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sábado, 18 setembro, 2021

APEOESP convoca greve contra a volta às aulas

Revista Mensal
Roberto Lacerda
Roberto Lacerda Barricelli é jornalista, assessor e historiador. Foi correspondente do Epoch Times e colaborador em diversos jornais, como Jornal da Cidade Online, O Fluminense, São Carlos Dia e Noite, Diário da Manhã, Folha de Angatuba e Jornal da Costa Norte.

A Associação dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (APEOESP) estabeleceu greve para toda a categoria.

Em Assembleia Geral, segundo a entidade sindicalista, 81,8% dos presentes aprovaram a greve, iniciada hoje (08), para todos os professores do Estado de São Paulo, informa o Portal R7

A presidente da APEOESP, Deputada Estadual Professora Bebel (PT) , oposicionista ao governo de João Dória (PSDB), lidera os grevistas, afirmando que o foco da greve é a preservação da saúde dos professores, que estão em casa desde 2020, porém, recebendo normalmente seus salários.

O Governador João Dória informou que cada dia de falta será descontado da folha salarial dos grevistas. A Secretaria Estadual da Educação disse que “lamenta que o sindicato se paute por uma agenda político-partidária completamente desvinculada do compromisso com o aprendizado dos alunos”. Para a secretaria, o sindicato presidido pela Deputada Estadual Professora Bebel, não considera os riscos à saúde emocional e mental das crianças e adolescentes, nem do atraso educacional. 

A Deputada Estadual Professora Bebel (PT) (imagem em destaque) também afirmou que o sindicato instruiu os professores a convencerem os pais a não  enviarem seus filhos às escolas, segundo o UOL Educação.

Em nota, a Secretaria afirmou:

“A retomada das aulas é pautada em medidas de contenção da epidemia, obedecendo aos critérios de segurança estabelecidos pelo Centro de Contingência do Coronavírus, embasada em experiências internacionais e nacionais. Estudantes e profissionais com doenças crônicas ou fatores de risco devem permanecer em casa, cumprindo atividades remotas”.

As escolas estaduais operarão com 35% de capacidade. A reabertura das escolas municipais ficará sob responsabilidade dos prefeitos e das privadas, de seus gestores, não sendo obrigatória nas fases vermelha, laranja e amarela, mas apenas na fase verde, do Plano São Paulo. A freqüencia dos alunos segue a mesma determinação. 

Abaixo tabela para operação das escolas privadas e as públicas municipais:

Fase vermelha – 35% da capacidade;

Fase laranja – 35% da capacidade;

Fase amarela – 70% da capacidade;

Fase verde – 100% da capacidade.

Com informações do Portal R7 e do UOL Educação.

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