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domingo, 5 dezembro, 2021

Comandante Talibã afirma que não haverá Democracia no Afeganistão

Revista Mensal
Roberto Lacerda
Roberto Lacerda Barricelli é jornalista, assessor e historiador. Foi correspondente do Epoch Times e colaborador em diversos jornais, como Jornal da Cidade Online, O Fluminense, São Carlos Dia e Noite, Diário da Manhã, Folha de Angatuba e Jornal da Costa Norte.

Declaração em entrevista à Reuters fechou as portas ao sistema político ocidental. Sharia será a Lei

Nesta quinta-feira (19), um dos principais comandantes do Talibã, Waheedullah Hashimi, declarou em entrevista à Reuters que não haverá Democracia no Afeganistão.


Não haverá sistema democrático porque não há base para isso em nosso país.

— Waheedullah Hashimi

Segundo Hashimi o Afeganistão será controlado por um Conselho do Talibã e sob a Lei Sharia.


Não discutimos sobre qual sistema político aplicaremos no Afeganistão, pois isto está claro. É a Lei Sharia e é isto!

— Waheedullah Hashimi

Da última vez que o grupo terrorista islâmico esteve no poder, entre 1996 e 2001, impôs uma ditadura e revogou os direitos fundamentais, principalmente de imprensa, expressão e ir e vir. Outros grupos religiosos, como cristãos e judeus, não eram tolerados, havia repressão sobre mulheres que queiram estudar e trabalhar e a homossexualidade podia ser punida com a morte.

A expectativa de ativistas e da comunidade internacional é pela volta do regime de terror, apesar da retórica ‘apaziguadora’ de alguns membros do Talibã, como noticiou a Esmeril News.

Com informações de Reuters, O Globo, R7 e Esmeril News


Onde acaba o amor têm início o poder, a violência e o terror.

— Carl Jung

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