blindamos o erro, e o erro só sabe fazer o que sabe fazer, ERRAR! O que chegar atrasado se não corrupção, entender que os outros devem tolerar nossos “pequenos deslizes” é ser leniente com o abjeto! Praticar um ato virtuoso tomando o tempo dos outros como nosso é virtuosidade? Isso é ABUSO! É partir do princípio de que todos devem ser abusados com relação aos valores alheios!
        Se alguém acha que pode me deixar esperando como um babaca enquantofaz com o MEU tempo o que bem entende é abuso é razão para desentendimento sério!
        RESPEITAR PARA SER RESPEITADO É MINHA MÁXIMA nessa questão, sou pontual exijo pontualidade, e se atrasam, eu mostro que vai ter que pagar pelo meu tempo roubado de qualquer forma! Em minha opinião é exatamente essa “magnanimidade” perversa que garante todos que nem otários em filas de banco e de serviços públicos, e claro, garante também os sal[ários e vantagens abjetas do funcionalismo público, afinal se podem ROUBAR NOSSO TEMPO (sabia que tempoi custa dinheiro?), naturalmente podem roubar tudo mais! E a razão é banal, se abrimos mão daquilo que nos é mais caro, o TEMPO (todo ser mortal tem em cada instante uma abreviação de sua vida única e achar que pode perdê-lo é no mínimo ser louco ao ponto de contar com outra vida além da que temos certa! E independente de religiões e crenças, contar com o ovo no da galinha não é sábio! Vidas post mortem são elucubrações pertinentes mas sempre serão meras especulações), imagine do resto??
        E a prova cabal do que afirmo é a conduta, de todos, irresponsável, chegam ao ponto de achar que os outros, médicos, polícias polítcos, justiceiros etc. é que são responsáveis por suas integridades! Ou seja, se liberta a leniência de forma magnânima entregando nossos TEMPOS (vidas, pois vida que acaba é dependente do tempo disponível) e dessa forma entregamos também o bom senso e a corrupção determina os rumos da sociedade, afinal quem acha que pode dar seu tempo, dá qualquer coisa, pois o tempo que é o mais caro já foi entregue para os outros em “praticas virtuosas”!

        Todo o seu texto foi arcabouçado na PAIXÃO, na forma com que entende o mundo, uma paixão divina ou algo que o valha!
        Estabelece que seu conceito de deus é absoluto, ao ponto de partir de catequismos para chegar às obrigações e condutas individuais! Seu deus é uma medida SUA e apenas isso, deus é idiossincrático às aspirações pessoais! Minha divindade sequer acha que a bíblia tem as medidas dela, logo, ou eu não sou humano e minha divindade é o demônio dos bíblicos, ou então a bíblia e suas medidas são propostas despóticas de uma entidade frágil, tão fragil que entende que só o que existe é o mundo dela, desconsiderando o fato de que o absoluto é o nada! Sua divindade é sua divindade, e dentro do mundo dessa SUA divindade, todo esse corolário de irresponsabilidade cheia de magnanimidade de “praticas virtuosas” é o cominho, a verdade, e a vida!

        Como mostro, dissertastes a respeito de PAIXÃO, onde as medidas são definitivas e plurais na medida da complicidade apenas!
        Já falar de verdade e liberdade é a proposta da relatividade total!
        Verdade é aquilo que já coloquei, é um ponto de vista elevado ao patamar dogmático, e sempre tem a quantidade de versões diretamente proporcional a de agentes percebedores. Uma verdade só é consensual por força de lei, seja lei criada pelo “endosso” histórico (aquele lance de que quem conta a história são sempre os vencedores), seja lei criada pela imposição (o demônio do vencedor é o deus do perdedor), de qualquer forma é uma imposição de FORA, gerada pelos outros, já a NOSSA verdade é diretamente proporcional à nossas “antenas” (nossos métodos de percepção, os sentidos), se nossas antenas são fracas a só captam em um curto raio, nossa verdade será do tamanho da dos outros, pois a coletividade sempre se impõe ao indivíduo! Já se somos fortes, percebemos completamente twilight zone! E aí, ficamos como stranges in the paradise, os estranhos no ninho!
        É exatamente a mesma coisa daquele demente ditado: “em terra de cego quem tem olho é rei”! Tal ditado é tão doentio que me espanta a disseminação dessa asneira!
        Observe que se todos são cegos, sequer existe o conceito visão, enxergar, luz, cores etc. Como é possível alguém que tem algo que desconhecemos sobretudo na lógica existencial ser entendido por nós? Ele diz: vejam! E o povo responde: o que é ver??
        Percebe? Isso é absolutamente demente!
        Em terra de cego, quem tem olho fica calado, ou de outra forma lhe cegarão, pois o que percebem é algo como alguém com um pacto com o demônio usando de recursos demoníacos, sacrílegos!
        Como mostro, nossa crença/verdade não pode ser medida de realidade, essa é absoluta, é exatamente da medida da percepção individual, se percebemos pequeno, temos uma realidade estrita, se percebemos amplo, temos a amplidão de nossa percepção como realidade.

        Minha sugestão é que estude biologia e etologia, pois dessa forma entenderá que verdades existem zilhares!
        Só para entender: uma abelha enxerga (isso no entendimento de nossas frágeis ferramentas) em ultravioleta e infravermelho, ou seja, ela percebe ‘MUNDOS” que sequer conseguimos imaginar (vale pegar uma lanterna de ultravioleta com frequencia bem alta 400, 320 nm e apreciar ao redor, irá perceber que o mundo que se descortina já não é o “normal”), uma abelha enxerga o calor se deslocando pelos corpos e espaço como uma espécie de cor! Um cachalote consegue controlar o calibre de seus vasos, veias, artérias, e dessa forma pode descer a profundidades abissais e voltar lépido e faceiro, pois com o controle dos “tubulões” de seus fluidos ele evita que o nitrogênio diluido no sangue não se exapnda obstruindo as artérias (embolia gasosa). Sequer conseguimos conceber o controle dos nosso tubulões, logo não temos como impor nossa “verdade” e até realidade a aquele ser! Um cão ouve em uma ciclagem absurda para nós, percebe cheiros que sequer sabemos que existe! Não é possível extendermos nossa verdade e realidade para eles, e isso quase todos fazem de forma demente, garantindo cães neutróticos e abjetos latindo seus desesperos enclausurados na verdade humana, já a galera do campo, em vez de tratar cão como gente, deixam o cão ser cão, e dessa forma o cão não fica neurótico quando no campo, na “lida” como dizem os gauchos!

        Tudo o que estou colocando é ilustrando que nossas medidas não podem ser definitivas, logo sequer temos a liberdade de sermos apenas nós mesmos, temos que ser flexiveis e resilientes com com o entendimento epistemológico!
        E olha que sequer abarquei os universos dos ditos extremófilos!!!

        Só o arrogante toma suas medidas como a de todos, só o déspota impõe suas crenças, o sadio sabe que a medida dele é idiossincrática e mais nada!
        O sadio não busca exercitar a tolerãncia alheia com abusos pequenos na carne fraca, o sadio entende que a carne só é fraca quando o espírito é fraco! Pois não é possível dissociar ambos, ambos fazem parte do todo, o ser humano em si.
        Concluindo, seu texto é uma ode ao abuso, ao desrespeito e sobretudo, à CORRUPÇÃO! Afinal é na tolerancia dos “pequenos pecados” que alavancamos a leniencia que endossa os grandes pecados! E mais, relativisar o pecado como pequeno só funciona para aquele que pratica-o, mas para quem é obrigado a absorver é desrespeito e aí, a medida de retaliação será diretamente proporcional ao acusar do golpe, AO TAMANHO DO PECADO PERCEBIDO, QUE PODE SER ENTENDIDO PEQUENO OU IMENSO!
        E nessa toada chegamos a máxima realmente máxima, NUNCA FAÇA AOS OUTROS O QUE NÃO QUERES QUE TE FAÇAM!
        É como eu havia dito, Paulo, eu amo o debate, e como entendo que o Sócrates foi e é tergiversado de forma platônica, busco aqui mostrar de forma peripatética o que foi realmente o pensar de Socrates, não o acadêmico, platônico e difundido pela “eternidade”, mas o cicutado, aquele proibido que realmente ensinou a todos a arte do pensar! E foi cicutado por uma simples razão, ele tinha olhos em terra de cegos e não percebeu isso (o único erro no entendimento socrático em minha opinião), e resolveu falar o que via, e o resultado não poderia ser diferente, todos cegos entenderam que a única forma de eliminar aquela enfermidade que acometia Sócrates era cicutando os olhos socráticos! Não é por acaso que me limito ao low profile, pois o exemplo de Sócrates e até o meu em tempos passados me ensinaram que se temos olhos, podemos até dizer sobre o que enxergamos, mas SÓ virtualmente, pois se quiserem nos cegar, só o farão apertando o botão da deletação! 😀
        Até porque dedada no botão não é legal para quem é são e enxerga de montão! 😀

        É isso, Paulo, nós não temos liberdade ou verdade se não aquelas que nós estabalecemos como nossas medidas, e para fazermos essas escolhas precisamos ter paixão, pois só apaixonados nos cegamos e relevamos os defeitos de nossas liberdades e verdades realmente! E aí, sim, é exatamente aquilo que colocou, exercitamos nossas virtudes e até fortalecemos nossa carne e nosso espírito!
        Valeu pelo respeito que me oferta nesse nosso debate!
        E claro, pelo tempo e espaço cedidos, pois ambos para mim são muito caros!
        Muito obrigado.

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