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quinta-feira, 28 outubro, 2021

ADOÇÃO | Programa ”Adote um Boa Noite”

Revista Mensal
Samara Barricellihttp://www.revistaesmeril.com.br
Samara Oliveira Barricelli é jornalista, Católica Apostólica Romana, mãe e esposa.

TJSP estimula Famílias à adoção de crianças maiores de sete anos ou com deficiência

O programa foi criado há quase quatro anos pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), tendo como objetivo estimular a adoção de crianças com mais de sete anos ou portadoras de alguma deficiência.

Esse programa parte da premissa que adotar crianças acima de sete anos ou que sejam portadoras de alguma deficiência é o caminho mais rápido para aqueles que desejam ser pais ou mães. Também realiza o sonho daqueles que buscam ter alguém para dizer um simples “boa noite” cheio de amor.

De acordo com o programa, no Brasil há cerca de 5 mil crianças e adolescentes esperando para serem adotados e 38 mil pessoas na fila de espera. No entanto, a maioria das crianças tem mais de sete anos e os pretendentes a adoção procuram bebês ou crianças menores.

O programa criou um site para divulgar as fotos e relatos de crianças e adolescentes que estão a espera “dos pais de coração” (nome atribuído aos pais que desejam adotar nos grupos de adoção). A proposta é que as crianças sejam notadas por suas características e sejam apresentadas como pessoas que tem direito à Família e de compor uma sociedade.

O artigo ”Do Nosso Direito em Ação”, de outubro de 2020, afirma que o programa efetuou 33 adoções em três anos de trabalho e espera a conclusão de outras 46.

Conheça algumas crianças e adolescentes acessando o site oficial do programa.

Como Adotar

Para ter acesso é necessário ser maior de 18 anos e no mínimo 16 anos mais velho do que a criança ou adolescente. Os pretendentes devem procurar a Vara de Infância e da Juventude mais próxima do seu município ou região, levando as originais e cópias simples ou autenticadas dos seguintes documentos:

  • Documento de Identidade;
  • Cadastro de Pessoa Física (CPF);
  • Certidão de casamento ou de nascimento caso seja solteiro(a), com expedição recente;
  • Comprovante de residência;
  • Comprovante de rendimentos ou documento comprobatório equivalente;
  • Atestado ou declaração médica de sanidade física e mental;
  • Fotografia do(s) pretendente(s);
  • Atestado de antecedentes criminais;

Após a entrega da documentação, o(a) pretendente será chamado(a) para uma entrevista psicossocial, na qual lhe será perguntado sobre seu estilo de vida e condição financeira e psicológica. Também será questionado(a) sobre os motivos para a adoção e as expectativas.

Uma visita será realizada na residência dos interessados e, após as informações serem verificadas pelo setor responsável e a conclusão da avaliação psicossocial, haverá o parecer do Ministério Público, que encaminhará a documentação ao juiz da comarca, responsável pela decisão final.

Se a decisão do juiz for favorável, o nome do pretendente entra automaticamente no Cadastro Nacional de Adoção, devendo aguardar na fila de espera até que apareça uma criança ou adolescente com as características desejadas.

Com informações de TJSP e Nosso Direito


O que você pode fazer para promover a paz mundial? Vá para casa e ame sua família

— Santa Teresa de Calcutá

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